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10 Demonstrações Diferentes De Amor E Carinho

Categoria: Flash Read

1 – Ofereça um jantar surpresa para seus amigos, para seu namorado, esposo, sua mãe, filhos, enfim prepare algo bem especial para alguém;

2 – Dê um presente que a pessoa esteja precisando naquele momento. Pode ser uma agenda, um livro, um objeto, um acessório, dentre outros;

3 – Ligue para ele (a) apenas para dizer que está pensando nele (a) e que se preocupa com ele (a);

4 – Ajude sem a pessoa pedir. Seja sensível às necessidades das pessoas ao seu redor;

5 – Elogie sem medida. Faça sempre um elogio a alguém!;

6 – Deixe uma mensagem de motivação pelo celular: msg de texto, whatsapp. Às vezes, as pessoas só precisam de uma palavra de ânimo;

7 – Não julgar as pessoas é uma forma de demonstrar amor;

8 – Escreva uma cartinha e envie pelo correio. Isso é uma raridade e a pessoa vai se sentir muito amada;

9 – Abrace quem você ama. Não apenas por ser algo recíproco, mas dê o primeiro passo. Tudo que uma pessoa precisa é de um abraço naquele dia para se sentir importante;

10 – Dê seu sorriso sempre! Isso abre caminhos, nos faz se sentir bem e transmite carinho a todos. Não hesite de sorrir...é de graça!


Vicente Silva

Título: 10 Demonstrações Diferentes De Amor E Carinho

Autor: Vicente Silva (todos os textos)

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Pulp Fiction: 20 anos depois

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Tema: Arte
Pulp Fiction: 20 anos depois\"Rua
Faz hoje 20 anos que estreou um dos mais importantes ícones cinematográficos americanos.

Pulp Fiction é um marco do cinema, que atirou para a ribalta Quentin Tarantino e as suas ideias controversas (ainda poucos tinham visto o brilhante “Cães Danados”).

Repleto de referências ao cinema dos anos 70 e com uma escolha de casting excepcional, Pulp Fiction conquistou o público com um discurso incisivo (os monólogos bíblicos de Samuel L. Jackson são um exemplo disso), uma violência propositadamente mordaz e uma não linearidade na sucessão dos acontecimentos, tudo isto, associado a um ritmo alucinante.

As três narrativas principais entrelaçadas de dois assassinos, um pugilista e um casal, valeram-lhe a nomeação para sete Óscares da Academia, acabando por vencer na categoria de Melhor Argumento Original, ganhando também o Globo de Ouro para Melhor Argumento e a Palma D'Ouro do Festival de Cannes para Melhor Filme.

O elenco era composto por nomes como John Travolta, Samuel L. Jackson, Bruce Willis, Uma Thurman e (porque há um português em cada canto do mundo) Maria de Medeiros.

Para muitos a sua banda sonora continua a constar na lista das melhores de sempre, e na memória cinéfila, ficam eternamente, os passos de dança de Uma Thurman e Travolta.

As personagens pareciam ser feitas à medida de cada actor.
Para John Travolta, até então conhecido pelos musicais “Grease” e “Febre de Sábado à Noite”, dar vida a Vincent Vega foi como um renascer na sua carreira.

Uma Thurman começou por recusar o papel de Mia Wallace, mas Tarantino soube ser persuasivo e leu-lhe o guião ao telefone até ela o aceitar.

Começava ali uma parceria profissional (como é habitual de Tarantino) que voltaria ao topo do sucesso com “Kill Bill”, quase 10 anos depois.

Com um humor negro afiadíssimo, Tarantino provou em 1994 que veio para revolucionar o cinema independente americano e nasceu aí uma inspirada carreira de sucesso, que ainda hoje é politicamente incorrecta, contradizendo-se da restante indústria.

Pulp Fiction é uma obra genial. Uma obra crua e simultaneamente refrescante, que sobreviveu ao tempo e se tornou um clássico.
Pulp Fiction foi uma lição de cinema!

Curiosidade Cinéfila:
pulp fiction ou revista pulp são nomes dados a revistas feitas com papel de baixa qualidade a partir do início de 1900. Essas revistas geralmente eram dedicadas às histórias de fantasia e ficção científica e o termo “pulp fiction” foi usado para descrever histórias de qualidade menor ou absurdas.

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Carla Correia

Título:Pulp Fiction: 20 anos depois

Autor:Carla Correia(todos os textos)

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