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Dosear com ritmo

Categoria: Empresariais
Comentários: 1
Dosear com ritmo

Criatividade potencia gestão

Bons tempos aqueles em que nos esgueirávamos para a despensa, na esperança de conseguirmos tirar um pacote de bolachas, que mais tarde nos impediria de comer a nossa sobremesa favorita, pois não obstante a criatividade engenhosa da nossa mãe, não havia forma de nos preparar a surpresa, sem esse elemento.

Desde o espaço caseiro ao empresarial, a vida rege-se pela avaliação do binómio custo/benefício. Na tomada de decisão mais simples, dispendemos energia a avaliar qual a forma mais vantajosa para prosseguir nas nossas vidas.

A gestão é a responsável pelo sucesso ou descalabro dos lares e das empresas. A organização dos recursos, normalmente finitos, aplicados à satisfação de determinado fim, re-inventado no tempo e com algo de novo para preencher, faz desta forma de organização um engenhoso estímulo à criatividade humana.

Seja ao nível da gestão da empresa, dos stocks, dos recursos humanos, emocional, patrimonial e financeira, da produção, da imagem, de clientes ou do próprio tempo, o intuito é potenciar os benefícios ou a (re)utilização dos recursos, com o ritmo certo para cada situação. A mistura entre a dose/quantidade, o procedimento adequado e tempo correcto tem de ser eficaz, para evitar o desperdício.


Rua Direita

Título: Dosear com ritmo

Autor: Rua Direita (todos os textos)

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • Kizua UriasKizua

    11-07-2014 às 19:10:33

    Muito bom seu texto. É preciso dosear com ritmo.

    ¬ Responder

Comentários - Dosear com ritmo

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Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

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Tema: Literatura
Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal\"Rua
Gertrude Stein foi uma escritora de peças de teatro, de peças de opera, de ficção, de biografia e de poesia, nascida nos Estados Unidos da América, e escreveu a Autobiografia de Alice B. Toklas, vestindo a pele, e ouvindo pela viva voz da sua companheira de 25 anos de vida, os relatos da historia de ambas, numa escrita acessível, apresentando situações caricatas ou indiscretas de grandes vultos da arte e da escrita da sua época. Alice B. Toklas foi também escritora, apesar de ter vivido sempre um pouco na sombra de Stein. Apesar de ambas terem crescido na Califórnia, apenas se conheceram em Paris, em 1907.


Naquela altura, Gertrude vivia há quatro anos com o seu irmão, o artista Leo Stein, no numero 27 da rue de Fleurus, num apartamento que se tinha transformado num salão de arte, recebendo exposições de arte moderna, e divulgando artistas que viriam a tornar-se muito famosos. Nestes anos iniciais em Paris, Stein estava a escrever o seu mais importante trabalho de início de carreira, Three Lives (1905).


Quando Gertrude e Alice se conheceram, a sua conexão foi imediata, e rapidamente Alice foi viver com Gertrude, tornando-se sua parceira de escrita e de vida. A casa, como se referiu atrás, tornou-se um local de reunião para escritores e artistas da vanguarda da época. Stein ajudou a lançar as carreiras de Matisse, e Picasso, entre outros, e passou a ser uma espécie de teórica de arte, aquela que descrevia os trabalhos destes artistas. No entanto, a maior parte das críticas que Stein recebia, acusavam-na de utilizar uma escrita demasiado densa e difícil, pelo que apenas em 1933, com a publicação da Autobiografia de Alice B. Toklas, é que o trabalho de Gertrude Stein se tornou de facto reconhecido e elogiado.


Alice foi o apoio de Gertrude, foi a dona de casa, a cozinheira, grande cozinheira aliás, vindo mais tarde a publicar algumas das suas receitas, e aquela que redigia e corrigia o que Gertrude lhe ditava. Assim, Toklas fundou uma pequena editora, a Plain Editions, onde publicava o trabalho de Gertrude. Aliás, é reconhecido nesta Autobiografia, que o papel de Gertrude, no casal, era o de marido, escrevendo e discutindo arte com os homens, enquanto Alice se ocupava da casa e da cozinha, e de conversar sobre chapéus e roupas com as mulheres dos artistas que visitavam a casa. Depois da morte de Gertrude, Alice continuou a promover o trabalho da sua companheira, bem como alguns trabalhos seus, de culinária, e um de memórias da vida que ambas partilharam.


Assim, este livro que inspirou o filme “Meia noite em Paris”, de Woody Allen, é um livro a não perder, já nas livrarias em Portugal, pela editora Ponto de Fuga.

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Liliana Félix Leite

Título:Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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