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Doses Poéticas

Categoria: Literatura
Visitas: 2
Doses Poéticas

Permita-se
Permita-se ao direito de liberdade
Para aproveitar do resto de sua insana felicidade
Que afeta gravemente a infelicidade
Que nada mais é do que vírus da sarcástica maldade
Que pode ferir a honestidade
Privando sua alma de que supra da necessidade
De abrilhantar o seu caráter,
Fazendo-o se tornar tão límpido
Como tão quão esmero é a luz da estrela
E o calor do sol que faz despertar no coração
O amor que é um princípio de uma inevitável paixão
Que sem compaixão
Escraviza a ilusão
Na sua escuridão e a si,
Deprimindo-se com a tortura
De ver a felicidade do meu coração
De se unir ao seu.

Como Pássaros
Como pássaro quer voar com vós
Quem me colocou no mundo,
Quem me ajudou a descobrir valores,
Que pode ou não enriquecer materialmente
Mesmo que tão precocemente já me sinta tão rico
Por ter vós ao meu lado
Para me privar de certas coisas
E me auxiliar em outras que aqui não me compete
Dizer já que mil e umas palavras
Não teria o mesmo significado
Em comparação ao ato devocional
Já que ti és minha segurança
E tudo seja o teu respirar.

A Ingenuidade
A ingenuidade presente em seu olhar
Na cor de sangue
Já que é a mesma cor que tão quão
Representa o amor presente entre os
Nossos corações que tão vivos parecem estar
Desde quando a atração se concretizou através
Dos olhos dos nossos corações que desde então,
Angelicalmente se conheceram
Através dos estalos,
Dos beijos e
Carinhos que ainda mais
Enriquece a vida deixando-a tão leve
Quanto uma pétala de rosa que murcha
Quando o sol se põe e a lua se coloca em seu lugar
Deixando no paraíso sonhos apenas aprisionada essa tangente.

O Amanhã
O amanhã que não chega
Embora tão tarda a chegar
Para abrilhantar o jeito de ser
Quem é já que
Não há mais chances para voltar no tempo
Que passou para voltar a ser quem eu era
Já que quem era a minha pessoa
Que nunca se aceitava da forma que vivia
Já que há cada segundo se tornava um estorvo
Viver fingindo quem não era
O meu jeito errôneo de ser já que
Isso fazia parte não tão somente
Do meu coração que há cada milésimo de segundo,
Vai parando de bater
Há cada segundo que se vê pressionado
Pelas situações cotidianas que me fazia
Esconder-me atrás de uma máscara ou
Debaixo dos travesseiros que enfeitam a minha cama.

Na fronha e no Travesseiro
No travesseiro deito a minha cabeça
Na qual deixo ocorrer à explosão de sentimento
Despertando a emoção
Pela sensação de alívio e segurança a partir de então
Para a paixão que era como um pássaro ainda pequeno
E franzino que não sabia andar,
Nem engatinhar
Para assim ganhar e
Deixar exalar o fogo da paixão
Que explora a ilusão
Fazendo na imensidão
Predominada pela escuridão,
A faísca de uma inevitável e não tão
Precoce o amor que não conhece o mundo
Escondido pelo coração e
Preservado pelas sensações da alma.

Sussurros
Sussurros a escutar de sua boca quando
O meu coração não está mais disposto a se jogar
Na sensação de voar no imenso prazer que tenho de te amar
Tanto quanto a meus chegados mais próximos,
Aquém tenho como parentes,
Aquém toda vez tenho que explicar
O quanto é valiosa pra mim assim quanto os são,
Embora tão quão se sintam abandonados pelo meu coração
Que só parece bater mais forte só de estar convosco,
Só de estar na presença do seu angelical sorriso
Que desperta o sol do meu coração
Assim como também os anjos,
Que por noite descansam meia hora somente
Pra preservar o seu sorriso para que possa o meu coração
Despertar logo à presença de quem um presente de Deus
Ao meu coração foi destinado.

Numa Caixinha
Numa caixinha coloco o brilho
De o encantador olhar de um anjo
Que existe somente para que me guarde
Seus sentimentos,
Suas emoções e
Sensações de liberdade
Que se conjuga a sua liberdade
Dentro da caixinha a qual preservo
Todos os nossos infindos momentos de felicidade.

