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O impacto das redes sociais nas empresas

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Internet
Visitas: 150
Comentários: 7
O impacto das redes sociais nas empresas

Entende-se por redes sociais os aplicativos que inter-ligam pessoas, propõem interação pessoal e empresarial e ainda formam laços virtuais de amizades ou negócios. Essas redes têm crescido consideravelmente nos últimos anos. São sinônimos de sociabilidade em um mundo em que são inegáveis as facilidades que a rede mundial de computadores proporciona. Nessas redes é possível reencontrar antigos companheiros sejam eles de escola, trabalho ou relacionamento conjugal; é possível formar novos laços de amizade, apenas virtuais ou que começam na virtualidade e passam a relacionamentos também presentes na realidade do dia-a-dia.

Diante desse fenômeno de marketing pessoal, no qual se pode vender a si próprio da forma que julgar mais prudente ou necessária (afinal no ciberespaço tudo o que se diz ser pode não ser necessariamente o que se é de fato), as redes de sociabilidade criaram oportunidades únicas de realizações pessoais. Nesses sites de relacionamento é possível saber sobre a rotina de empresas, celebridades ou de pessoas comuns através do que elas publicam.

As empresas, no intuito de angariar cada vez mais popularidade, utilizam esse tipo de marketing a favor do seu empreendimento. Por ser um ambiente altamente procurado, visto e impactante, as empresas têm se dedicado a estes tipos de redes para venderem seus produtos. A propaganda gerada pelas redes sociais é bastante eficaz visto que um número cada vez maior de usuários utiliza esse tipo de serviço. As redes sociais chegam a ser mais eficazes quando o quesito é publicidade do que os próprios sites das empresas. As redes ajudam a construir imagens positivas dos estabelecimentos e sustentam muitos empreendimentos, principalmente auxiliando os pequenos empresários, já que se trata de uma oportunidade gratuita de propaganda empresarial.

Nesses sites há também a possibilidade de se agregar as comunidades de mesmo interesse. Essas comunidades são amplamente visitadas. Nelas há a oportunidade de interagir com os usuários, futuros clientes, clientes já conquistados ou até mesmo demais empresas de mesma categoria. Ainda há também a possibilidade de se inserir a imagem da empresa em fotologs, blogs ou vídeologs, gerando ainda mais visibilidade ao empreendimento. Esse impacto é altamente positivo para a empresa. Pode inclusive evitar possíveis crises, já que se está sempre em contato com o público e buscando, através dessas formas de interação, ampliar a lista de clientes ou simpatizantes da empresa.

Entretanto as empresas não utilizam só as redes sociais no intuito de ampliar seu cadastro de clientes, venderem seus produtos e fazer seu marketing. Muitas empresas usam também esses sites de relacionamento com o objetivo de conhecer mais seus funcionários a partir do que registram nessas redes. O que não é muito positivo, pois dependendo do tipo de exposição que se faz ou do que se diz nessas redes, o empregador pode ver com outros olhos o seu empregado. É preciso ter cuidado ao se expor demais nessas redes sociais a fim de não causar equívocos. Esse é um dos lados negativos que o impacto das redes sociais pode causar nas empresas.

É possível concluir que a utilização desse novo tipo de comunicação pode gerar surpresas tanto positivas quanto negativas. É preciso se estar atento as novas tendências e as novas tecnologias para ampliar horizontes e para as empresas ampliar negócios.


Rosana Fernandes

Título: O impacto das redes sociais nas empresas

Autor: Rosana Fernandes (todos os textos)

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813 

Imagem por: jurvetson

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Comentários     ( 7 )    recentes

  • Briana AlvesBriana

    18-10-2014 às 21:47:10

    O mundo mudou muito! As empresas tiveram que se adequar a essas mudanças, inclusive, nas suas relações com seus clientes. No caso, as redes sociais permitiram a aproximação da empresa juntamente com seus clientes, assim, tudo fica mais rápido de resolver.

    ¬ Responder
  • SophiaSophia

    16-04-2014 às 18:08:58

    É incrível os seus impactos. Ótimo texto!

    A equipa da Rua Direita

    ¬ Responder
  • Paulo SergioPaulo Sergio

    26-06-2012 às 11:33:38

    é incrívil como as redes sociais podem mandar em nossas mentes.... e ultilizar isto em empresas é genial!

    ¬ Responder
  • JulianaJuliana

    16-12-2011 às 14:51:50

    Caros, alguém pode informar quando este texto foi produzido?

    ¬ Responder
  • LuhLuh

    06-06-2011 às 18:17:39

    este texto da pra fazer um trabalho e tantoo

    ¬ Responder
  • Edvaldo José da SilvaEdvaldo José da Silva

    19-04-2011 às 15:46:40

    Certamente que se as empresas souberem tirar proveito desse meio irão se diferenciar das outras..

    ¬ Responder
  • alexandre pereirra alcantaraalexandre pereirra alcantara

    13-12-2010 às 17:47:29

    eu acho que isso tem tudo aver em seus meios socias...

