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As plantas também ficam doentes

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Bricolage Jardim
Visitas: 34
Comentários: 4
As plantas também ficam doentes

Ao contrário do que se possa pensar, as plantas também são suscetíveis de contrair algumas doenças… e sofrer de malformações (deficiências), tal como nós. Por exemplo, as couves podem apresentar hérnias e os pessegueiros padecer de lepra. Na génese destas imperfeições estão alterações no sistema hormonal das plantas. As enfermidades do reino vegetal resultam, amiúde, de variações químicas da água (PH muito elevado, …) ou são consequência direta da escassez ou excesso de substâncias nutritivas.

Os protagonistas destas doenças são micro-organismos que podem pertencer a três categorias: bactérias, vírus e fungos. De facto, eles são responsáveis por males tão diversos como o míldio, a podridão, o oídio, entre outros cerca de cem acometimentos. Atacando a planta em todas as suas partes, a morte será o desfecho mais previsível. De salientar que os fungos se disseminam através do ar, das ferramentas e das próprias mãos, pelo que, sempre que uma planta for afetada, há que destruí-la ou curá-la de imediato.

Existem patologias que habitualmente atacam as plantas ornamentais e outras que apenas molestam géneros específicos de flora. O oídio, que se caracteriza por uma camada branca e poeirenta sobre as folhas e os rebentos de diversas plantas, atinge fortemente as macieiras, pimentos, pepinos, ervilhas, couves, rábanos, nabos, miosótis e rosas. O tempo seco é o mais propenso ao seu aparecimento. Para evitá-lo, basta regar com abundância, cortar os rebentos doentes e, se se justificar, pulverizar com enxofre.

Quando se observa uma penugem na parte inferior das folhas das plantas e o tempo se apresenta quente e húmido, é possível que se esteja diante de uma investida de míldio. No extremo, este mal é capaz de penetrar nas folhas e matar a planta. Assim sendo, é preciso agir logo, erradicando-a ou cobrindo-a com sulfato de cobre e cal apagada.

A podridão cinzenta, que se manifesta pelo desenvolvimento de uma penugem cinzenta nas folhas, caules ou frutos, advém de uma deficiente circulação do ar e é mais frequente em condições climatéricas de frio e humidade. Elimina-se cortando e queimando as frações atingidas.

A ferrugem (pústulas castanhas, vermelhas ou pretas situadas na parte inferior das folhas e nos caules) interfere com o normal desenvolvimento da planta, podendo conduzir à morte desta. Só se combate com produtos químicos.

Os cancros não são um exclusivo do reino animal. As plantas também são atacadas, sobretudo as lenhosas. Encontra-se cancro em árvores de fruto, mas os chorões, as roseiras e as cerejeiras ornamentais são, igualmente, passíveis de vir a experimentá-lo.

Para acautelar problemas com as plantas dos aquários, fatores como a mudança regular da água, a fertilização continuada, a supressão de folhas mortas ou murchas e uma iluminação adequada, atuam a longo prazo para a conservação de uma vegetação saudável.

Há ainda plantas que coadjuvam a protecção de outras, por funcionarem como repelentes de insectos causadores de pragas e outros agentes que as podem lesar. É o caso da alfavaca, do alho, da hortelã, dos coentros e de muitas outras. Claro que uma lagartinha no jardim não representa a ponta de lança de um exército pronto a infestar tudo…!


Maria Bijóias

Título: As plantas também ficam doentes

Autor: Maria Bijóias (todos os textos)

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Comentários     ( 4 )    recentes

  • Rafaela CoronelRafaela

    12-10-2014 às 13:30:59

    Concordo com você! Toda planta necessita de cuidados como qualquer outro tipo de ser criado por Deus. Devemos evitar que elas fiquem assim e é importante conhecer seu tipo de cuidado. As plantas se diferenciam!

    ¬ Responder
  • SophiaSophia

    24-04-2014 às 22:37:57

    Assim como os humanos, as plantas se não receberam os cuidados necessários, ficam doentes e podem até murchar, morrer. Por isso, é importante regar, adubar, enfim.

    ¬ Responder
  • Sónia

    09-12-2013 às 19:57:08

    1.por que enferman las plantas ?
    2.como podemos recuperar un souelo fatigado?
    3.por que son importantes las aportaciones de la epigenética?
    4.como plantear el control biológico al aire libre?
    5.exite relación entre la actividad biológica del suelo y las plagas?

    ¬ Responder
  • Patricia Ferreira Lima Jung

    04-09-2012 às 23:53:41

    Gostaria de enviar fotos das folhagens das plantas que tenho em casa:uma gibóia na sala e um vasinho de hortência na sacada que estão com algumas de suas folhas com as bordas secas.Não sei como tratar. Tem uns invertebrados também no vaso da gibóia que não sei se são prejudiciais. Quando jogo água na planta, eles caem no pratinho e morrem.Tenho um vasinho de flores em cima do tanque na área de serviço que não tem nenhum problema,mas não dá para colocar mais plantas lá. Grata.Moro em SP-capital, bairro de Santa Cecília.

    ¬ Responder

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Martelos e marrettas

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Ferramentas
Martelos e marrettas\"Rua
Os martelos e as marretas são, digamos assim, da mesma família. As marretas poderiam apelidar-se de “martelos com cauda”. Elas são bastante mais robustas e mantêm as devidas distâncias: o cabo é maior.

Ambos constituem, na sua génese, amplificadores de força destinados a converter o trabalho mecânico em energia cinética e pressão.

Com origem no latim medieval martellu, o martelo é um instrumento utilizado para “cacetear” objectos, com propósitos vários, pelo que o seu uso perpassa áreas como o Direito, a medicina, a carpintaria, a indústria pesada, a escultura, o desporto, as manifestações culturais, etcétera, variando, naturalmente, de formas, tamanhos e materiais de composição.

A diversidade dos martelos é, realmente, espantosa. O mascoto, por exemplo, é um martelo grande empregue no fabrico de moedas. Com a crise económica que assola o mundo actualmente, já se imaginam os governantes, a par dos banqueiros, de martelo em punho para que não falte nada às populações…

Há também o marrão que, mais do que o “papa-livros” que tira boas notas a tudo, constitui um grande martelo de ferro, adequado para partir pedra. Sempre poupa trabalho à pobre água mole…

O martelo de cozinha serve para amaciar carne. Daquela que se vai preparar, claro está, e não da de quem aparecer no entretanto para nos martelar a paciência…!

Já no âmbito desportivo, o lançamento do martelo representa uma das provas olímpicas, tendo sido recentemente adoptado na modalidade feminina. Imagine-se se, em vez do martelo, se lançasse a marreta… seria, certamente, mesmo sem juiz nem tribunal, a martelada que sentenciaria a sorte, ou melhor, o azar de alguém!

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Autor:Rua Direita(todos os textos)

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