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Maquiagem que trata a pele

Categoria: Beleza
Visitas: 4
Comentários: 3
Maquiagem que trata a pele

A maquiagem não tem mais somente a função deixar o rosto da mulher com uma aparência mais saudável e bonita ou para disfarçar as imperfeições. Agora a tecnologia está a favor da beleza feminina e começa a lançar produtos com múltiplas funções, como por exemplo: um batom que tem ação hidratante, um pó facial com filtro solar, base com ação antiidade e outros. Saiba mais sobre as maquiagens que tratam a pele.

As novas maquiagens possuem combinações diversas e são destinadas a todas as idades. As propriedades desse tipo de produto são ótimas, principalmente as que possuem filtro solar na formulação. Já os que possuem ação hidratante geralmente possuem ativos em baixas concentrações, portanto se a pele for muito seca, com manchas, flacidez ou rugas, será preciso aliar o uso de outro produto. Se a maquiagem possuir um nível de proteção solar maior que 25, a mulher poderá dispensar o uso de cremes específicos.

Todos os tipos de pele podem ser beneficiados com o uso destas maquiagens, pois existem opções certas para peles oleosas/mistas, normais ou secas. As mulheres que tem pele oleosa devem optar por produtos oil free (livre de óleo), as que sofrem com espinhas não podem dispensar a higienização com produtos de limpeza específicos e a aplicação de um tônico para equilibrar a oleosidade.

O tipo de produto agregado à maquiagem a ser obtido pela mulher varia conforme a idade. Por exemplo, os itens que possuem efeito tensor e firmador são indicados para as mulheres com mais de 40 anos. Já os produtos com vitamina C e oil free são mais indicados para peles mais jovens.

No momento de comprar a maquiagem que possui várias funções, não faz diferente escolher a versão pó ou creme. Inclusive um pode ser usado em cima do outro. Por exemplo, usar uma base com FPS e um pó compacto com FPS também. Isso só ajuda a reforçar a proteção, além disso, outra dica para adquirir um cosmético de qualidade é sempre comprar das marcas já consagradas no mercado.

Por fim, apenas de os produtos trazerem vários benefícios, a mulher não deve dormir com eles na pele. O certo é retirá-los totalmente e passar um creme específico para tratamento da pele sem maquiagem.


Rua Direita

Título: Maquiagem que trata a pele

Autor: Rua Direita (todos os textos)

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Comentários     ( 3 )    recentes

  • Briana AlvesBriana

    24-06-2014 às 16:50:18

    Sim, verdade! As maquiagens já estão sendo comercializadas para proporcionar ao público feminino, uma melhor aparência visual com produtos que fazem bem à pele. Contribuindo também ainda mais para mantê-la sempre jovem e sem os efeitos do envelhecimento precoce.

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoWallace Randal

    12-09-2012 às 13:54:51

    Nos comerciais da televisão, sempre mostram um tipo de maquiagem que melhora o problema de acne. As maquiagens com fator de proteção solar são realmente muito comuns agora. E também é de muita utilidade, pois não é necessário ficar passando várias camadas de hidratantes e protetores solares antes de sair para um dia de trabalho, ou para uma festa. Mas, como você disse, tem que tomar cuidado e usar marcas que garantam a eficácia.

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoWallace Randal

    12-09-2012 às 13:54:29

    Nos comerciais da televisão, sempre mostram um tipo de maquiagem que melhora o problema de acne. As maquiagens com fator de proteção solar são realmente muito comuns Agora. E também é de muita utilidade, pois não é necessário ficar passando várias camadas de hidratantes e protetores solares antes de sair para um dia de trabalho, ou para uma festa. Mas, como você disse, tem que tomar cuidado e usar marcas que garantam a eficácia.

    ¬ Responder

Comentários - Maquiagem que trata a pele

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Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

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Tema: DVD Filmes
Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.\"Rua
Este texto irá falar sobre o filme Ex_Machina, nele podem e vão ocorrer Spoillers, então se ainda não viram o filme, vejam e voltem depois para lê-lo.

Impressões iniciais:

Ponto para o filme. Já que pela sinopse baixei a expectativa ao imaginar que era apenas mais um filme de robôs com complexo de Pinóquio, mas evidentemente que é muito mais que isso.

