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Como trabalhar com colegas difíceis

Categoria: Empresariais
Visitas: 4
Comentários: 2
Como trabalhar com colegas difíceis

Muda só o nome da empresa, o tamanho, o porte, o produto, porém todas têm algo em comum, aquela pessoa considerada inconveniente, difícil de lidar, pelos colegas de trabalho.

È a pessoa que todos acabam de certa forma tentando evitar, não tem muito contato, o relacionamento mesmo profissional se torna uma tarefa penosa.

Existem alguns tipos considerados difíceis de lidar no trabalho, eis alguns:

Existe o tipo falador, que fala o tempo todo, e alto de preferência, gosta de chamar a atenção de todos, sempre trás piadas, gosta de apelidar os colegas, sempre assobiando ou cantando,desrespeitando o limite de cada um – o chato.

Existe o tipo que só pensa no trabalho, todo tempo dele é dedicado ao trabalho, e espera que todos sejam como ele – o bitolado

Existe aquele que está sempre rodeando o chefe, e muitas vezes não pensa se está passando a frente de sua equipe para conseguir a atenção do chefe- o puxa saco.

Há ainda aquele que julga ser se melhor amigo, gosta de ficar questionando a vida dos colegas, sobre relacionamento, família, situação financeira - o bisbilhoteiro.

Tem ainda o tipo que aparenta está trabalhando, mas na verdade está brincando no computador, sai várias vezes para tomar água, café ou ir ao banheiro - o fingidor.

E aquele que está sempre com cara amarrada, tudo para ele está ruim, não dá bom dia à ninguém, mal-humorado, e nervoso durante todo o expediente – o ranzinza.

Como lidar com esses tipos sem atrapalhar a rotina de trabalho, e sem gerar conflitos profissionais e até pessoais?

Cada pessoa tem um modo de ser e de se relacionar em grupo, e deve ser respeitada por isso, porém se o modo de ser de uma pessoa no local de trabalho, está interferindo em seu desempenho profissional, ela deve ser alertada disso, mesmo que isso signifique uma cara feia por alguns dias.

È importante ser sutil na hora de apontar a sua dificuldade em lidar com o jeito de ser do outro, porque muitas vezes a pessoa nem se dá conta.

Sinalize para ela o quanto alguns comportamentos, e atitudes que incomodam, em tom de brincadeira, mas com firmeza e sinceridade, se for o caso de invasão da sua vida íntima, diga que está ali para trabalhar e que não gosta de misturar as coisas, colocando limites, fica mais fácil de lidar com estes tipos inconvenientes e difíceis.


Sheila Leite

Título: Como trabalhar com colegas difíceis

Autor: Sheila Leite (todos os textos)

Visitas: 4

772 

Imagem por: NIOSH

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Comentários     ( 2 )    recentes

  • Rafaela CoronelRafaela

    04-07-2014 às 21:53:35

    Tem que suportar mesmo, não tem jeito. O melhor é que com as pessoas dificeis nós aprendemos muito e adquirimos amor por elas, exercemos nossa paciência...rsrsrsr

    ¬ Responder
  • anonimo

    14-08-2012 às 11:28:26

    continua e sendo vc mesma, faça sua parte bem feita e bem humorada, quem vive de cara feia, so tende a envelhecer mais rápido.. alegria, bom humor, coleguismo etc, nos beneficia.. abraços

    ¬ Responder

Comentários - Como trabalhar com colegas difíceis

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Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

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Tema: DVD Filmes
Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.\"Rua
Este texto irá falar sobre o filme Ex_Machina, nele podem e vão ocorrer Spoillers, então se ainda não viram o filme, vejam e voltem depois para lê-lo.

Impressões iniciais:

Ponto para o filme. Já que pela sinopse baixei a expectativa ao imaginar que era apenas mais um filme de robôs com complexo de Pinóquio, mas evidentemente que é muito mais que isso.

Desde as primeiras cenas é possível perceber que o filme tem algo de especial, pois não vemos uma cena de abertura com nenhuma perseguição, explosão ou ação sem propósito, típica em filmes hollywoodianos.
Mais um ponto, pois no geral o filme prende mais nos diálogos cerebrais do que na história em si, e isso é impressionante para o primeiro filme, como diretor, de Alex Garland (também roteirista do filme). O filme se mostrou eficiente em criar um ambiente de suspense, em um enredo, aparentemente sem vilões ou perigos, que prende o espectador.