    ¬ Responder

Comentários - O impacto das redes sociais nas empresas

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Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: DVD Filmes
Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.\"Rua
Este texto irá falar sobre o filme Ex_Machina, nele podem e vão ocorrer Spoillers, então se ainda não viram o filme, vejam e voltem depois para lê-lo.

Impressões iniciais:

Ponto para o filme. Já que pela sinopse baixei a expectativa ao imaginar que era apenas mais um filme de robôs com complexo de Pinóquio, mas evidentemente que é muito mais que isso.

Desde as primeiras cenas é possível perceber que o filme tem algo de especial, pois não vemos uma cena de abertura com nenhuma perseguição, explosão ou ação sem propósito, típica em filmes hollywoodianos.
Mais um ponto, pois no geral o filme prende mais nos diálogos cerebrais do que na história em si, e isso é impressionante para o primeiro filme, como diretor, de Alex Garland (também roteirista do filme). O filme se mostrou eficiente em criar um ambiente de suspense, em um enredo, aparentemente sem vilões ou perigos, que prende o espectador.

Entrando um pouco no enredo, não é difícil imaginar que tem alguma coisa errada com Nathan Bateman (Oscar Isaac), que é o criador do android Ava (Alicia Vikander), pois ele vive isolado, está trabalhando num projeto de Inteligência Artificial secreto e quando o personagem orelha, Caleb Smith (Domhnall Gleeson), é introduzido no seu ambiente, o espectador fica esperando que em algum momento ele (Nathan) se mostrará como vilão. No entanto isso ocorre de uma forma bastante interessante no filme, logo chegaremos nela.

Falando um pouco da estética do filme, ponto para ele de novo, pois evita a grande cidade (comum nos filmes de FC) como foco e se concentra mais na casa de Nathan, que fica nas montanhas cercadas de florestas e bastante isolado. Logo de cara já é possível perceber que a estética foi pensada para ser lembrada, e não apenas um detalhe no filme. A pesar do ambiente ser isolado era preciso demonstras que os personagens estão em um mundo modernizado, por isso o cineasta opta por ousar na arquitetura da casa de Nathan.

A casa é nesses moldes novos onde a construção se mistura com o ambiente envolta. Usando artifícios como espelhos, muitas paredes de vidro, estruturas de madeira e rochas, dando a impressão de camuflagem para a mesma, coisa que os ambientalistas julgam favorável à natureza. Por dentro se pode ver de forma realista como podem ser as smart-house, não tenho certeza se o termo existe, mas cabe nesse exemplo. As paredes internas são cobertas com fibra ótica e trocam de cor, um efeito que além de estético ajuda a criar climas de suspense, pois há momentos onde ocorrem quedas de energia, então fica tudo vermelho e trancado.

O papel de Caleb á ajudar Nathan a testar a IA de AVA, mas com o desenrolar da história Nathan revela que o verdadeiro teste está em saber se Ava é capaz de “usar”, ou “se aproveitar” de Caleb, que se demonstra ser uma pessoa boa.

Caleb é o típico nerd introvertido, programador, sem amigos, sem família e sem namorada. Nathan também representa a evolução do nerd. O nerd nos dias de hoje. Por fora o cara é careca, barbudão com uns traços orientais (traços indianos, pois a Índia também fica no Oriente), bebê bastante e ao mesmo tempo malha e mantém uma dieta saudável pra compensar. E por dentro é um gênio da programação que criou, o google, o BlueBook, que é um sistema de busca muito eficiente.

Destaque para um diálogo sobre o BlueBook, onde Nathan fala para Caleb:
“Sabe, meus concorrentes estavam tão obcecados em sugar e ganhar dinheiro por meio de compras e mídia social. Achavam que ferramenta de pesquisa mapeava O QUE as pessoas pensavam. Mas na verdade eles eram um mapa de COMO as pessoas pensavam”.

Impulso. Resposta. Fluido. Imperfeição. Padronização. Caótico.

A questão filosófica vai além disso esbarrando no conceito de “vontade de potência”, de Nietzche, mas sobre isso não irei falar aqui, pois já há textos muito bons por aí.

Tem outra coisa que o filme me lembrou, que eu não sei se é referência ou se foi ocasional, mas o local onde Ava está presa e a forma como ela fica deitada num divã, e questiona se Caleb a observa por detrás das câmeras, lembra o filme “A pele que habito” de Almodóvar, um outro filme excelente que algum dia falarei por aqui.

Talvez seja uma versão “O endoesqueleto de metal e silicone que habito”, ou “O cérebro positrônico azul que habito”, mesmo assim não podia deixar de citar a cena por que é muito interessante.

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Jhon Erik Voese

Título:Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

Autor:Jhon Erik Voese(todos os textos)

Imagem por: jurvetson

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Comentários

  • Suassuna 11-09-2015 às 02:03:47

    Gostei do texto, irei conferir o filme.

    ¬ Responder
  • Jhon Erik VoeseJhon Erik Voese

    15-09-2015 às 15:51:02

    Que bom, obrigado! Espero que goste do filme também!

    ¬ Responder

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