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O que precisa saber na altura de comprar um colchão

Categoria: Mobiliário
Visitas: 4
Comentários: 3
O que precisa saber na altura de comprar um colchão

O colchão acompanha-nos todos os dias, bem… Ou deverei dizer todas as noites? Uma coisa é certa, um colchão acompanha-nos durante toda a nossa vida.

Um colchão dura muitos anos e mesmo que compre um colchão de baixa qualidade, a durabilidade é grande. No entanto, e em como tudo na vida, apostar logo no inicio na qualidade do colchão vai fazer com que a satisfação seja um dos resultados positivos a par com a longevidade do dito.

Escolher um colchão pode acontecer somente duas vezes na vida. Poucas, é um facto, mas acredite, são procuras e escolhas que podem demorar, dar lugar a algumas indecisões e acima de tudo bastante ponderadas devido ao preço e às variedades que aparecem no mercado.

Mas como escolher um colchão? Com tanta variedade em qualidade e preço, o que preciso de facto de saber, de forma muito simples, quando comprar um colchão? Ver para crer como São Tomé, esta é uma expressão muito nossa, muito usada e muito, muito certa.

Ora se esta máxima nos acompanha desde sempre, na compra de um colchão é fundamental.

As lojas da especialidade estão espalhadas por vários locais. Até em grandes superfícies comerciais se encontram casas da especialidade. Entre, olhe e escute. Peça ajuda ao vendedor da loja. Temos sempre a ideia de que aqueles senhores que se apresentam de fato e gravata a vender colchões, só querem isso mesmo na realidade. Vender ou impingir! No entanto, não se esqueça que o especialista e o profissional é ele e é ao vendedor que deverá fazer todas as perguntas. Acredite nele, sempre com a postura de que a ultima decisão é sua.

Antes de mais, deve informar o vendedor se gosta de uma cama fofa e macia ou a sua preferência vai para uma cama mais rija e dura.

O vendedor vai informá-lo que os colchões de molas aguentam mais peso do que os de esponja, pelo que após a informação, opte você mesmo. No grupo das molas existem ainda variedades. Sabia que existem molas mais fortes que impedem do seu lado abanar quando a sua cara-metade se mexe?

Se sofre de alergias, também existem colchões para quem sofre destes males.

Mas qual é o colchão mais aconselhável – O de molas ou o de espuma? Esta pergunta impera. O de molas é mais confortável por ser mais mole, mas se procura rigidez, opte pelo de espuma.

No final de tudo e antes de comprar, vá á loja, descalce os sapatos e deite-se no colchão. Assim não vai ter com toda a certeza duvida quanto ao que vai comprar.


Carla Horta

Título: O que precisa saber na altura de comprar um colchão

Autor: Carla Horta (todos os textos)

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Imagem por: Warren Noronha

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Comentários     ( 3 )    recentes

  • SophiaSophia

    20-04-2014 às 15:40:36

    A Rua Direita acredita que os colchões devem ser muito confortáveis, afinal é o momento mais relaxante do dia - a hora de dormir!

    ¬ Responder
  • SophiaSophia

    19-04-2014 às 22:39:23

    A Rua Direita fica alegre com essas ideias valiosas. Parabéns!

    ¬ Responder
  • Sofia NunesSofia Nunes

    17-09-2012 às 12:19:53

    É importantíssimo escolher um bom colchão, uma vez que passamos parte considerável do período do dia a dormir, sendo neste momento que recuperamos a energia, pelo que devemos estar tão confortáveis e relaxados quanto possível. Para além de adquirirmos um bom colchão, é necessário que o troquemos, variando o seu período de vida de acordo com a qualidade do mesmo. Dos tipos de colchão no mercado, sem dúvida que prefiro os de espuma e látex.

    ¬ Responder

Comentários - O que precisa saber na altura de comprar um colchão

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Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

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Tema: DVD Filmes
Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.\"Rua
Este texto irá falar sobre o filme Ex_Machina, nele podem e vão ocorrer Spoillers, então se ainda não viram o filme, vejam e voltem depois para lê-lo.

Impressões iniciais:

Ponto para o filme. Já que pela sinopse baixei a expectativa ao imaginar que era apenas mais um filme de robôs com complexo de Pinóquio, mas evidentemente que é muito mais que isso.

