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Museu Arqueológico de Atenas

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Arte
Visitas: 6
Museu Arqueológico de Atenas

O Museu Arqueológico Nacional de Atenas sucede com o surgimento de uma nova cidade grega. O primeiro núcleo do museu formou-se em 1829, em Egina, em 1834, foi para Atenas, em 1866 deu-se início à construção do edifício que ia receber até aos dias de hoje o museu. Mais tarde, foi acrescentado o segundo piso.

Encontramos neste Museu antiguidades pré-históricas, como a Cabeça Feminina de Amorgo, datada de 2400 a.C.; antiguidades micénicas, Diadema em ouro de Micenas, do século XVII a.C., a intrigante Máscara de Agamémnon, Rhyton em forma de touro com cornos dourados, Taça áurea de Vaphiò com caça ao touro, século XV a.C., das antiguidades cicládicas, ídolo em forma de violino, de cerca de 2800 a.C., Pequena estátua do tocador de harpa sentado, de 2800-2300 a.C., Pequena estátua do tocador de flauta dupla, de 2800-2300 a.C., da escultura arcaica, Kouros de Sunio, de 600 a.C., Ânfora de Milo com Artemisa e Apolo, de 650 a.C., Kouros de Milo, de 540 a.C., Zeus de Cabo Artemísio, de cerca de 460 a. C., Estela fúnebre com duas figuras femininas, datada entre o século V e o século IV a.C., Estela de Hegeso, de 410-400 a.C., da escultura clássica, Fídias Athena Parthenos, de 438 a.C., Policleto Diadúmeno, de 450-425 a.C., O cavaleiro de Cabo Artemísio, de 140 a.C., Efebo de Maratona, de 340-330 a.C., Efebo de Anticítera, 340-330 a.C., do período helenístico, Estátua acéfala de Artemisa Efésia, do século I a.C., os frescos de Thera com pugilistas, século XVI a.C.

Aquando da erupção vulcânica em 1600 a.C., a cidade Akrotiri ficou submersa de cinzas. Uma casa foi descoberta com frescos, de efeito da arte minoica. Para além dos frescos, encontraram também objetos de decoração muito interessantes.

Os frescos de Thera com pugilistas, do século XVI a.C., contêm dois pugilistas a praticar pugilismo com grande sagacidade. Encontram-se nus, apenas com uma tanga e o cabelo apanhado no alto da cabeça. Os frescos de Thera com antílopes têm alguma ligação com os frescos da ilha de Creta. Sobre um fundo branco, os animais são desenhados com um contorno preto de linha espessa. A cabeça tem detalhes em vermelho.

Daniela Vicente

Título: Museu Arqueológico de Atenas

Autor: Daniela Vicente (todos os textos)

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Martelos e marrettas

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Ferramentas
Martelos e marrettas\"Rua
Os martelos e as marretas são, digamos assim, da mesma família. As marretas poderiam apelidar-se de “martelos com cauda”. Elas são bastante mais robustas e mantêm as devidas distâncias: o cabo é maior.

Ambos constituem, na sua génese, amplificadores de força destinados a converter o trabalho mecânico em energia cinética e pressão.

Com origem no latim medieval martellu, o martelo é um instrumento utilizado para “cacetear” objectos, com propósitos vários, pelo que o seu uso perpassa áreas como o Direito, a medicina, a carpintaria, a indústria pesada, a escultura, o desporto, as manifestações culturais, etcétera, variando, naturalmente, de formas, tamanhos e materiais de composição.

A diversidade dos martelos é, realmente, espantosa. O mascoto, por exemplo, é um martelo grande empregue no fabrico de moedas. Com a crise económica que assola o mundo actualmente, já se imaginam os governantes, a par dos banqueiros, de martelo em punho para que não falte nada às populações…

Há também o marrão que, mais do que o “papa-livros” que tira boas notas a tudo, constitui um grande martelo de ferro, adequado para partir pedra. Sempre poupa trabalho à pobre água mole…

O martelo de cozinha serve para amaciar carne. Daquela que se vai preparar, claro está, e não da de quem aparecer no entretanto para nos martelar a paciência…!

Já no âmbito desportivo, o lançamento do martelo representa uma das provas olímpicas, tendo sido recentemente adoptado na modalidade feminina. Imagine-se se, em vez do martelo, se lançasse a marreta… seria, certamente, mesmo sem juiz nem tribunal, a martelada que sentenciaria a sorte, ou melhor, o azar de alguém!

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Título:Martelos e marrettas

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