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Câmeras fotográficas de ultima geração

Categoria: Máquinas
Visitas: 22
Comentários: 1
Câmeras fotográficas de ultima geração

Hoje em dia as fotografias parecem um espelho ou realidade devido à tecnologia de ponta ou da nova geração das câmaras.

Os mais recentes progressos são a nível do hardware e software fotográficos e ao interir, cujos sensores foram melhorados e cada vez mais megapíxeis.

Nos últimos anos os grandes avanços deram-se na tecnologia das câmaras digitais,nomeadamente nas funcionalidades e designs melhorados e optimização do processo de captação de imagem.

Por suposto, com esta melhoria é possível até para um principiante poder tirar fotos de aspeto profissional desde que adquira uma máquina fotográfica digital ou uma câmara de sistema compacto.

Os avanços na tecnologia das máquinas de fotos, não ficaram ainda por aqui, e apesar dos debates, o vídeo HD foi também integrado numa reflex. Contudo, só nos últimos anos, com o evoluir do desempenho e sua aceitação é que os modos de vídeos HD passaram a ser considerados uma funcionalidade standart.
Do mesmo modo, a tecnologia 3D revelou-se bastante controversa, não sendo ainda vista como uma inovação neste campo.

Considera-se ainda, por outro lado, alterações radicais que trouxeram a diminuição dos corpos das câmaras e a fusão de outros. A partir de 2008, surge a revelação de um sistema de câmaras totalmente novo, com objetivas intermutáveis sem espelho, que tomou conta do mercado de consumo. Mas as vendas deste produto competiram também com as das reflex denominadas de top de gama.

A qualidade de imagem destas cãmaras é com efeito a melhor jamais vista.
Os modos de disparo standart, também foram reanimados com modos automáticos capazes das fotos mais incríveis, sem haver a necessidade de entender a teoria e prática que está por trás da fotografia.

Não há dúvidas de que com esta nova tecnologia, a foto tornou-se acessível a todos, em especial aos jovens e gerações de mais idosos.

Ao longo dos últimos anos, o enfoque tem recaído na melhoria da qualidade de imagem, com a otimização de sensores e no design das mesmas.

O Sigma, por exemplo tem usado alguma das mais recentes tecnologias de sensores na sua reflex de top, a SD1, que integra um sensor de imagem direta, oferece uns incríveis 46 megapíxeis e um modelo sensacional.

Os sensores garantem que cada pixel receba e capte todas as cores , usando um sistema de camadas de fotodíodos. Além disso permite ainda que a rwesolução de imagem seja multiplicada por três, em virtude de cada píxel no sensor foveon, abarcar efetivamente, três píxeis.

Com estas incríveis máquinas fotográficas é possível qualquer pessoa, tornar-se um verdadeiro amador ou profissional das mais belas fotos.


Pedro gil Ferreira

Título: Câmeras fotográficas de ultima geração

Autor: Pedro gil Ferreira (todos os textos)

Visitas: 22

778 

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • adriana silva

    08-09-2014 às 23:58:44

    POSSUO UMA MAQUINA FUGIFILM PROFISSIONAL QUERIA SABER SE VC TRABALHA COM OS ASCESSÓRIOS DELA, BATERIA, LENTES E FLASHS

    ¬ Responder

Comentários - Câmeras fotográficas de ultima geração

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Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

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Tema: DVD Filmes
Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.\"Rua
Este texto irá falar sobre o filme Ex_Machina, nele podem e vão ocorrer Spoillers, então se ainda não viram o filme, vejam e voltem depois para lê-lo.

Impressões iniciais:

Ponto para o filme. Já que pela sinopse baixei a expectativa ao imaginar que era apenas mais um filme de robôs com complexo de Pinóquio, mas evidentemente que é muito mais que isso.

Desde as primeiras cenas é possível perceber que o filme tem algo de especial, pois não vemos uma cena de abertura com nenhuma perseguição, explosão ou ação sem propósito, típica em filmes hollywoodianos.
Mais um ponto, pois no geral o filme prende mais nos diálogos cerebrais do que na história em si, e isso é impressionante para o primeiro filme, como diretor, de Alex Garland (também roteirista do filme). O filme se mostrou eficiente em criar um ambiente de suspense, em um enredo, aparentemente sem vilões ou perigos, que prende o espectador.

