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O poder dos Media

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Outros
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O poder dos Media

Os media são provavelmente uma das mais forças mundiais neste momento. Para além de servirem como uma força imensa na divulgação da informação 24 horas por dia, conseguem chocar-nos, fazer-nos sentir emocionados e até mesmo manipular a forma como encaramos determinado assunto presente, nomeadamente na política.

A ter em atenção que somos bombardeados 24 horas por dia com informação vinda de todos os cantos do mundo, seja através de jornais, telejornais, canais de notícias que correm horas por dia, rádio e a internet. Será que sempre foi assim?

Não, esta mudança foi algo que se deu num máximo de anos, o que muitos consideram demasiado rápida, visto que muitas pessoas não conseguiram ainda estabelecer filtros, nem Têm essa capacidade de barrar informação que lhes
pode ser nociva a nível mental e emocional.




Sim, os media realmente têm poder sobre a forma como percecionamos o mundo. Não se nota na forma como as pessoas falam do mundo, do facto que uma notícia de um pai matar toda a família e despois cometer suicídio já não ser novidade ou pior, de uma mãe afogar os filhos e depois entregar-se à polícia, se já agora entendido como notícia do costume?

Isto não será sinal que o ser humano está a tornar-se a cada dia que passa, cada vez mais desligado dos conceitos de bem e mal!? Ou a perder a sensibilidade em relação a assuntos que até então eram considerados graves?

Com a facilidade que à presentemente na divulgação de informação, à que haver também em nós uma maior resistência em relação aquilo que decidimos absorver para as nossas vidas e entender que, muitas vezes apesar, do ser humano ser um produto inevitável da sociedade e tempo em que vive, nós não temos de ser aquilo que os outros, consciente ou inconscientemente querem sejamos ou pensemos.


Bruno Jorge

Título: O poder dos Media

Autor: Bruno Jorge (todos os textos)

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Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal\"Rua
Gertrude Stein foi uma escritora de peças de teatro, de peças de opera, de ficção, de biografia e de poesia, nascida nos Estados Unidos da América, e escreveu a Autobiografia de Alice B. Toklas, vestindo a pele, e ouvindo pela viva voz da sua companheira de 25 anos de vida, os relatos da historia de ambas, numa escrita acessível, apresentando situações caricatas ou indiscretas de grandes vultos da arte e da escrita da sua época. Alice B. Toklas foi também escritora, apesar de ter vivido sempre um pouco na sombra de Stein. Apesar de ambas terem crescido na Califórnia, apenas se conheceram em Paris, em 1907.


Naquela altura, Gertrude vivia há quatro anos com o seu irmão, o artista Leo Stein, no numero 27 da rue de Fleurus, num apartamento que se tinha transformado num salão de arte, recebendo exposições de arte moderna, e divulgando artistas que viriam a tornar-se muito famosos. Nestes anos iniciais em Paris, Stein estava a escrever o seu mais importante trabalho de início de carreira, Three Lives (1905).


Quando Gertrude e Alice se conheceram, a sua conexão foi imediata, e rapidamente Alice foi viver com Gertrude, tornando-se sua parceira de escrita e de vida. A casa, como se referiu atrás, tornou-se um local de reunião para escritores e artistas da vanguarda da época. Stein ajudou a lançar as carreiras de Matisse, e Picasso, entre outros, e passou a ser uma espécie de teórica de arte, aquela que descrevia os trabalhos destes artistas. No entanto, a maior parte das críticas que Stein recebia, acusavam-na de utilizar uma escrita demasiado densa e difícil, pelo que apenas em 1933, com a publicação da Autobiografia de Alice B. Toklas, é que o trabalho de Gertrude Stein se tornou de facto reconhecido e elogiado.


Alice foi o apoio de Gertrude, foi a dona de casa, a cozinheira, grande cozinheira aliás, vindo mais tarde a publicar algumas das suas receitas, e aquela que redigia e corrigia o que Gertrude lhe ditava. Assim, Toklas fundou uma pequena editora, a Plain Editions, onde publicava o trabalho de Gertrude. Aliás, é reconhecido nesta Autobiografia, que o papel de Gertrude, no casal, era o de marido, escrevendo e discutindo arte com os homens, enquanto Alice se ocupava da casa e da cozinha, e de conversar sobre chapéus e roupas com as mulheres dos artistas que visitavam a casa. Depois da morte de Gertrude, Alice continuou a promover o trabalho da sua companheira, bem como alguns trabalhos seus, de culinária, e um de memórias da vida que ambas partilharam.


Assim, este livro que inspirou o filme “Meia noite em Paris”, de Woody Allen, é um livro a não perder, já nas livrarias em Portugal, pela editora Ponto de Fuga.

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Liliana Félix Leite

Título:Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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