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Beleza - Um conceito abstrato

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Beleza
Visitas: 8
Comentários: 1
Beleza - Um conceito abstrato

A ideia do que a beleza enquanto uma ideia, valores, fatores e linhas que são escritas num qualquer livro a que muito poucas têm acesso, é felizmente um conceito que está totalmente errado. A beleza é para o bem de muitos de nós um ideal que varia de acordo com o tempo e espaço em que nascemos e estamos inseridos, se bem que muitas vezes, apesar de ser algo abstraio a ideia em si, pode e continua a condicionar muitos de nós na nossa vida enquanto membros de uma comunidade. Existem já muitos estudos realizados por diversos especialistas na área da anatomia que chegaram à conclusão que a nossa altura, estrutura física, facial, cor de pele, olhos e cabelos, são fatores que apesar de muitas vezes inconscientemente podem ditar o sucesso profissional e social que podemos alcançar. Apesar disto ser uma realidade, muitas vezes chamada de racismo ou descriminação, ela é também muitas vezes confrontada pela capacidade intelectual de algumas pessoas que vão surgindo nas nossas comunidades e que demonstram que apesar de, não irem ao encontro ao que é dito ser-se bonito(a) conseguem singrar nas suas comunidades e até mesmo alcançarem patamares a que muitos gostariam de chegar. Existem definições pré-instaladas nas nossas mentes acerca do que é belo, enquanto a mente coletiva que somos. Mas estas definições ou ideias pré-estabelecidas não estão escritas em pedra, nem tão pouco são universais. De era para era, de pais para pais, de comunidade para comunidade a beleza é um conceito que varia.
Há gostos para tudo. Há quem goste de pessoas altas e magras, pessoas baixas e fortes, de cabelos louros, morenos ou até de carecas. Olhos claros, escuros e/ou diferentes. De pessoas de cor e de etnias diferentes… assim tanto quanto existe de diversidade e de pessoas neste mundo, existem consequentemente, diferentes ideais e conceitos do que é belo. É portanto um triste facto a capacidade com que os media e imprensa em geral impõe constantemente em nós ideais e formas de beleza que são apenas possíveis sob a forma de um estilo de vida não muito terra a terra ou graças ao auxilio de manipulação digital das imagens, isto tudo levando pessoas a obcecar e a desafiar limites que desconhecem, muitas vezes sendo o seu corpo e mente os grandes prejudicados nesta tentativa de atingir a perfeição.

Bruno Jorge

Título: Beleza - Um conceito abstrato

Autor: Bruno Jorge (todos os textos)

Visitas: 8

777 

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • Rafaela CoronelRafaela

    07-09-2014 às 16:31:31

    Concordo com você! A beleza não se pode definir e cada um tem. Alguns se atraem pelo sorriso, outros pela altura, enfim há uma diversidade de gostos. A mídia impõe um conceito que sempre muda, então devemos nos sentir belas e lindas. Temos que melhorar sempre e nos cuidar!

    ¬ Responder

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Pulp Fiction: 20 anos depois

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Arte
Pulp Fiction: 20 anos depois\"Rua
Faz hoje 20 anos que estreou um dos mais importantes ícones cinematográficos americanos.

Pulp Fiction é um marco do cinema, que atirou para a ribalta Quentin Tarantino e as suas ideias controversas (ainda poucos tinham visto o brilhante “Cães Danados”).

Repleto de referências ao cinema dos anos 70 e com uma escolha de casting excepcional, Pulp Fiction conquistou o público com um discurso incisivo (os monólogos bíblicos de Samuel L. Jackson são um exemplo disso), uma violência propositadamente mordaz e uma não linearidade na sucessão dos acontecimentos, tudo isto, associado a um ritmo alucinante.

As três narrativas principais entrelaçadas de dois assassinos, um pugilista e um casal, valeram-lhe a nomeação para sete Óscares da Academia, acabando por vencer na categoria de Melhor Argumento Original, ganhando também o Globo de Ouro para Melhor Argumento e a Palma D'Ouro do Festival de Cannes para Melhor Filme.

O elenco era composto por nomes como John Travolta, Samuel L. Jackson, Bruce Willis, Uma Thurman e (porque há um português em cada canto do mundo) Maria de Medeiros.

Para muitos a sua banda sonora continua a constar na lista das melhores de sempre, e na memória cinéfila, ficam eternamente, os passos de dança de Uma Thurman e Travolta.

As personagens pareciam ser feitas à medida de cada actor.
Para John Travolta, até então conhecido pelos musicais “Grease” e “Febre de Sábado à Noite”, dar vida a Vincent Vega foi como um renascer na sua carreira.

Uma Thurman começou por recusar o papel de Mia Wallace, mas Tarantino soube ser persuasivo e leu-lhe o guião ao telefone até ela o aceitar.

Começava ali uma parceria profissional (como é habitual de Tarantino) que voltaria ao topo do sucesso com “Kill Bill”, quase 10 anos depois.

Com um humor negro afiadíssimo, Tarantino provou em 1994 que veio para revolucionar o cinema independente americano e nasceu aí uma inspirada carreira de sucesso, que ainda hoje é politicamente incorrecta, contradizendo-se da restante indústria.

Pulp Fiction é uma obra genial. Uma obra crua e simultaneamente refrescante, que sobreviveu ao tempo e se tornou um clássico.
Pulp Fiction foi uma lição de cinema!

Curiosidade Cinéfila:
pulp fiction ou revista pulp são nomes dados a revistas feitas com papel de baixa qualidade a partir do início de 1900. Essas revistas geralmente eram dedicadas às histórias de fantasia e ficção científica e o termo “pulp fiction” foi usado para descrever histórias de qualidade menor ou absurdas.

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Carla Correia

Título:Pulp Fiction: 20 anos depois

Autor:Carla Correia(todos os textos)

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