Desde as primeiras cenas é possível perceber que o filme tem algo de especial, pois não vemos uma cena de abertura com nenhuma perseguição, explosão ou ação sem propósito, típica em filmes hollywoodianos.
Mais um ponto, pois no geral o filme prende mais nos diálogos cerebrais do que na história em si, e isso é impressionante para o primeiro filme, como diretor, de Alex Garland (também roteirista do filme). O filme se mostrou eficiente em criar um ambiente de suspense, em um enredo, aparentemente sem vilões ou perigos, que prende o espectador.

Entrando um pouco no enredo, não é difícil imaginar que tem alguma coisa errada com Nathan Bateman (Oscar Isaac), que é o criador do android Ava (Alicia Vikander), pois ele vive isolado, está trabalhando num projeto de Inteligência Artificial secreto e quando o personagem orelha, Caleb Smith (Domhnall Gleeson), é introduzido no seu ambiente, o espectador fica esperando que em algum momento ele (Nathan) se mostrará como vilão. No entanto isso ocorre de uma forma bastante interessante no filme, logo chegaremos nela.

Falando um pouco da estética do filme, ponto para ele de novo, pois evita a grande cidade (comum nos filmes de FC) como foco e se concentra mais na casa de Nathan, que fica nas montanhas cercadas de florestas e bastante isolado. Logo de cara já é possível perceber que a estética foi pensada para ser lembrada, e não apenas um detalhe no filme. A pesar do ambiente ser isolado era preciso demonstras que os personagens estão em um mundo modernizado, por isso o cineasta opta por ousar na arquitetura da casa de Nathan.

A casa é nesses moldes novos onde a construção se mistura com o ambiente envolta. Usando artifícios como espelhos, muitas paredes de vidro, estruturas de madeira e rochas, dando a impressão de camuflagem para a mesma, coisa que os ambientalistas julgam favorável à natureza. Por dentro se pode ver de forma realista como podem ser as smart-house, não tenho certeza se o termo existe, mas cabe nesse exemplo. As paredes internas são cobertas com fibra ótica e trocam de cor, um efeito que além de estético ajuda a criar climas de suspense, pois há momentos onde ocorrem quedas de energia, então fica tudo vermelho e trancado.

O papel de Caleb á ajudar Nathan a testar a IA de AVA, mas com o desenrolar da história Nathan revela que o verdadeiro teste está em saber se Ava é capaz de “usar”, ou “se aproveitar” de Caleb, que se demonstra ser uma pessoa boa.

Caleb é o típico nerd introvertido, programador, sem amigos, sem família e sem namorada. Nathan também representa a evolução do nerd. O nerd nos dias de hoje. Por fora o cara é careca, barbudão com uns traços orientais (traços indianos, pois a Índia também fica no Oriente), bebê bastante e ao mesmo tempo malha e mantém uma dieta saudável pra compensar. E por dentro é um gênio da programação que criou, o google, o BlueBook, que é um sistema de busca muito eficiente.

Destaque para um diálogo sobre o BlueBook, onde Nathan fala para Caleb:
“Sabe, meus concorrentes estavam tão obcecados em sugar e ganhar dinheiro por meio de compras e mídia social. Achavam que ferramenta de pesquisa mapeava O QUE as pessoas pensavam. Mas na verdade eles eram um mapa de COMO as pessoas pensavam”.

Impulso. Resposta. Fluido. Imperfeição. Padronização. Caótico.

A questão filosófica vai além disso esbarrando no conceito de “vontade de potência”, de Nietzche, mas sobre isso não irei falar aqui, pois já há textos muito bons por aí.

Tem outra coisa que o filme me lembrou, que eu não sei se é referência ou se foi ocasional, mas o local onde Ava está presa e a forma como ela fica deitada num divã, e questiona se Caleb a observa por detrás das câmeras, lembra o filme “A pele que habito” de Almodóvar, um outro filme excelente que algum dia falarei por aqui.

Talvez seja uma versão “O endoesqueleto de metal e silicone que habito”, ou “O cérebro positrônico azul que habito”, mesmo assim não podia deixar de citar a cena por que é muito interessante.

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Jhon Erik Voese

Título:Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

Autor:Jhon Erik Voese(todos os textos)

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Comentários

  • Suassuna 11-09-2015 às 02:03:47

    Gostei do texto, irei conferir o filme.

    ¬ Responder
  • Jhon Erik VoeseJhon Erik Voese

    15-09-2015 às 15:51:02

    Que bom, obrigado! Espero que goste do filme também!

    ¬ Responder

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