Entrando um pouco no enredo, não é difícil imaginar que tem alguma coisa errada com Nathan Bateman (Oscar Isaac), que é o criador do android Ava (Alicia Vikander), pois ele vive isolado, está trabalhando num projeto de Inteligência Artificial secreto e quando o personagem orelha, Caleb Smith (Domhnall Gleeson), é introduzido no seu ambiente, o espectador fica esperando que em algum momento ele (Nathan) se mostrará como vilão. No entanto isso ocorre de uma forma bastante interessante no filme, logo chegaremos nela.

Falando um pouco da estética do filme, ponto para ele de novo, pois evita a grande cidade (comum nos filmes de FC) como foco e se concentra mais na casa de Nathan, que fica nas montanhas cercadas de florestas e bastante isolado. Logo de cara já é possível perceber que a estética foi pensada para ser lembrada, e não apenas um detalhe no filme. A pesar do ambiente ser isolado era preciso demonstras que os personagens estão em um mundo modernizado, por isso o cineasta opta por ousar na arquitetura da casa de Nathan.

A casa é nesses moldes novos onde a construção se mistura com o ambiente envolta. Usando artifícios como espelhos, muitas paredes de vidro, estruturas de madeira e rochas, dando a impressão de camuflagem para a mesma, coisa que os ambientalistas julgam favorável à natureza. Por dentro se pode ver de forma realista como podem ser as smart-house, não tenho certeza se o termo existe, mas cabe nesse exemplo. As paredes internas são cobertas com fibra ótica e trocam de cor, um efeito que além de estético ajuda a criar climas de suspense, pois há momentos onde ocorrem quedas de energia, então fica tudo vermelho e trancado.

O papel de Caleb á ajudar Nathan a testar a IA de AVA, mas com o desenrolar da história Nathan revela que o verdadeiro teste está em saber se Ava é capaz de “usar”, ou “se aproveitar” de Caleb, que se demonstra ser uma pessoa boa.

Caleb é o típico nerd introvertido, programador, sem amigos, sem família e sem namorada. Nathan também representa a evolução do nerd. O nerd nos dias de hoje. Por fora o cara é careca, barbudão com uns traços orientais (traços indianos, pois a Índia também fica no Oriente), bebê bastante e ao mesmo tempo malha e mantém uma dieta saudável pra compensar. E por dentro é um gênio da programação que criou, o google, o BlueBook, que é um sistema de busca muito eficiente.

Destaque para um diálogo sobre o BlueBook, onde Nathan fala para Caleb:
“Sabe, meus concorrentes estavam tão obcecados em sugar e ganhar dinheiro por meio de compras e mídia social. Achavam que ferramenta de pesquisa mapeava O QUE as pessoas pensavam. Mas na verdade eles eram um mapa de COMO as pessoas pensavam”.

Impulso. Resposta. Fluido. Imperfeição. Padronização. Caótico.

A questão filosófica vai além disso esbarrando no conceito de “vontade de potência”, de Nietzche, mas sobre isso não irei falar aqui, pois já há textos muito bons por aí.

Tem outra coisa que o filme me lembrou, que eu não sei se é referência ou se foi ocasional, mas o local onde Ava está presa e a forma como ela fica deitada num divã, e questiona se Caleb a observa por detrás das câmeras, lembra o filme “A pele que habito” de Almodóvar, um outro filme excelente que algum dia falarei por aqui.

Talvez seja uma versão “O endoesqueleto de metal e silicone que habito”, ou “O cérebro positrônico azul que habito”, mesmo assim não podia deixar de citar a cena por que é muito interessante.

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Jhon Erik Voese

Título:Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

Autor:Jhon Erik Voese(todos os textos)

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Comentários

  • Suassuna 11-09-2015 às 02:03:47

    Gostei do texto, irei conferir o filme.

    ¬ Responder
  • Jhon Erik VoeseJhon Erik Voese

    15-09-2015 às 15:51:02

    Que bom, obrigado! Espero que goste do filme também!

    ¬ Responder

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