Entrando um pouco no enredo, não é difícil imaginar que tem alguma coisa errada com Nathan Bateman (Oscar Isaac), que é o criador do android Ava (Alicia Vikander), pois ele vive isolado, está trabalhando num projeto de Inteligência Artificial secreto e quando o personagem orelha, Caleb Smith (Domhnall Gleeson), é introduzido no seu ambiente, o espectador fica esperando que em algum momento ele (Nathan) se mostrará como vilão. No entanto isso ocorre de uma forma bastante interessante no filme, logo chegaremos nela.

Falando um pouco da estética do filme, ponto para ele de novo, pois evita a grande cidade (comum nos filmes de FC) como foco e se concentra mais na casa de Nathan, que fica nas montanhas cercadas de florestas e bastante isolado. Logo de cara já é possível perceber que a estética foi pensada para ser lembrada, e não apenas um detalhe no filme. A pesar do ambiente ser isolado era preciso demonstras que os personagens estão em um mundo modernizado, por isso o cineasta opta por ousar na arquitetura da casa de Nathan.

A casa é nesses moldes novos onde a construção se mistura com o ambiente envolta. Usando artifícios como espelhos, muitas paredes de vidro, estruturas de madeira e rochas, dando a impressão de camuflagem para a mesma, coisa que os ambientalistas julgam favorável à natureza. Por dentro se pode ver de forma realista como podem ser as smart-house, não tenho certeza se o termo existe, mas cabe nesse exemplo. As paredes internas são cobertas com fibra ótica e trocam de cor, um efeito que além de estético ajuda a criar climas de suspense, pois há momentos onde ocorrem quedas de energia, então fica tudo vermelho e trancado.

O papel de Caleb á ajudar Nathan a testar a IA de AVA, mas com o desenrolar da história Nathan revela que o verdadeiro teste está em saber se Ava é capaz de “usar”, ou “se aproveitar” de Caleb, que se demonstra ser uma pessoa boa.

Caleb é o típico nerd introvertido, programador, sem amigos, sem família e sem namorada. Nathan também representa a evolução do nerd. O nerd nos dias de hoje. Por fora o cara é careca, barbudão com uns traços orientais (traços indianos, pois a Índia também fica no Oriente), bebê bastante e ao mesmo tempo malha e mantém uma dieta saudável pra compensar. E por dentro é um gênio da programação que criou, o google, o BlueBook, que é um sistema de busca muito eficiente.

Destaque para um diálogo sobre o BlueBook, onde Nathan fala para Caleb:
“Sabe, meus concorrentes estavam tão obcecados em sugar e ganhar dinheiro por meio de compras e mídia social. Achavam que ferramenta de pesquisa mapeava O QUE as pessoas pensavam. Mas na verdade eles eram um mapa de COMO as pessoas pensavam”.

Impulso. Resposta. Fluido. Imperfeição. Padronização. Caótico.

A questão filosófica vai além disso esbarrando no conceito de “vontade de potência”, de Nietzche, mas sobre isso não irei falar aqui, pois já há textos muito bons por aí.

Tem outra coisa que o filme me lembrou, que eu não sei se é referência ou se foi ocasional, mas o local onde Ava está presa e a forma como ela fica deitada num divã, e questiona se Caleb a observa por detrás das câmeras, lembra o filme “A pele que habito” de Almodóvar, um outro filme excelente que algum dia falarei por aqui.

Talvez seja uma versão “O endoesqueleto de metal e silicone que habito”, ou “O cérebro positrônico azul que habito”, mesmo assim não podia deixar de citar a cena por que é muito interessante.

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Jhon Erik Voese

Título:Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

Autor:Jhon Erik Voese(todos os textos)

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Comentários

  • Suassuna 11-09-2015 às 02:03:47

    Gostei do texto, irei conferir o filme.

    ¬ Responder
  • Jhon Erik VoeseJhon Erik Voese

    15-09-2015 às 15:51:02

    Que bom, obrigado! Espero que goste do filme também!

    ¬ Responder

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