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Cirurgia Plástica - no alcance da beleza

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Beleza
Visitas: 4
Cirurgia Plástica - no alcance da beleza

Vai frequentemente ao ginásio, participa nas aulas que exigem mais esforço físico, mas mesmo assim as terríveis gorduras que tanto quer perder, insistem em não sair, assim como os terríveis papos do culote, se calhar chegou a altura de ponderar recorrer à ajuda de um especialista. Com o avanço das tecnologias, pode ser que o seu problema seja resolvido de forma não cirúrgica, já que existem cada vez mais procedimentos para corrigir pequenas deformidades, sem ter que operar. Porque na hora de decidir fazer uma cirurgia plástica, deve-se ter consciência que se vai trocar uma falha no corpo por uma cicatriz, além de que o período de recuperação é delicado. Mas se sentir que com uma intervenção plástica se vai sentir melhor, então avance sem medos…

Primeiro que tudo deve ter amadurecido bem a ideia e estar a par dos prós e contras que a cirurgia irá implicar. Atualmente vivemos numa sociedade de aparências. Ser bonito e ter um corpo perfeito é sem dúvida uma maneira de conseguir o que se pretende de forma mais rápida. Há mesmo quem sustente que é 50% para alcançar algo. Os outros 50% referem-se à inteligência, cultura, maneira de estar… O certo é que se for elegante, já vai com um grande avanço. Certas deste conceito, são cada vez mais as pessoas que recorrem à cirurgia plástica, nem que seja para fazer pequenas correções. Hoje em dia fazer uma intervenção plástica começa a ser cada vez mais banal, até porque a elevada oferta e o crescente diminuir dos preços, tornam estas cirurgias mais apetecíveis.

Quem é que não gostaria de ter os lábios da Angelina Jolie, as nádegas da Beyonce, os peitos da Jessica Biel ou os glúteos da Madonna? Todos os dias somos bombardeados com este tipo de mulher modelo, que além de ter uma figura física excelente, são boas profissionais e ótimas donas de casa. Têm tudo o que a mulher comum gostaria de ter e porque é que não hão de ter, se já existem formas de o conseguir. Só que nem tudo é um mar de rosas e por isso mesmo, é que se deve tomar as decisões de forma ponderada, porque possivelmente se for apenas por capricho, pode não compensar submeter-se a uma cirurgia estética.
Mas se estiver realmente decidida, comece por procurar um cirurgião credenciado e aconselhe-se com ele. A partir dai estará mais elucidada e terá que tomar a grande decisão: será que preciso mesmo de fazer uma cirurgia plástica?

Catarina Guedes Duarte

Título: Cirurgia Plástica - no alcance da beleza

Autor: Catarina Guedes Duarte (todos os textos)

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Um caminho para curar o transtorno alimentar

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Saúde
Um caminho para curar o transtorno alimentar\"Rua
De acordo com um relatório divulgado em novembro de 2014 pelo Comitê Permanente sobre o Status da Mulher, entre 600 mil a um milhão de canadenses cumprem os critérios diagnósticos para um transtorno alimentar em um dado momento. Problemas de saúde mental com ramificações físicas graves, anorexia e bulimia são difíceis de tratar.

Os programas públicos de internação frequentemente não admitem pacientes até que estejam em condição de risco de vida, e muitos respondem mal à abordagem em grupo. As clínicas privadas costumam ter listas de espera épicas e custos altos: um quarto custa de US$ 305 a US$ 360 por dia.


Corinne lutou juntamente com seus pais contra a bulimia e anorexia por mais de cinco anos. Duffy e Terry, pais de Corinne, encontraram uma clínica na Virgínia. Hoje, aos 24 anos, ela é saudável e está cursando mestrado em Colorado. Ela e seus pais acreditam que a abordagem holística, o foco individualizado e a estrutura imersiva de seu tratamento foram fundamentais para sua recuperação.

Eles sabem que tinham acesso a recursos exclusivos. "Tivemos sorte", diz Duffy. "Podíamos pagar por tudo." Mas muitos não podem.
A luta desta família levou-os a refletir sobre o problema nos Estados Unidos. Em 2013, eles fundaram a Water Stone Clinic, um centro privado de transtornos alimentares em Toronto. Eles fazem yoga, terapia de arte e participam na preparação de refeições, construindo habilidades na vida real com uma equipe de apoio empática. Os programas funcionam nos dias da semana das 8h às 14h, e até agora, não tem lista de espera. Porém essa abordagem é onerosa: aproximadamente US$ 650 por dia.

A família criou a Fundação Water Stone - uma instituição de caridade que fornece ajuda a pacientes que não podem pagar o tratamento. Os candidatos são avaliados por dois comitês que tomam uma decisão baseada na necessidade clínica e financeira. David Choo Chong foi o primeiro a se beneficiar da fundação. Ele havia tentado muitos programas, mas nenhum foi bem sucedido. A fundação pagou metade do tratamento. Dois anos depois, Choo Chong, feliz e estável diz "Water Stone me ajudou a encontrar quem eu sou".

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Título:Um caminho para curar o transtorno alimentar

Autor:Roberta Darc(todos os textos)

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