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No futebol Brasileiro é assim

Categoria: Desporto
Comentários: 1
No futebol Brasileiro é assim

Saiba que o futebol é muito mais do que um esporte na vida dos brasileiros, o futebol é como uma cultura, esta enraizado, é algo que ferve o sangue do povo brasileiro. Muitos encaram o futebol como uma profissionalização e com isso acabaria com a popularização deste esporte. Mas os milhares de brasileiros adeptos e fanáticos por seus clubes, também sabem torcer pela seleção brasileira em quatro em quatro anos com a copa do mundo, os brasileiros também quer ver seu time consagrar-se campeão do maior evento esportivo do país, que é o campeonato Brasileiro de futebol.

O campeonato Brasileiro leva anualmente, cerca de mais de 6 milhões de pessoas aos estádios. Este campeonato começou sua trajetória no inicio em 1971. Foi criado pela confederação Brasileira de Desporto, que atualmente é chamado de Confederação Brasileira de futebol, logo após a copa do México em que o Brasil saiu com o caneco na mão e o titulo de tricampeão mundial. Os principais torneios que aconteciam no Brasil era a taça Brasil, a Taça Roberto Gomes Pedrosa e o Torneio Rio – São Paulo. O torneio Rio – São Paulo deu-se inicio em 1933 e foi há primeira competição de futebol no Brasil que opôs clubes de diferentes Estados. Já a taça Brasil, quem participava da taça Brasil somente as equipes campeãs Estaduais de todo o País. Mas, porém os representantes dos Estados Rio de janeiro e São Paulo já entrava na fase semifinal. Os vencedores da Taça Brasil era os clubes que representava o Brasil em um torneio continental (futura Taça Libertadora da America). A taça Roberto Gomes Pedrosa, o Robertão como ficou conhecido, foi disputando entre 1967 e 1970. Este nome foi dado em homenagem ao goleiro Pedrosa, do São Paulo. Mas a partir de 1968, este passou a ser considerado o torneio mais importante do País.

O Brasil era a única potência do futebol mundial que não possuía um campeonato que reunisse todos os times do país e não apenas os melhores como ocorriam na taça Brasil. Houve grandes problemas enfrentados logo após o início do Brasileirão, mas tudo era a falta de padronização do sistema de disputa, as regras mudavam todo ano as regras e com isso os clubes eram prejudicados, os jogadores e até mesmo os torcedores que já não sabiam mais como acompanhar os jogos e resultados. Ai criou o código do Torcedor em 2003, pelo Congresso Nacional, a Confederação Brasileira de Futebol e assim começou a planejar e organizar o calendário de competições. Os torneios estaduais tiveram seus tempos reduzidos e o Brasileirão passou a ser disputado no sistema de turno e returno. Este sistema exige um calendário mais extenso, o que levou a CBF a também reduzir o número de times competidores.

Waldiney Melo

Título: No futebol Brasileiro é assim

Autor: Waldiney (todos os textos)

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • Vicente SilvaVicente

    02-07-2014 às 00:55:42

    Futebol brasileiro é o melhor do mundo. Povo que grita, que se anima, povo feliz! Só o Brasil é pentacampeão e agora, estamos a conquistar o hexa!! Vamos que vamos, Brasil!

    ¬ Responder

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Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

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Tema: DVD Filmes
Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.\"Rua
Este texto irá falar sobre o filme Ex_Machina, nele podem e vão ocorrer Spoillers, então se ainda não viram o filme, vejam e voltem depois para lê-lo.

Impressões iniciais:

Ponto para o filme. Já que pela sinopse baixei a expectativa ao imaginar que era apenas mais um filme de robôs com complexo de Pinóquio, mas evidentemente que é muito mais que isso.

Desde as primeiras cenas é possível perceber que o filme tem algo de especial, pois não vemos uma cena de abertura com nenhuma perseguição, explosão ou ação sem propósito, típica em filmes hollywoodianos.
Mais um ponto, pois no geral o filme prende mais nos diálogos cerebrais do que na história em si, e isso é impressionante para o primeiro filme, como diretor, de Alex Garland (também roteirista do filme). O filme se mostrou eficiente em criar um ambiente de suspense, em um enredo, aparentemente sem vilões ou perigos, que prende o espectador.