Infindos
Infindos são os amores da vida
Por tão pouco ter sido pessoas
Que correspondem a um sentimento
Que parece aquece mais do que sol e o fogo,
Esse que corresponde a essa palavra tão pequena
Que corresponde a um sentimento tão imenso,
Que corresponde a uma sensação
De bem estar e leveza,
Como também de prazer e ternura
Dentre os corações,
Almas como também à união dos nossos corações
Que tão pouco pareciam estar presos na sombra da ilusão,
Correspondente a uma imensa escuridão.



Kaique Barros

Título: Doses Poéticas

Autor: Kaique Barros (todos os textos)

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A história da fotografia

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Tema: Fotografia
A história da fotografia\"Rua
A história e princípios básicos da fotografia e da câmara fotográfica remontam à Grécia Antiga, quando Aristóteles verificou que os raios de luz solar e com o uso de substâncias químicas, ao atravessarem um pequeno orifício, projetavam na parede de um quarto escuro a imagem do exterior. Este método recebeu o nome de câmara escura.

A primeira fotografia reconhecida foi uma imagem produzida em 1826 por Niepce. Esta fotografia foi feita com uma câmara e assente numa placa de estanho coberta com um derivado de petróleo, tendo estado exposta à luz solar por oito horas, esta encontra-se ainda hoje preservada.

Niepce e Louis –Jacques Mandé Daguerre inciaram em 1829 as suas pesquisas, sendo que dez anos depois foi oficializado o processo fotográfico o nome de daguerreótipo. Este processo consistia na utilização de duas placas, uma dourada e outra prateada, que uma vez expostas a vapores de iodo, formando uma pelicula de iodeto de prata sobre a mesma, ai era a luz que entrava na camara escura e o calor gerado pela luz que gravava a imagem/fotografia na placa, sendo usado vapor de mercúrio para fazer a revelação da imagem. Foi graças á investigação realizada por Friedrich Voigtlander e John F. Goddard em 1840, que os tempos de exposição e revelação foram encurtados.




Podemos dizer que o grande passo (não descurando muitas outras mentes brilhantes) foi dado por Richard Leach Maddox, que em 1871 fabricou as primeiras placas secas com gelatina, substituindo o colódio. Três anos depois, as emulsões começaram a ser lavadas com água corrente para eliminar resíduos.

A fotografia digital


Com o boom das novas tecnologias e com a capacidade de converter quase tudo que era analógico em digital, sendo a fotografia uma dessas mesmas áreas, podemos ver no início dos anos 90, um rápido crescimento de um novo mercado, a fotografia digital. Esta é o ideal para as mais diversas áreas do nosso dia a dia, seja a nível profissional ou pessoal.

As máquinas tornaram-se mais pequenas, mais leves e mais práticas, ideais para quem não teve formação na área e que não tem tempo para realizar a revelação de um rolo fotográfico, sem necessidade de impressão. Os melhores momentos da nossa vida podem agora ser partilhados rapidamente com os nossos amigos e familiares rapidamente usando a internet e sites sociais como o Facebook e o Twitter .

A primeira câmara digital começou a ser comercializada em 1990, pela Kodak. Num instante dominou o mercado e hoje tornou-se produto de consumo, substituindo quase por completo as tradicionais máquinas fotográficas.

Sendo que presentemente com o aparecimento do FullHD, já consegue comprar uma máquina com sensores digitais que lhe permitem, além de fazer fotografia, fazer vídeo em Alta-Definição, criando assim não só fotografias quase que perfeitas em quase todas as condições de luz bem como vídeo com uma qualidade até agora impossível no mercado do vídeo amador.

Tirar fotografias já é acessível a todos e como já não existe o limite que era imposto pelos rolos, “dispara-se” por tudo e por nada. Ter uma máquina fotográfica não é mais um luxo, até já existem máquinas disponíveis para as crianças. Muitas vezes uma fotografia vale mais que mil palavras e afinal marca um momento para mais tarde recordar.

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Comentários

  • Rua DireitaRua Direita

    05-05-2014 às 03:48:18

    Como é bom viver o hoje e saber da história da fotografia. Isso nos dá a ideia de como tudo evoluiu e como o mundo está melhor a cada dia produzindo fotos mais bonitas e com qualidade!

    ¬ Responder

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