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Avaliar o barco alheio

Categoria: Empresariais
Comentários: 1
Avaliar o barco alheio

Rumar com segurança

A internet como meio de expressão máxima da globalização dos mercados facilita em grande medida a expressão do movimento de mercadorias extra e intra delimitações jurídicas.

Com a noção actual de que estamos todos no mesmo barco, não importa a zona geográfica em que nos encontramos, são essas delimitações que traçam os contornos dos países, determinando dessa forma o que é considerado export ou importação, ou seja, o que sai ou entra nessa comunidade cultural, juridicamente reconhecida e com regras próprias na engrenagem económica que a sustenta.

A circulação de bens, serviços, recursos humanos ou ideias, em esferas económicas de diferentes países, promove o enriquecimento mútuo desde que, à semelhança de qualquer troca ou transacção, os valores de cada parte sejam respeitados.

Dessa forma, há que conhecer o espaço alheio, tão bem ou melhor do que o nosso, de forma a não causar choques culturais ou incompatibiliades económicas.

Depois de reunir o máximo de informação, avalia-se o risco/benefício e respectivas estratégias de concretização do negócio em vista, de modo a prever que rumo dar ao leme.

Convém averiguar qual é a maresia mais compensatória para dirigir um negócio a um porto seguro.


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Título: Avaliar o barco alheio

Autor: Rua Direita (todos os textos)

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • Yuri SilvaYuri

    11-07-2014 às 18:53:39

    Certos que não devemos olhar o barco alheio. Às vezes, uma estratégia ou um negócio de um, não fará com que da outra pessoa seja um sucesso. Cada um é cada um.

    ¬ Responder

Comentários - Avaliar o barco alheio

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Fine and Mellow

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Tema: Música
Fine and Mellow\"Rua
"O amor é como uma torneira
Que você abre e fecha
Às vezes quando você pensa que ela está aberta, querido
Ela se fechou e se foi"
(Fine and Melow by Billie Holiday)

Ao assistir a Bio de Billie Holiday, ocorreu-me a questão Bluesingers x feminismo, pois quem ouve Blues, especialmente as mais antigas, as damas dos anos 10, 20, 30, 40, 50, há de pensar que eram mulheres submissas ao machismo e maldade de seus homens. Mas, as cantoras de Blues, eram mulheres extremamente independentes; embora cantassem seus problemas, elas não eram submissas a ponto de serem ultrajadas, espancadas... Eram submissas, sim, ao amor, ao bom trato... Essas mulheres, durante muito tempo, tiveram de se virar sozinhas e sempre que era necessário, ficavam sós ou mudavam de parceiros ou assumiam sua bissexualidade ou homossexualidade efetiva. Estas senhoras, muitas trabalharam como prostitutas, eram viciadas em drogas ou viviam boa parte entregues ao álcool, merecem todo nosso respeito. Além de serem precursoras do feminismo, pois romperam barreiras em tempos bem difíceis, amargavam sua solidão motivadas pelo preconceito em relação a cor de sua pele, como aconteceu a Lady Day quê, quando tocava com Artie Shaw, teve que esperar muitas vezes dentro do ônibus, enquanto uma cantora branca cantava os arranjos que haviam sido feitos especialmente para ela, Bilie Holiday. Foram humilhadas, mas, nunca servis; lutaram com garra e competência, eram mulheres de fibra e cheias de muito amor. Ouvir Billie cantar Strange Fruit, uma das primeiras canções de protestos, sem medo, apenas com dor na alma, é demais para quem tem sentimentos. O brilho nos olhos de Billie, fosse quando cantava sobre dor de amor ou sobre dor da dor, é insubstituível. Viva elas, nossas Divas do Blues, viva Billie Holiday, aquela que quando canta parte o coração da gente; linda, magnifica, incomparável, Lady Day.

O amor vai fazer você beber e cair
Vai fazer você ficar a noite toda se repetindo

O amor vai fazer você fazer coisas
Que você sabe que são erradas

Mas, se você me tratar bem, querido
Eu estarei em casa todos os dias

Mas, se você continuar a ser tão mau pra mim, querido
Eu sei que você vai acabar comigo

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Sayonara Melo

Título:Fine and Mellow

Autor:Sayonara Melo(todos os textos)

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