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O que precisa saber na altura de comprar um colchão

Categoria: Mobiliário
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Comentários: 3
O que precisa saber na altura de comprar um colchão

O colchão acompanha-nos todos os dias, bem… Ou deverei dizer todas as noites? Uma coisa é certa, um colchão acompanha-nos durante toda a nossa vida.

Um colchão dura muitos anos e mesmo que compre um colchão de baixa qualidade, a durabilidade é grande. No entanto, e em como tudo na vida, apostar logo no inicio na qualidade do colchão vai fazer com que a satisfação seja um dos resultados positivos a par com a longevidade do dito.

Escolher um colchão pode acontecer somente duas vezes na vida. Poucas, é um facto, mas acredite, são procuras e escolhas que podem demorar, dar lugar a algumas indecisões e acima de tudo bastante ponderadas devido ao preço e às variedades que aparecem no mercado.

Mas como escolher um colchão? Com tanta variedade em qualidade e preço, o que preciso de facto de saber, de forma muito simples, quando comprar um colchão? Ver para crer como São Tomé, esta é uma expressão muito nossa, muito usada e muito, muito certa.

Ora se esta máxima nos acompanha desde sempre, na compra de um colchão é fundamental.

As lojas da especialidade estão espalhadas por vários locais. Até em grandes superfícies comerciais se encontram casas da especialidade. Entre, olhe e escute. Peça ajuda ao vendedor da loja. Temos sempre a ideia de que aqueles senhores que se apresentam de fato e gravata a vender colchões, só querem isso mesmo na realidade. Vender ou impingir! No entanto, não se esqueça que o especialista e o profissional é ele e é ao vendedor que deverá fazer todas as perguntas. Acredite nele, sempre com a postura de que a ultima decisão é sua.

Antes de mais, deve informar o vendedor se gosta de uma cama fofa e macia ou a sua preferência vai para uma cama mais rija e dura.

O vendedor vai informá-lo que os colchões de molas aguentam mais peso do que os de esponja, pelo que após a informação, opte você mesmo. No grupo das molas existem ainda variedades. Sabia que existem molas mais fortes que impedem do seu lado abanar quando a sua cara-metade se mexe?

Se sofre de alergias, também existem colchões para quem sofre destes males.

Mas qual é o colchão mais aconselhável – O de molas ou o de espuma? Esta pergunta impera. O de molas é mais confortável por ser mais mole, mas se procura rigidez, opte pelo de espuma.

No final de tudo e antes de comprar, vá á loja, descalce os sapatos e deite-se no colchão. Assim não vai ter com toda a certeza duvida quanto ao que vai comprar.


Carla Horta

Título: O que precisa saber na altura de comprar um colchão

Autor: Carla Horta (todos os textos)

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Imagem por: Warren Noronha

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Comentários     ( 3 )    recentes

  • SophiaSophia

    20-04-2014 às 15:40:36

    A Rua Direita acredita que os colchões devem ser muito confortáveis, afinal é o momento mais relaxante do dia - a hora de dormir!

    ¬ Responder
  • SophiaSophia

    19-04-2014 às 22:39:23

    A Rua Direita fica alegre com essas ideias valiosas. Parabéns!

    ¬ Responder
  • Sofia NunesSofia Nunes

    17-09-2012 às 12:19:53

    É importantíssimo escolher um bom colchão, uma vez que passamos parte considerável do período do dia a dormir, sendo neste momento que recuperamos a energia, pelo que devemos estar tão confortáveis e relaxados quanto possível. Para além de adquirirmos um bom colchão, é necessário que o troquemos, variando o seu período de vida de acordo com a qualidade do mesmo. Dos tipos de colchão no mercado, sem dúvida que prefiro os de espuma e látex.

    ¬ Responder

Comentários - O que precisa saber na altura de comprar um colchão

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Pulp Fiction: 20 anos depois

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Tema: Arte
Pulp Fiction: 20 anos depois\"Rua
Faz hoje 20 anos que estreou um dos mais importantes ícones cinematográficos americanos.

Pulp Fiction é um marco do cinema, que atirou para a ribalta Quentin Tarantino e as suas ideias controversas (ainda poucos tinham visto o brilhante “Cães Danados”).

Repleto de referências ao cinema dos anos 70 e com uma escolha de casting excepcional, Pulp Fiction conquistou o público com um discurso incisivo (os monólogos bíblicos de Samuel L. Jackson são um exemplo disso), uma violência propositadamente mordaz e uma não linearidade na sucessão dos acontecimentos, tudo isto, associado a um ritmo alucinante.

As três narrativas principais entrelaçadas de dois assassinos, um pugilista e um casal, valeram-lhe a nomeação para sete Óscares da Academia, acabando por vencer na categoria de Melhor Argumento Original, ganhando também o Globo de Ouro para Melhor Argumento e a Palma D'Ouro do Festival de Cannes para Melhor Filme.

O elenco era composto por nomes como John Travolta, Samuel L. Jackson, Bruce Willis, Uma Thurman e (porque há um português em cada canto do mundo) Maria de Medeiros.

Para muitos a sua banda sonora continua a constar na lista das melhores de sempre, e na memória cinéfila, ficam eternamente, os passos de dança de Uma Thurman e Travolta.

As personagens pareciam ser feitas à medida de cada actor.
Para John Travolta, até então conhecido pelos musicais “Grease” e “Febre de Sábado à Noite”, dar vida a Vincent Vega foi como um renascer na sua carreira.

Uma Thurman começou por recusar o papel de Mia Wallace, mas Tarantino soube ser persuasivo e leu-lhe o guião ao telefone até ela o aceitar.

Começava ali uma parceria profissional (como é habitual de Tarantino) que voltaria ao topo do sucesso com “Kill Bill”, quase 10 anos depois.

Com um humor negro afiadíssimo, Tarantino provou em 1994 que veio para revolucionar o cinema independente americano e nasceu aí uma inspirada carreira de sucesso, que ainda hoje é politicamente incorrecta, contradizendo-se da restante indústria.

Pulp Fiction é uma obra genial. Uma obra crua e simultaneamente refrescante, que sobreviveu ao tempo e se tornou um clássico.
Pulp Fiction foi uma lição de cinema!

Curiosidade Cinéfila:
pulp fiction ou revista pulp são nomes dados a revistas feitas com papel de baixa qualidade a partir do início de 1900. Essas revistas geralmente eram dedicadas às histórias de fantasia e ficção científica e o termo “pulp fiction” foi usado para descrever histórias de qualidade menor ou absurdas.

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Carla Correia

Título:Pulp Fiction: 20 anos depois

Autor:Carla Correia(todos os textos)

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