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A história do jardim e seus tipos

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Bricolage Jardim
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Comentários: 3
A história do jardim e seus tipos

Os jardins vieram junto com a criação do mundo. Segundo o Gênesis I e II da religião católica, o primeiro jardim a ser apresentado ao homem foi o do paraíso, criado por Deus, e no qual Adão e Eva foram os primeiros habitantes. A composição de flores, folhas, vegetações e animais eram perfeitas neste jardim.

Com a evolução das civilizações, a ciência e a tecnologia aprimoraram-se e o paisagismo ocupou lugar de destaque nas atividades. Nas civilizações da antiguidade pode-se observar a prática da agricultura e a evolução de técnicas de irrigação e drenagem que possibilitaram a construção de hortas e pomares, simbolizando a fertilidade, a força da natureza e o belo.

A Mesopotâmia, com os jardins suspensos da Babilônia, uma das maravilhas do mundo antigo, o Egito, com a simetria rigorosa dos jardins, a Pérsia, com os “jardins-paraíso”, encontrados próximos aos palácios, a Grécia, com a confeção de jardins mais simples e próximos às casas, Roma, com os jardins meramente recreativos, destinados ao descanso, a China, com os jardins “lago-ilha”, uma fantasia oriental de que poderia haver um jardim da imortalidade e o Japão, com a valorização das plantas e do que é realmente essencial, seguindo a antiga filosofia oriental japonesa fazem parte da história dessa expressão artística que hoje continua sendo muito valorizada: o paisagismo.

Na Idade Média houve uma ruptura com os estilos de jardins anteriores. O paisagismo dessa época caracteriza-se pelo estilo gótico e destinava-se mais a jardins familiares. Já no Renascimento houve uma revolução no pensamento humano, renovando além das áreas das artes, cultura e ciências, a história dos jardins. Os jardins dessa época passaram a retomar alguns elementos dos jardins antigos.

Na Itália eram compostos por terrenos maiores, belamente arquitetados com prolongações e galerias externas, servindo de retiro intelectual para artistas e pensadores. A França a princípio seguiu o estrilo medieval de jardim, mas com o passar do tempo, foi transformando seu estilo baseando-se nos jardins italianos, demonstrando grandiosidade e simetria. Na Inglaterra, os jardins adquiriram formas mais graciosas, com vegetações de tonalidades diferentes, pouco número de árvores, ruínas e pequenos bosques. Dois séculos depois, os ingleses criaram os parques e jardins públicos.

Atualmente podem-se destacar alguns estilos de jardins. São eles: o Formal ou Clássico, com forma e composição simétrica e geométrica, o Desértico ou Rochoso, caracterizado por uma paisagem árida e a inclusão de oásis, o Japonês, recheado de simbolismo e adoração às formas naturais, com a presença significativa de pedras e água corrente, o Tropical, com muito verde e flores, pretendendo simular a beleza de uma ilha paradisíaca tropical, o Rural, ambientado em sítios e fazendas, possuindo um estilo mais romântico, o Colonial, incorporando materiais da época colonial e com a presença de fontes e lagos e o estilo Contemporâneo, mais praticado hoje em dia, devido à liberdade da forma que apresenta.

Em um jardim Contemporâneo, a arquitetura do local é integrada à composição do jardim. Sua criação é livre, não seguindo nenhuma rigidez e pode incluir mais de um estilo na sua construção.


Rosana Fernandes

Título: A história do jardim e seus tipos

Autor: Rosana Fernandes (todos os textos)

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Comentários     ( 3 )    recentes

  • Luene ZarcoLuene

    13-10-2014 às 03:50:53

    Muito interessante a história do jardim e seus tipos, pois é possível ver cono tudo é perfeito, independente de qualquer coisa. Adorei seu texto!

    ¬ Responder
  • SophiaSophia

    24-04-2014 às 22:44:58

    A Rua Direita adorou a história do jardim e seus tipos. Realmente, vive-se num mundo de diversidade. Ainda bem, assim pode-se conhecer vários tipos e não ficar na mesmice. Muito bom!

    ¬ Responder
  • filipa

    09-04-2013 às 00:37:17

    valeu gosto muito dos seus textos , que trabalho legal

    ¬ Responder

Comentários - A história do jardim e seus tipos

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Pulp Fiction: 20 anos depois

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Arte
Pulp Fiction: 20 anos depois\"Rua
Faz hoje 20 anos que estreou um dos mais importantes ícones cinematográficos americanos.

Pulp Fiction é um marco do cinema, que atirou para a ribalta Quentin Tarantino e as suas ideias controversas (ainda poucos tinham visto o brilhante “Cães Danados”).

Repleto de referências ao cinema dos anos 70 e com uma escolha de casting excepcional, Pulp Fiction conquistou o público com um discurso incisivo (os monólogos bíblicos de Samuel L. Jackson são um exemplo disso), uma violência propositadamente mordaz e uma não linearidade na sucessão dos acontecimentos, tudo isto, associado a um ritmo alucinante.

As três narrativas principais entrelaçadas de dois assassinos, um pugilista e um casal, valeram-lhe a nomeação para sete Óscares da Academia, acabando por vencer na categoria de Melhor Argumento Original, ganhando também o Globo de Ouro para Melhor Argumento e a Palma D'Ouro do Festival de Cannes para Melhor Filme.

O elenco era composto por nomes como John Travolta, Samuel L. Jackson, Bruce Willis, Uma Thurman e (porque há um português em cada canto do mundo) Maria de Medeiros.

Para muitos a sua banda sonora continua a constar na lista das melhores de sempre, e na memória cinéfila, ficam eternamente, os passos de dança de Uma Thurman e Travolta.

As personagens pareciam ser feitas à medida de cada actor.
Para John Travolta, até então conhecido pelos musicais “Grease” e “Febre de Sábado à Noite”, dar vida a Vincent Vega foi como um renascer na sua carreira.

Uma Thurman começou por recusar o papel de Mia Wallace, mas Tarantino soube ser persuasivo e leu-lhe o guião ao telefone até ela o aceitar.

Começava ali uma parceria profissional (como é habitual de Tarantino) que voltaria ao topo do sucesso com “Kill Bill”, quase 10 anos depois.

Com um humor negro afiadíssimo, Tarantino provou em 1994 que veio para revolucionar o cinema independente americano e nasceu aí uma inspirada carreira de sucesso, que ainda hoje é politicamente incorrecta, contradizendo-se da restante indústria.

Pulp Fiction é uma obra genial. Uma obra crua e simultaneamente refrescante, que sobreviveu ao tempo e se tornou um clássico.
Pulp Fiction foi uma lição de cinema!

Curiosidade Cinéfila:
pulp fiction ou revista pulp são nomes dados a revistas feitas com papel de baixa qualidade a partir do início de 1900. Essas revistas geralmente eram dedicadas às histórias de fantasia e ficção científica e o termo “pulp fiction” foi usado para descrever histórias de qualidade menor ou absurdas.

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Carla Correia

Título:Pulp Fiction: 20 anos depois

Autor:Carla Correia(todos os textos)

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