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Máquinas gráficas

Categoria: Máquinas
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Máquinas gráficas

A arte gráfica é algo que remonta à pré-história. Efectivamente, os nossos antepassados peludos já ensaiavam a impressão da sua marca ou das mensagens a transmitir naquilo que constituía os fotolitos da época: a pedra.

Para nós, a maioria desses hieróglifos são indecifráveis, mas o certo é que eles os entendiam. Presentemente, os médicos imitam muito bem tais gatafunhos, escrevendo em receitas ou credenciais coisas que quase ninguém percebe!

Não há dúvida de que tal prática favorece o encobrimento de eventuais erros ou negligência: sem provas não há crime! Será que daqui a milhares de anos vão aparecer estudiosos a pretender descortinar tão ininteligíveis garatujas?... Se assim for, os doutores que descansem: certamente que nessa altura os delitos já terão prescrito…

O que não prescreve são as máquinas gráficas, que compreendem equipamentos de pré-impressão ( computador,scanner, máquina de impressão de fotolito e máquina de impressão de chapas) , de impressão propriamente dita (quer nas impressoras rotativas quer nas planas, o sistema funciona de forma rotativa, fazendo lembrar a rotatividade de trabalhadores nas empresas, sobretudo em tempos de crise…) e de pós-impressão (máquinas de dobra, de ordenamento das páginas, de colagem, de coser à linha ou arame, de agrafos, de plastificação, etcétera).

De salientar que na fase da colação não convém ter por perto colegas chatos, do tipo sanguessuga, não vão eles aproveitar o ensejo para se colar que nem «lapas na rocha»!


Rua Direita

Título: Máquinas gráficas

Autor: Rua Direita (todos os textos)

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Imagem por: edinburghcityofprint

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Fine and Mellow

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Tema: Música
Fine and Mellow\"Rua
"O amor é como uma torneira
Que você abre e fecha
Às vezes quando você pensa que ela está aberta, querido
Ela se fechou e se foi"
(Fine and Melow by Billie Holiday)

Ao assistir a Bio de Billie Holiday, ocorreu-me a questão Bluesingers x feminismo, pois quem ouve Blues, especialmente as mais antigas, as damas dos anos 10, 20, 30, 40, 50, há de pensar que eram mulheres submissas ao machismo e maldade de seus homens. Mas, as cantoras de Blues, eram mulheres extremamente independentes; embora cantassem seus problemas, elas não eram submissas a ponto de serem ultrajadas, espancadas... Eram submissas, sim, ao amor, ao bom trato... Essas mulheres, durante muito tempo, tiveram de se virar sozinhas e sempre que era necessário, ficavam sós ou mudavam de parceiros ou assumiam sua bissexualidade ou homossexualidade efetiva. Estas senhoras, muitas trabalharam como prostitutas, eram viciadas em drogas ou viviam boa parte entregues ao álcool, merecem todo nosso respeito. Além de serem precursoras do feminismo, pois romperam barreiras em tempos bem difíceis, amargavam sua solidão motivadas pelo preconceito em relação a cor de sua pele, como aconteceu a Lady Day quê, quando tocava com Artie Shaw, teve que esperar muitas vezes dentro do ônibus, enquanto uma cantora branca cantava os arranjos que haviam sido feitos especialmente para ela, Bilie Holiday. Foram humilhadas, mas, nunca servis; lutaram com garra e competência, eram mulheres de fibra e cheias de muito amor. Ouvir Billie cantar Strange Fruit, uma das primeiras canções de protestos, sem medo, apenas com dor na alma, é demais para quem tem sentimentos. O brilho nos olhos de Billie, fosse quando cantava sobre dor de amor ou sobre dor da dor, é insubstituível. Viva elas, nossas Divas do Blues, viva Billie Holiday, aquela que quando canta parte o coração da gente; linda, magnifica, incomparável, Lady Day.

O amor vai fazer você beber e cair
Vai fazer você ficar a noite toda se repetindo

O amor vai fazer você fazer coisas
Que você sabe que são erradas

Mas, se você me tratar bem, querido
Eu estarei em casa todos os dias

Mas, se você continuar a ser tão mau pra mim, querido
Eu sei que você vai acabar comigo

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Sayonara Melo

Título:Fine and Mellow

Autor:Sayonara Melo(todos os textos)

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