Desde as primeiras cenas é possível perceber que o filme tem algo de especial, pois não vemos uma cena de abertura com nenhuma perseguição, explosão ou ação sem propósito, típica em filmes hollywoodianos.
Mais um ponto, pois no geral o filme prende mais nos diálogos cerebrais do que na história em si, e isso é impressionante para o primeiro filme, como diretor, de Alex Garland (também roteirista do filme). O filme se mostrou eficiente em criar um ambiente de suspense, em um enredo, aparentemente sem vilões ou perigos, que prende o espectador.

Entrando um pouco no enredo, não é difícil imaginar que tem alguma coisa errada com Nathan Bateman (Oscar Isaac), que é o criador do android Ava (Alicia Vikander), pois ele vive isolado, está trabalhando num projeto de Inteligência Artificial secreto e quando o personagem orelha, Caleb Smith (Domhnall Gleeson), é introduzido no seu ambiente, o espectador fica esperando que em algum momento ele (Nathan) se mostrará como vilão. No entanto isso ocorre de uma forma bastante interessante no filme, logo chegaremos nela.

Falando um pouco da estética do filme, ponto para ele de novo, pois evita a grande cidade (comum nos filmes de FC) como foco e se concentra mais na casa de Nathan, que fica nas montanhas cercadas de florestas e bastante isolado. Logo de cara já é possível perceber que a estética foi pensada para ser lembrada, e não apenas um detalhe no filme. A pesar do ambiente ser isolado era preciso demonstras que os personagens estão em um mundo modernizado, por isso o cineasta opta por ousar na arquitetura da casa de Nathan.

A casa é nesses moldes novos onde a construção se mistura com o ambiente envolta. Usando artifícios como espelhos, muitas paredes de vidro, estruturas de madeira e rochas, dando a impressão de camuflagem para a mesma, coisa que os ambientalistas julgam favorável à natureza. Por dentro se pode ver de forma realista como podem ser as smart-house, não tenho certeza se o termo existe, mas cabe nesse exemplo. As paredes internas são cobertas com fibra ótica e trocam de cor, um efeito que além de estético ajuda a criar climas de suspense, pois há momentos onde ocorrem quedas de energia, então fica tudo vermelho e trancado.

O papel de Caleb á ajudar Nathan a testar a IA de AVA, mas com o desenrolar da história Nathan revela que o verdadeiro teste está em saber se Ava é capaz de “usar”, ou “se aproveitar” de Caleb, que se demonstra ser uma pessoa boa.

Caleb é o típico nerd introvertido, programador, sem amigos, sem família e sem namorada. Nathan também representa a evolução do nerd. O nerd nos dias de hoje. Por fora o cara é careca, barbudão com uns traços orientais (traços indianos, pois a Índia também fica no Oriente), bebê bastante e ao mesmo tempo malha e mantém uma dieta saudável pra compensar. E por dentro é um gênio da programação que criou, o google, o BlueBook, que é um sistema de busca muito eficiente.

Destaque para um diálogo sobre o BlueBook, onde Nathan fala para Caleb:
“Sabe, meus concorrentes estavam tão obcecados em sugar e ganhar dinheiro por meio de compras e mídia social. Achavam que ferramenta de pesquisa mapeava O QUE as pessoas pensavam. Mas na verdade eles eram um mapa de COMO as pessoas pensavam”.

Impulso. Resposta. Fluido. Imperfeição. Padronização. Caótico.

A questão filosófica vai além disso esbarrando no conceito de “vontade de potência”, de Nietzche, mas sobre isso não irei falar aqui, pois já há textos muito bons por aí.

Tem outra coisa que o filme me lembrou, que eu não sei se é referência ou se foi ocasional, mas o local onde Ava está presa e a forma como ela fica deitada num divã, e questiona se Caleb a observa por detrás das câmeras, lembra o filme “A pele que habito” de Almodóvar, um outro filme excelente que algum dia falarei por aqui.

Talvez seja uma versão “O endoesqueleto de metal e silicone que habito”, ou “O cérebro positrônico azul que habito”, mesmo assim não podia deixar de citar a cena por que é muito interessante.

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Jhon Erik Voese

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Comentários

  • Suassuna 11-09-2015 às 02:03:47

    Gostei do texto, irei conferir o filme.

    ¬ Responder
  • Jhon Erik VoeseJhon Erik Voese

    15-09-2015 às 15:51:02

    Que bom, obrigado! Espero que goste do filme também!

    ¬ Responder

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