Entrando um pouco no enredo, não é difícil imaginar que tem alguma coisa errada com Nathan Bateman (Oscar Isaac), que é o criador do android Ava (Alicia Vikander), pois ele vive isolado, está trabalhando num projeto de Inteligência Artificial secreto e quando o personagem orelha, Caleb Smith (Domhnall Gleeson), é introduzido no seu ambiente, o espectador fica esperando que em algum momento ele (Nathan) se mostrará como vilão. No entanto isso ocorre de uma forma bastante interessante no filme, logo chegaremos nela.

Falando um pouco da estética do filme, ponto para ele de novo, pois evita a grande cidade (comum nos filmes de FC) como foco e se concentra mais na casa de Nathan, que fica nas montanhas cercadas de florestas e bastante isolado. Logo de cara já é possível perceber que a estética foi pensada para ser lembrada, e não apenas um detalhe no filme. A pesar do ambiente ser isolado era preciso demonstras que os personagens estão em um mundo modernizado, por isso o cineasta opta por ousar na arquitetura da casa de Nathan.

A casa é nesses moldes novos onde a construção se mistura com o ambiente envolta. Usando artifícios como espelhos, muitas paredes de vidro, estruturas de madeira e rochas, dando a impressão de camuflagem para a mesma, coisa que os ambientalistas julgam favorável à natureza. Por dentro se pode ver de forma realista como podem ser as smart-house, não tenho certeza se o termo existe, mas cabe nesse exemplo. As paredes internas são cobertas com fibra ótica e trocam de cor, um efeito que além de estético ajuda a criar climas de suspense, pois há momentos onde ocorrem quedas de energia, então fica tudo vermelho e trancado.

O papel de Caleb á ajudar Nathan a testar a IA de AVA, mas com o desenrolar da história Nathan revela que o verdadeiro teste está em saber se Ava é capaz de “usar”, ou “se aproveitar” de Caleb, que se demonstra ser uma pessoa boa.

Caleb é o típico nerd introvertido, programador, sem amigos, sem família e sem namorada. Nathan também representa a evolução do nerd. O nerd nos dias de hoje. Por fora o cara é careca, barbudão com uns traços orientais (traços indianos, pois a Índia também fica no Oriente), bebê bastante e ao mesmo tempo malha e mantém uma dieta saudável pra compensar. E por dentro é um gênio da programação que criou, o google, o BlueBook, que é um sistema de busca muito eficiente.

Destaque para um diálogo sobre o BlueBook, onde Nathan fala para Caleb:
“Sabe, meus concorrentes estavam tão obcecados em sugar e ganhar dinheiro por meio de compras e mídia social. Achavam que ferramenta de pesquisa mapeava O QUE as pessoas pensavam. Mas na verdade eles eram um mapa de COMO as pessoas pensavam”.

Impulso. Resposta. Fluido. Imperfeição. Padronização. Caótico.

A questão filosófica vai além disso esbarrando no conceito de “vontade de potência”, de Nietzche, mas sobre isso não irei falar aqui, pois já há textos muito bons por aí.

Tem outra coisa que o filme me lembrou, que eu não sei se é referência ou se foi ocasional, mas o local onde Ava está presa e a forma como ela fica deitada num divã, e questiona se Caleb a observa por detrás das câmeras, lembra o filme “A pele que habito” de Almodóvar, um outro filme excelente que algum dia falarei por aqui.

Talvez seja uma versão “O endoesqueleto de metal e silicone que habito”, ou “O cérebro positrônico azul que habito”, mesmo assim não podia deixar de citar a cena por que é muito interessante.

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Jhon Erik Voese

Título:Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

Autor:Jhon Erik Voese(todos os textos)

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Comentários

  • Suassuna 11-09-2015 às 02:03:47

    Gostei do texto, irei conferir o filme.

    ¬ Responder
  • Jhon Erik VoeseJhon Erik Voese

    15-09-2015 às 15:51:02

    Que bom, obrigado! Espero que goste do filme também!

    ¬ Responder

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