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Tenha um jardim sem ervas daninhas

Categoria: Bricolage Jardim
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Comentários: 8
Tenha um jardim sem ervas daninhas

A interferência das ervas daninhas no jardim ou ares de cultivo reduz a qualidade dos frutos.

Deste modo é necessário controlar as plantas daninhas, durante o período crítico, cerca de 2/3 do ciclo de cultura, até que a cultura cubra a superfície do solo, e não sofra interferências negativas.

A necessidade de controlo depende basicamente do grau de infestação e agressividade das plantas daninhas. Estas podem amadurecer e aumentar as sementes no solo, a servir de hospedeiras de insectos - pragas, fitopatogénos e nematóides, além de dificultar a colheita.

A incidência de viroses nas culturas tem crescido muito, devido á introdução da mosca branca que utiliza as ervas daninhas como hospedeiras. Daí a necessidade de reforçar e adoptar programa de manejo de plantas daninhas.

A prevenção consiste essencialmente em evitar a disseminação das sementes em áreas infectadas.

Assim se quer ter um jardim livre de ervas daninhas, deve prevenir o aumento de banco de sementes, evitando que as ervas cresçam, além de hospedarem insectos pragas, que infectam outras áreas. Estas são propagadas por água, vento, e plantio que contenha sementes.

O melhor e mais fácil para as eliminar é retirar à mão usando umas luvas, molhar o solo na noite anterior para amaciar a terra, isolar a erva daninha em uma cama das outras, derramar água quente em cima para a matar, derramar chá porque em abundância.

Outro método eficaz é usar uma sagadeira de gramado e sagá -las para baixo, aplicar um herbicida ou fazer a emoção mecânica.

Se pretende controlar as ervas sem recurso a herbicidas químicos, deve fazer um programa de prevenção e controlo, colocando palhas húmidas nos canteiros e espalhar sementes de relva nos sítios onde a relva é menos abundante.

Corte a relva com frequência, mas não demasiado curta, preferencialmente com 5-7 cm de altura, pois promove um crescimento mais intenso e não dá espaço às ervas daninhas.

Por outro lado, cortar o relvado também diminui as ervas daninhas ao remover as flores que espalham as sementes.

Quando o solo está seco não arranque as ervas daninhas pois provoca uma perda de humidade. Remova-as com um sacho e pode inclusive comer em saladas as ervas mais comuns como a erva-formigueira, dente de leão e beldroega. Estas são saborosas e saudáveis.

Para além destes cuidados essenciais convêm ainda fazer sempre uma inspecção do campo regularmente para identificar focos iniciais e adoptar medidas de controlo eficazes para as erradicar.


Teresa Maria Batista Gil

Título: Tenha um jardim sem ervas daninhas

Autor: Teresa Maria Gil (todos os textos)

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Imagem por: pawpaw67

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Comentários     ( 8 )    recentes

  • Luene ZarcoLuene

    10-10-2014 às 20:40:55

    As ervas daninhas são muito chatas! É preciso ter conhecimento para cultivar o jardim, a fim de não ser infestado com elas! Adorei suas dicas!

    ¬ Responder
  • SophiaSophia

    24-04-2014 às 22:30:34

    Um dos maiores desafios é eliminar essas ervas daninhas no jardim. Mas, com suas dicas e sugestões, agora já se sabe o que fazer. A Rua Direita agradece muito!

    ¬ Responder
  • André Marim

    11-08-2013 às 11:54:45

    Tenho sérios problemas com a famosa tiririca e ervas daninhas no meu jardim ,o que eu faço para acabar com elas sem agredir o meu gramado. Tem algum produto para isso?

    ¬ Responder
  • Sandra

    20-02-2013 às 13:58:21

    É verdade que colocar jornal sob a terra, ajuda eliminar a erva daninhas e tiriricas?

    ¬ Responder
  • paulo limapaulo lima

    19-07-2011 às 15:18:46

    tenho bastante ervas daninhas em frente de casa no lugar de estacionamento. como faço sem utilizar quimicos para as eliminar?

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de Climatizaçãojunho berto

    05-04-2011 às 01:48:06

    @denise santos
    melhor e arrancar...pouco a pouco...voce arranca todas as ervas daninhas, viu

    ¬ Responder
  • denise santos

    13-11-2010 às 20:21:30

    tenho serios ploblemas com a famosa tiririca e ervas daninhas o que eu faço

    ¬ Responder
  • Fernando AlfaiateFernando Alfaiate

    05-04-2010 às 19:31:34

    Sem dúvida alguma concordo que o melhor sistema seja eliminar o que está mal, como se diz cirta-se o mal pela raiz. No entanto se algum produto houvesse que fizesse aliviar as dores nas minhas costa agradecia imenso. um muito obrigado

    ¬ Responder

Comentários - Tenha um jardim sem ervas daninhas

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Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

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Tema: DVD Filmes
Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.\"Rua
Este texto irá falar sobre o filme Ex_Machina, nele podem e vão ocorrer Spoillers, então se ainda não viram o filme, vejam e voltem depois para lê-lo.

