Bem vindo à Rua Direita!
Eu sou a Sophia, a assistente virtual da Rua Direita.
Em que posso ser-lhe útil?

Email

Questão

a carregar
Textos | Produtos                                                    
|
Top 30 | Categorias

Email

Password


Esqueceu a sua password?
Início > Textos > Categoria > Outros > NÓS TEMOS A FORÇA E NÃO O HE-MAN

NÓS TEMOS A FORÇA E NÃO O HE-MAN

Categoria: Outros
NÓS TEMOS A FORÇA E NÃO O HE-MAN

Nesse dia 08 do mês de Março, especialmente dedicado à mulher, só gostaria de lembrar a todos que somos boa parte do apoio, na verdade somos ao menos 80% da alavanca que movem o mundo e induzem os homens a tomarem decisões para o bem ou para o mal. Somente os narcisistas, os machistas, misóginos desdenham de nós, de nossa causa, de nossos conflitos e conselhos, no geral, temos bastante autonomia sobre qualquer assunto e podemos reverter ideias ou ideais na direção de um bem comum. Não se trata de sedução ou manipulação feminina, trata-se de estratégia; uma mulher inteligente sabe bem onde e quando pode e deve empregar sua mente, seu humor, seu rancor, sua dor.

As mulheres em suas lutas são geradoras de novos modos de se pensar e comportar; graças a nosso gênio criativo salvamos vidas; embora muito dessa força, gênio, inteligência, tenha sido revertida para o mal... As mulheres foram o sustentáculo do 3o. Reich, que só as usou e abusou, e muitas, por livre e espontânea vontade, cooperaram para o crescimento da Alemanha Nazista; para Hitler e seus demais comandados, as mulheres eram buchas de canhão; eram seres para serem mimados e quando cansados do brinquedo, descartados; mas, foram também as mulheres, que reconstruíram essa mesma Alemanha completamente destruída no pós-guerra.

Por isso, sabemos, temos nossos próprios interesses, razões e meios para tomar nossas próprias decisões sem depender de homem algum; tomamos decisões e fazemos aquilo que achamos necessário. Fazemos hoje, fazemos agora e faremos sempre.Temos uma essência adormecida e a alma pela metade… A alma é um constante fazer, um constante criar... Essência desperta, evolução concluída!

Mulher no canto
Mulher encanto
Mulher desencanto
Mulher espanto
Mulher nem tanto

Mulher ingrata
Mulher grata
Mulher gata
Mulher rata
Mulher cheia de graça
Mulher desgraçada
Mulher descabelada
Mulher desengonçada

Mulher distante
Mulher amante
Mulher cortante
Mulher tratante
Mulher irritante
Mulher fascinante
Mulher mutante

Mulher forte
Mulher fraca
Mulher primeira
Mulher segunda
Mulher terceira
Mulher caseira
Mulher altaneira
Mulher festeira
Mulher brincadeira

Mulher velha
Mulher sábia
Mulher fada
Mulher chata
Mulher amada
Mulher bala
Mulher pacata
Mulher mal-amada

Mulher sofrida
Mulher vadia
Mulher da vida
Mulher cantiga
Mulher poesia

Mulher demente
Mulher presente
Mulher ausente
Mulher doente

Mulher boa
Mulher boba
Mulher “loira”
Mulher à toa

Mulher nova
Mulher formosa
Mulher gostosa
Mulher fogosa
Mulher aurora
Mulher da hora

Mulher nobreza
Pura certeza
Vestida de mistério
Revestida de grandeza
Despida de sutilezas

Mulher vento
Mulher terra
Mulher fogo
Mulher água

Tempestade que desaba
Noites tormentosas
Dias de calmaria
Dias de bonança
Amargas / doces lembranças
Mulher esperança / refúgio
Do homem fraco / forte / rico / pobre
Vil / apaixonado / poderoso / inconstante
Que mesmo falho / medroso / fervoroso / vacilante
Não deixa de ser nunca o pai / o filho / o amante.


Sayonara Melo

Título: NÓS TEMOS A FORÇA E NÃO O HE-MAN

Autor: Sayonara Melo (todos os textos)

Visitas: 0

0 

Comentários - NÓS TEMOS A FORÇA E NÃO O HE-MAN

voltar ao texto
  • Avatar *     (clique para seleccionar)


  • Nome *

  • Email

    opcional - receberá notificações

  • Mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios


  • Notifique-me de comentários neste texto por email.

  • Notifique-me de respostas ao meu comentário por email.

Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

Ler próximo texto...

Tema: Literatura
Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal\"Rua
Gertrude Stein foi uma escritora de peças de teatro, de peças de opera, de ficção, de biografia e de poesia, nascida nos Estados Unidos da América, e escreveu a Autobiografia de Alice B. Toklas, vestindo a pele, e ouvindo pela viva voz da sua companheira de 25 anos de vida, os relatos da historia de ambas, numa escrita acessível, apresentando situações caricatas ou indiscretas de grandes vultos da arte e da escrita da sua época. Alice B. Toklas foi também escritora, apesar de ter vivido sempre um pouco na sombra de Stein. Apesar de ambas terem crescido na Califórnia, apenas se conheceram em Paris, em 1907.


Naquela altura, Gertrude vivia há quatro anos com o seu irmão, o artista Leo Stein, no numero 27 da rue de Fleurus, num apartamento que se tinha transformado num salão de arte, recebendo exposições de arte moderna, e divulgando artistas que viriam a tornar-se muito famosos. Nestes anos iniciais em Paris, Stein estava a escrever o seu mais importante trabalho de início de carreira, Three Lives (1905).


Quando Gertrude e Alice se conheceram, a sua conexão foi imediata, e rapidamente Alice foi viver com Gertrude, tornando-se sua parceira de escrita e de vida. A casa, como se referiu atrás, tornou-se um local de reunião para escritores e artistas da vanguarda da época. Stein ajudou a lançar as carreiras de Matisse, e Picasso, entre outros, e passou a ser uma espécie de teórica de arte, aquela que descrevia os trabalhos destes artistas. No entanto, a maior parte das críticas que Stein recebia, acusavam-na de utilizar uma escrita demasiado densa e difícil, pelo que apenas em 1933, com a publicação da Autobiografia de Alice B. Toklas, é que o trabalho de Gertrude Stein se tornou de facto reconhecido e elogiado.


Alice foi o apoio de Gertrude, foi a dona de casa, a cozinheira, grande cozinheira aliás, vindo mais tarde a publicar algumas das suas receitas, e aquela que redigia e corrigia o que Gertrude lhe ditava. Assim, Toklas fundou uma pequena editora, a Plain Editions, onde publicava o trabalho de Gertrude. Aliás, é reconhecido nesta Autobiografia, que o papel de Gertrude, no casal, era o de marido, escrevendo e discutindo arte com os homens, enquanto Alice se ocupava da casa e da cozinha, e de conversar sobre chapéus e roupas com as mulheres dos artistas que visitavam a casa. Depois da morte de Gertrude, Alice continuou a promover o trabalho da sua companheira, bem como alguns trabalhos seus, de culinária, e um de memórias da vida que ambas partilharam.


Assim, este livro que inspirou o filme “Meia noite em Paris”, de Woody Allen, é um livro a não perder, já nas livrarias em Portugal, pela editora Ponto de Fuga.

Pesquisar mais textos:

Liliana Félix Leite

Título:Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

Alerta

Tipo alerta:

Mensagem

Conte-nos porque marcou o texto. Essa informação não será publicada.

Pesquisar mais textos:

Deixe o seu comentário

  • Nome *

  • email

    opcional - receberá notificações

  • mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios