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Stress e decisões: uma combinação perigosa

Categoria: Saúde
Comentários: 3
Stress e decisões: uma combinação perigosa

A idade contemporânea caracteriza-se pelo movimento feérico e alucinante das relações humanas, seja ao nível laboral, físico ou memo emocional. A rapidez é uma constante, presente no nosso quotidiano e é exigida de forma esmagadora nos mais diversos tipos de situações, das quais se espera que resulte uma decisão, tomada sob grande stress, obviamente. A questão é simples: será isto saudável / esperável / desejável?

Antes de apresentarmos uma resposta taxativa, devemos primeiro analisar os dois conceitos: stress e decisão. O primeiro, o stress caracteriza-se por ser uma resposta do nosso organismo a um estímulo exterior/interior desagradável e indesejado. Esta reacção orgânica constitui uma característica ancestral do corpo humano, uma vez que, outrora, enquanto animais irracionais, necessitávamos de respostas e de reflexos rápidos que nos protegessem dos predadores, por exemplo. Esta herança continua a fazer pleno sentido, uma vez que os actuais «predadores» assumiram apenas outras formas: a dor, a tristeza, a solidão, a pressão no trabalho, más condições de trabalho, más relações no seio da família, a pressão da responsabilidade – contas por pagar, dinheiro insuficiente – uma reunião, um casamento, um divórcio, enfim, a lista é imensa e ainda mais se o indivíduo habita num ambiente citadino.

Todavia, há que ressalvar que as situações enumeradas provocam geralmente quadros de stress crónico, extremamente nocivo para a saúde mental e física do paciente. Existe, no entanto, o stress ocasional que, este sim, funciona como uma resposta natural do corpo e, como tal, acaba mesmo por revelar efeitos benéficos para o ser humano, uma vez que o protege e estimula a enfrentar ou a fugir do problema, se for esse o caso.

Foquemos agora o outro conceito, a decisão ou a tomada de decisão: decisão, etimologicamente, provém do latim de – que significa parar, interromper – e caedere – que significa cortar. Portanto, decisão ou decidir significa, literalmente, parar de cortar ou, se quisermos, deixar fluir, logo, escolher, seleccionar, optar, designar, deliberar, assentar. E todos estes termos apontam para um leque de alternativas, de caminhos, que, ante a eleição de um deles como o melhor, se prevê um período de alguma reflexão e frieza de análise.

É, pois, insensato tentar-se coadunar os dois conceitos, se bem que nos dias que correm, essa seja a regra e não a excepção. No mundo laboral predominam as decisões tomadas em ambientes de grande stress, o que, segundo um estudo liderado pelo professor Nuno Sousa, docente na Universidade do Minho é improdutivo, pois a pessoa stressada tem tendência a decidir-se pela hipótese mais habitual e não pela mais favorável.

Espera-se que o mundo do trabalho mude, para bem do ser humano, sem «stresses»…


Isabel Rodrigues

Título: Stress e decisões: uma combinação perigosa

Autor: Isabel Rodrigues (todos os textos)

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Comentários     ( 3 )    recentes

  • Rafaela CoronelRafaela

    25-07-2014 às 04:08:25

    É verdade! Quando mais estamos estressados é quando tomamos as piores decisões de nossas vidas. É uma combinação perigosa, que pode transformar-se em algo muito ruim no dia a dia. Que possamos evitar- sempre!

    ¬ Responder
  • RaoniRaoni

    27-05-2012 às 23:22:41

    Sr(a)(s) responsável(is) por este site,

    http://www.wix.com/raocaba/oqueevida#!

    Este é o endereço do site que estou criando,
    e o meu nome é Raoni,
    Obrigado novamente pela atenção
    Raoni

    ¬ Responder
  • RaoniRaoni

    27-05-2012 às 23:13:46

    Sr(a)(s) responsável(is) por este site,

    Gostei muito desta imagem ilustrativa e gostaria de saber se eu poderia utiliza-la no meu site? De ante mão, aviso que é um seite de divulgação científica, porém, ainda esta em fase de construção, e muito provavelmente, sempre estará. Seria ótimo ter esta imagem, pois ilustra bem o homem contemporâneo. De ante mão, agradeço pela atenção

    ¬ Responder

Comentários - Stress e decisões: uma combinação perigosa

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Os primeiros brinquedos

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Tema: Brinquedos
Os primeiros brinquedos\"Rua
O brinquedo é mais do que um objecto para a criança se divertir e distrair, é também uma forma de conhecer o mundo que tem ao seu redor e para dar asas à sua imaginação. Desta forma, os brinquedos sempre estiveram presentes na sociedade.

Os primeiros brinquedos datam de 6500 anos atrás, no Japão, em que as crianças brincavam com bolas de fibra de bambu. Entretanto há 3000 anos surgiram os piões feitos de argila e decorados, na Babilónia.

No século XIII apareceram os soldadinhos de chumbo, porém só eram acessíveis às famílias nobres. Cinco séculos mais tarde, apareceram as caixas de música, criadas por relojoeiros suíços.

As bonecas são muito antigas, surgiram enquanto figuras adoradas como deusas, há 40 mil anos, mas a primeira fábrica abriu apenas em 1413 na Alemanha. Barbie, a boneca mais famosa do mundo, foi criada em 1959, mas ainda hoje é das mais apetecíveis pelas crianças.

O grande boom dos brinquedos aconteceu quando se descobriu o plástico para o fabrico. Mesmo assim, muitas famílias não podiam comprar brinquedos aos filhos, como tal, estes utilizavam diversos tipos de materiais e construíam os seus próprios brinquedos.

Actualmente, as crianças têm acesso a uma enorme variedade de brinquedos, desde bonecas, a carros telecomandados, a videojogos… Educativos ou apenas lúdicos, há de tudo e para todos os gostos e preços.

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Comentários

  • umdolitoys 23-01-2013 às 05:46:38

    Adorei a reportagem! e tenho algo para vocês verem!!

    Espero que gostem!!!

    ¬ Responder
  • sofia 22-07-2012 às 21:56:29

    Achei muito interecante e muito legal saber que ano foi fabricadoas bonecas

    ¬ Responder

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