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Cadeiras vintage

Categoria: Mobiliário
Visitas: 6
Comentários: 1
Cadeiras vintage

Poltronas e cadeiras nos acompanham em quase todos os lugares, no trabalho, no transporte, no teatro, no cinema, na praia, nos congressos, nos restaurantes, em casa etc, estão sempre presente.

Uma cadeira não precisa ser vista apenas como um móvel útil e necessário, pode ser visto com estilo e charme. As cadeiras vintage proporcionam tudo isso, elas podem dar um novo look na casa e deixar seu espaço personalizado.

A cadeira vintage está aliada a bom gosto, vesatilidade e compõe muito bem qualquer espaço, dentre os vários modelos e estilos, ela pode ser clássica, moderna, rústica ou livre escolha de design.

A base da cadeira vintage é madeira e pode ter braço de apoio ou ser sem braço, vamos citar alguns modelos: Dentre os mais conhecidos encontramos a de encosto e acento em palha, ou encosto em palha e acento forrado em couro, ou forro em tecido com pintura nos acabamentos, ou toda pintada, entre outras opções. O que de fato faz a cadeira viantage se destacar, é que ela acompanha a sua personalidade e cai muito bem dando um lindo look, proporcionando a sensação de aconchego, lembrando que não importa o estilo escolhido, sempre tem uma que melhor lhe agradará.

Falamos aqui em composições de estilo mas para quem prefirir manter a cadeira em seu original na versão clássica também fica linda, em caso de dúvida quanto ao conceitos dentre tantas opções, há muitas exposições de decoração que certamente tem uma cadeira vintage encantadora, para os que conhecem, logo se encantam.

Ás vezes, quando visitamos um lugar, ou quando queremos presentear alguém ou a nós mesmos; isso mesmo que quis dizer, presentear a nós mesmo, procuramos algo que tenha a ver com o estilo da pessoa, seja nosso ou do outro e, quando encontramos pensmos: parece com fulano, ou comigo.

Decorar nosso espaço com cadeiras vintage é a mesma coisa, o ambiente, sem dúvida tem que proprocionar bem estar mas um toque de estilo fica muito melhor.

Pensar em uma cadeira apenas para sentar, como sendo uma peça qualquer ou mais um objeto em nosso espaço, parece que estamos em um lugar que não é o nosso, por isso, a escolha mesmo se tratando de uma cadeira, além de atender a sua utilidade para o que foi destinada, deve ser mais que uma simples cadeira, deve fazer parte do nosso conceito de decoração, bem estar, conforto, beleza e elegância, esses motivos são suficientes para pensar em pelo menos conhecer uma cadeira vintage.


Sílvia Baptista

Título: Cadeiras vintage

Autor: Sílvia Baptista (todos os textos)

Visitas: 6

783 

Imagem por: back_garage

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • SophiaSophia

    20-04-2014 às 16:18:30

    A Rua Direita recomenda utilizar essas lindas cadeiras vintage!

    ¬ Responder

Comentários - Cadeiras vintage

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Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

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Tema: Literatura
Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal\"Rua
Gertrude Stein foi uma escritora de peças de teatro, de peças de opera, de ficção, de biografia e de poesia, nascida nos Estados Unidos da América, e escreveu a Autobiografia de Alice B. Toklas, vestindo a pele, e ouvindo pela viva voz da sua companheira de 25 anos de vida, os relatos da historia de ambas, numa escrita acessível, apresentando situações caricatas ou indiscretas de grandes vultos da arte e da escrita da sua época. Alice B. Toklas foi também escritora, apesar de ter vivido sempre um pouco na sombra de Stein. Apesar de ambas terem crescido na Califórnia, apenas se conheceram em Paris, em 1907.


Naquela altura, Gertrude vivia há quatro anos com o seu irmão, o artista Leo Stein, no numero 27 da rue de Fleurus, num apartamento que se tinha transformado num salão de arte, recebendo exposições de arte moderna, e divulgando artistas que viriam a tornar-se muito famosos. Nestes anos iniciais em Paris, Stein estava a escrever o seu mais importante trabalho de início de carreira, Three Lives (1905).


Quando Gertrude e Alice se conheceram, a sua conexão foi imediata, e rapidamente Alice foi viver com Gertrude, tornando-se sua parceira de escrita e de vida. A casa, como se referiu atrás, tornou-se um local de reunião para escritores e artistas da vanguarda da época. Stein ajudou a lançar as carreiras de Matisse, e Picasso, entre outros, e passou a ser uma espécie de teórica de arte, aquela que descrevia os trabalhos destes artistas. No entanto, a maior parte das críticas que Stein recebia, acusavam-na de utilizar uma escrita demasiado densa e difícil, pelo que apenas em 1933, com a publicação da Autobiografia de Alice B. Toklas, é que o trabalho de Gertrude Stein se tornou de facto reconhecido e elogiado.


Alice foi o apoio de Gertrude, foi a dona de casa, a cozinheira, grande cozinheira aliás, vindo mais tarde a publicar algumas das suas receitas, e aquela que redigia e corrigia o que Gertrude lhe ditava. Assim, Toklas fundou uma pequena editora, a Plain Editions, onde publicava o trabalho de Gertrude. Aliás, é reconhecido nesta Autobiografia, que o papel de Gertrude, no casal, era o de marido, escrevendo e discutindo arte com os homens, enquanto Alice se ocupava da casa e da cozinha, e de conversar sobre chapéus e roupas com as mulheres dos artistas que visitavam a casa. Depois da morte de Gertrude, Alice continuou a promover o trabalho da sua companheira, bem como alguns trabalhos seus, de culinária, e um de memórias da vida que ambas partilharam.


Assim, este livro que inspirou o filme “Meia noite em Paris”, de Woody Allen, é um livro a não perder, já nas livrarias em Portugal, pela editora Ponto de Fuga.

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Liliana Félix Leite

Título:Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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