Impressões iniciais:

Ponto para o filme. Já que pela sinopse baixei a expectativa ao imaginar que era apenas mais um filme de robôs com complexo de Pinóquio, mas evidentemente que é muito mais que isso.

Desde as primeiras cenas é possível perceber que o filme tem algo de especial, pois não vemos uma cena de abertura com nenhuma perseguição, explosão ou ação sem propósito, típica em filmes hollywoodianos.
Mais um ponto, pois no geral o filme prende mais nos diálogos cerebrais do que na história em si, e isso é impressionante para o primeiro filme, como diretor, de Alex Garland (também roteirista do filme). O filme se mostrou eficiente em criar um ambiente de suspense, em um enredo, aparentemente sem vilões ou perigos, que prende o espectador.

Entrando um pouco no enredo, não é difícil imaginar que tem alguma coisa errada com Nathan Bateman (Oscar Isaac), que é o criador do android Ava (Alicia Vikander), pois ele vive isolado, está trabalhando num projeto de Inteligência Artificial secreto e quando o personagem orelha, Caleb Smith (Domhnall Gleeson), é introduzido no seu ambiente, o espectador fica esperando que em algum momento ele (Nathan) se mostrará como vilão. No entanto isso ocorre de uma forma bastante interessante no filme, logo chegaremos nela.

Falando um pouco da estética do filme, ponto para ele de novo, pois evita a grande cidade (comum nos filmes de FC) como foco e se concentra mais na casa de Nathan, que fica nas montanhas cercadas de florestas e bastante isolado. Logo de cara já é possível perceber que a estética foi pensada para ser lembrada, e não apenas um detalhe no filme. A pesar do ambiente ser isolado era preciso demonstras que os personagens estão em um mundo modernizado, por isso o cineasta opta por ousar na arquitetura da casa de Nathan.

A casa é nesses moldes novos onde a construção se mistura com o ambiente envolta. Usando artifícios como espelhos, muitas paredes de vidro, estruturas de madeira e rochas, dando a impressão de camuflagem para a mesma, coisa que os ambientalistas julgam favorável à natureza. Por dentro se pode ver de forma realista como podem ser as smart-house, não tenho certeza se o termo existe, mas cabe nesse exemplo. As paredes internas são cobertas com fibra ótica e trocam de cor, um efeito que além de estético ajuda a criar climas de suspense, pois há momentos onde ocorrem quedas de energia, então fica tudo vermelho e trancado.

O papel de Caleb á ajudar Nathan a testar a IA de AVA, mas com o desenrolar da história Nathan revela que o verdadeiro teste está em saber se Ava é capaz de “usar”, ou “se aproveitar” de Caleb, que se demonstra ser uma pessoa boa.

Caleb é o típico nerd introvertido, programador, sem amigos, sem família e sem namorada. Nathan também representa a evolução do nerd. O nerd nos dias de hoje. Por fora o cara é careca, barbudão com uns traços orientais (traços indianos, pois a Índia também fica no Oriente), bebê bastante e ao mesmo tempo malha e mantém uma dieta saudável pra compensar. E por dentro é um gênio da programação que criou, o google, o BlueBook, que é um sistema de busca muito eficiente.

Destaque para um diálogo sobre o BlueBook, onde Nathan fala para Caleb:
“Sabe, meus concorrentes estavam tão obcecados em sugar e ganhar dinheiro por meio de compras e mídia social. Achavam que ferramenta de pesquisa mapeava O QUE as pessoas pensavam. Mas na verdade eles eram um mapa de COMO as pessoas pensavam”.

Impulso. Resposta. Fluido. Imperfeição. Padronização. Caótico.

A questão filosófica vai além disso esbarrando no conceito de “vontade de potência”, de Nietzche, mas sobre isso não irei falar aqui, pois já há textos muito bons por aí.

Tem outra coisa que o filme me lembrou, que eu não sei se é referência ou se foi ocasional, mas o local onde Ava está presa e a forma como ela fica deitada num divã, e questiona se Caleb a observa por detrás das câmeras, lembra o filme “A pele que habito” de Almodóvar, um outro filme excelente que algum dia falarei por aqui.

Talvez seja uma versão “O endoesqueleto de metal e silicone que habito”, ou “O cérebro positrônico azul que habito”, mesmo assim não podia deixar de citar a cena por que é muito interessante.

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Jhon Erik Voese

Título:Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

Autor:Jhon Erik Voese(todos os textos)

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Comentários

  • Suassuna 11-09-2015 às 02:03:47

    Gostei do texto, irei conferir o filme.

    ¬ Responder
  • Jhon Erik VoeseJhon Erik Voese

    15-09-2015 às 15:51:02

    Que bom, obrigado! Espero que goste do filme também!

    ¬ Responder

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