Bem vindo à Rua Direita!
Eu sou a Sophia, a assistente virtual da Rua Direita.
Em que posso ser-lhe útil?

Email

Questão

a carregar
Textos | Produtos                                                    
|
Top 30 | Categorias

Email

Password


Esqueceu a sua password?
Início > Textos > Categoria > Empresariais > COMBUSTÍVEL PARA VIDA

COMBUSTÍVEL PARA VIDA

Categoria: Empresariais
COMBUSTÍVEL PARA VIDA

COMBUSTÍVEL PARA VIDA

O homem desde os primórdios sempre procurou algo que desse sentido a sua existência. A busca quase incessante por algo que o motivasse a evoluir pautou mesmo que inconscientemente a história humana.

Evidentemente, com o desenvolvimento da ciência, foi possível compreender melhor os diversos fatores que interferem na motivação do indivíduo.

É possível notar, que o homem precisa de algo que vai além de um reconhecimento financeiro, hierárquico ou promocional, pois com o passar do tempo estas coisas não serão mais atrativas. O ser humano precisa de: motivação.

Quando digo motivação, logo, refiro-me, ao impulso interior que nos alça a águas mais profundas, a desbravar o novo, a lançar-se nas possibilidades em busca dos objetivos. Mas quais objetivos? O que te motiva? Quais são os seus objetivos?

A etimologia da palavra objetivo, deriva do Latim OBJECTIVUS, de OBJECTUM, “algo colocado à frente (dos olhos, da mente)”.
Difícil? Talvez. O fato é que nossos objetivos estão em constante mudança. Comprar uma casa, trocar o carro, terminar a faculdade... Ufa! Que sufoco!

Entretanto, qual a graça da vida senão esta? Mirar em um sonho e canalizar suas forças para conquistá-lo, como uma flecha ao alvo.
Nada como o sabor de uma conquista!

Já nos ensinava Martin Luther King “Se não puder voar, corra. Se não puder correr, ande. Se não puder andar, rasteje, mas continue em frente de qualquer jeito...”.
Talvez o segredo seja este: Não cesse de avançar! Não desista! Persista! Corra! Alcance!

É claro que quando olhamos para todos os nossos objetivos, nasce uma dúvida: Terei tempo para tudo isso? Digo-lhe, depende. Depende de como você gasta seu tempo, como você administra este curto e custoso espaço e até mesmo com quem você o gasta.

Tem momentos que você deve refletir consigo mesmo e avaliar se o tempo que gasta com algumas coisas, de fato, tem valido a pena, se os retornos trazidos tem valido o investimento. Quantas coisas você descobrirá ao fazer esta experiência... Meu Deus, o que tenho feito com a minha vida? É isso mesmo que quero pra mim?

A vida passa depressa demais para ser desperdiçada, por isso extraia dela o melhor que puder, o melhor que conseguir, levante-se de manha com a certeza que hoje não será mais um dia, mas será O DIA. O dia onde tudo é possível, o dia onde posso mais uma vez canalizar as minhas forças e desejos para alcançar meus objetivos.

E amanhã? O amanhã ainda é incerto, mas quando ele for certo, terei mais uma oportunidade de aprender, de melhorar, de estudar, de aperfeiçoar, enfim de fazer o bem. O bem para mim e para os outros que me cercam.

Não desprezes o dom que a vida te deu, afinal quando ela passar não restará mais nada, a não ser aquilo que marcamos na vida das pessoas, as boas lembranças, as conquistas que deixamos, a admiração daqueles que ficaram.

Por isso, faça a experiência de identificar quais são os seus objetivos, e invista neles. Afinal, a melhor sensação que podemos ter, é refletir sobre nosso dia e concluir: Eu vivi.


Guilherme Henrique da Silva

Título: COMBUSTÍVEL PARA VIDA

Autor: Guilherme Henrique Silva (todos os textos)

Visitas: 0

0 

Comentários - COMBUSTÍVEL PARA VIDA

voltar ao texto
  • Avatar *     (clique para seleccionar)


  • Nome *

  • Email

    opcional - receberá notificações

  • Mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios


  • Notifique-me de comentários neste texto por email.

  • Notifique-me de respostas ao meu comentário por email.

Pulp Fiction: 20 anos depois

Ler próximo texto...

Tema: Arte
Pulp Fiction: 20 anos depois\"Rua
Faz hoje 20 anos que estreou um dos mais importantes ícones cinematográficos americanos.

Pulp Fiction é um marco do cinema, que atirou para a ribalta Quentin Tarantino e as suas ideias controversas (ainda poucos tinham visto o brilhante “Cães Danados”).

Repleto de referências ao cinema dos anos 70 e com uma escolha de casting excepcional, Pulp Fiction conquistou o público com um discurso incisivo (os monólogos bíblicos de Samuel L. Jackson são um exemplo disso), uma violência propositadamente mordaz e uma não linearidade na sucessão dos acontecimentos, tudo isto, associado a um ritmo alucinante.

As três narrativas principais entrelaçadas de dois assassinos, um pugilista e um casal, valeram-lhe a nomeação para sete Óscares da Academia, acabando por vencer na categoria de Melhor Argumento Original, ganhando também o Globo de Ouro para Melhor Argumento e a Palma D'Ouro do Festival de Cannes para Melhor Filme.

O elenco era composto por nomes como John Travolta, Samuel L. Jackson, Bruce Willis, Uma Thurman e (porque há um português em cada canto do mundo) Maria de Medeiros.

Para muitos a sua banda sonora continua a constar na lista das melhores de sempre, e na memória cinéfila, ficam eternamente, os passos de dança de Uma Thurman e Travolta.

As personagens pareciam ser feitas à medida de cada actor.
Para John Travolta, até então conhecido pelos musicais “Grease” e “Febre de Sábado à Noite”, dar vida a Vincent Vega foi como um renascer na sua carreira.

Uma Thurman começou por recusar o papel de Mia Wallace, mas Tarantino soube ser persuasivo e leu-lhe o guião ao telefone até ela o aceitar.

Começava ali uma parceria profissional (como é habitual de Tarantino) que voltaria ao topo do sucesso com “Kill Bill”, quase 10 anos depois.

Com um humor negro afiadíssimo, Tarantino provou em 1994 que veio para revolucionar o cinema independente americano e nasceu aí uma inspirada carreira de sucesso, que ainda hoje é politicamente incorrecta, contradizendo-se da restante indústria.

Pulp Fiction é uma obra genial. Uma obra crua e simultaneamente refrescante, que sobreviveu ao tempo e se tornou um clássico.
Pulp Fiction foi uma lição de cinema!

Curiosidade Cinéfila:
pulp fiction ou revista pulp são nomes dados a revistas feitas com papel de baixa qualidade a partir do início de 1900. Essas revistas geralmente eram dedicadas às histórias de fantasia e ficção científica e o termo “pulp fiction” foi usado para descrever histórias de qualidade menor ou absurdas.

Pesquisar mais textos:

Carla Correia

Título:Pulp Fiction: 20 anos depois

Autor:Carla Correia(todos os textos)

Alerta

Tipo alerta:

Mensagem

Conte-nos porque marcou o texto. Essa informação não será publicada.

Pesquisar mais textos:

Deixe o seu comentário

  • Nome *

  • email

    opcional - receberá notificações

  • mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios