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Mães com Sentimento de Culpa

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Outros
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Comentários: 2
Mães com Sentimento de Culpa

Ser mãe é ser maior do que um poeta. É trazer no mundo o maior amor e o maior sentimento. É carregar de forma leve a pesada preocupação constante de ser mãe. Ser mãe é excecional e compensador, mas é também a maior ansiedade que teremos durante toda a vida.

Numa sociedade em que as mulheres têm cada vez mais um papel ativo quer a nível profissional quer enquanto cidadãs, as mulheres mães carregam cada vez mais um sentimento de culpa pelas ausências obrigatórias nas vidas dos filhos.

A vida profissional obriga as mães dos dias de hoje a recorrer muitas vezes aos Tempos Livres e ás atividades extra curriculares de forma a preencher o tempo dos seus filhotes. Em casa e num espaço familiar, as tarefas também ocupam tempo e enquanto faz o jantar, apanha a roupa e prepara lanches para o dia seguinte.

Mas se estas mães heroínas são seres verdadeiramente extraordinários porque é que a sua maioria se sente culpada por não passar mais tempo com os seus filhos?

Mães com sentimento de culpa é um dos nossos maiores problemas na sociedade de hoje e como já é habito não haverem grandes queixas, este problema continua mudo mas sofrido na sociedade de hoje.

Ser mãe a tempo inteiro não é para qualquer uma e muitas são aqueles que defendem que necessitam de um papel ativo na sociedade, mas certo é que vivem de forma demasiado ativa.
Se é uma destas mães, deixe-me que lhe diga que se está a fazer o seu melhor, então não tenha qualquer sentimento de culpa. Quem não conhece o nosso caminho que atire a primeira pedra.

Em segundo lugar, deixe-me colocar-lhe uma pequena questão. Porque é que julga que se tem que jantar todos os dias às 20h em ponto? E porque não ás 20.30 porque esteve no chão da sala a brincar com o seu filho? Não se sinta pressionada para que a sua vida seja um relógio Britânico nas tarefas da casa.

Quando vai fazer o jantar porque não pedir ajuda ao seu filho? Aposto que ele vai adorar fazer a salada.

Na hora de dobrar os lençóis, sabe fazê-lo a dois? O seu petiz vai adorar, para mais se o embrulhar num e lhe fizer algumas cocegas.

Hora do banho? Porque não tomá-lo com a sua filhota? Pentear-lhe o cabelo calmamente no banho vai saber-lhe bem.

Lembra-se de algum jogo que gostasse quando era criança? Então jogue-o com o seu filho após o jantar ou a um Sábado á tarde.

Vá fazer um pic-nic. Para além de descansar, ele vai poder correr e descarregar energias.
Pense em algumas situações em que junto deles possa relaxar ou fazer as tarefas com alguma ajuda. Veja nos seus filhos uma verdadeira diversão ao invés de pensar neles como o seu projeto de vida em que não pode falhar.

Não se sinta culpada por ser uma mãe ocupada. Qualquer uma de nós sente isso e afinal de contas no fundo aquilo que mais nos enche o coração é o amor que temos por eles.


Carla Horta

Título: Mães com Sentimento de Culpa

Autor: Carla Horta (todos os textos)

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Comentários     ( 2 )    recentes

  • Luene ZarcoLuene

    31-08-2014 às 21:58:53

    Ser mãe é uma decisão muito séria. Deve-se pagar o preço da renúncia de seu querer em prol do filho. Se queres ser mãe há de correr os riscos, pois a criança precisa dela durante seus primeiros anos e de maneira integral. A educação dessa criança depende exclusivamente deles.

    ¬ Responder
  • Susana ValeirasSusana Valeiras

    16-09-2012 às 15:15:59

    Sou da opinião que os filhos cada vez mais precisam da presença das mães,pois,cada vez mais somos crianças até mais tarde. Quantas das mães não o queria ser o tempo todo? E quantas mães têm que deixar os bebés de meses ao cuidade de amas?Infelizmente cada vez menos tempo há para os filhos,tornando-se assim o trabalho "mais importante" que os filhos pois sem trabalhar não os podemos ter e sustentar.

    ¬ Responder

Comentários - Mães com Sentimento de Culpa

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Cuidado com as curvas

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Motas
Cuidado com as curvas\"Rua
Quando se fala em motas, delineia-se na nossa mente a figura de um indivíduo, “maluquinho” por estes veículos de duas rodas, vestido com colete preto de couro e envergando umas possantes botas da mesma cor, e, quiçá, umas caveiras ou outros distintivos aqui ou ali, nele ou na moto. Normalmente, os motociclistas, motoqueiros ou motards, como são conhecidos, regem-se por um espírito muito próprio, que ninguém sabe definir muito bem, mas que, sem dúvida, engloba a sensação de liberdade e, por vezes, umas bebedeiras a valer numa qualquer concentração de motas. A parte boa é que, não acontecendo nada de pernicioso à mota e ao seu condutor quando se desafia a sorte desta maneira, uma vez despojado das roupas e acessórios motards, colocando o fato e a gravata, este volta a ser uma pessoa “normal”, imbuído de sentido de responsabilidade e bom senso. Estas características, tão úteis no trabalho e em sociedade, são, amiúde, esquecidas quando se está ao “volante” de uma moto. Cede-se, frequentemente, à tentação de andar muito depressa, de ultrapassar em terceira fila, de passar à frente nas portagens, de desrespeitar o próximo perpetrando atrocidades inacreditáveis e fazendo tudo o que dá na veneta, com a segurança de se estar protegido pelo anonimato do capacete e da pouca ou nenhuma visibilidade da matrícula.

Por outro lado, também existe aquilo a que se chama de solidariedade motard, que apela aos mais puros sentimentos de entreajuda em caso de queda ou outra situação de aflição. Claro que, em determinadas circunstâncias, mais valia que estivessem quietos, em vez de retirar apressadamente o capacete a um colega estendido no chão (é a última coisa a fazer), e noutras ainda bem que se tem assistência em viagem, porque, dada a falta de visão periférica dos companheiros de estrada, bem se podia”esticar o pernil” que não apareceria vivalma para dar uma ajuda.

Definições e conceitos à parte, o motociclismo constitui uma paixão fervorosa de um grande números de indivíduos, com um incremento significativo do género feminino. Faz-se uso da mota por razões não profissionais, por diversão, por se ser praticante desta modalidade, para locomoção, ou, simplesmente, porque se gosta de motos. Seja qual for a razão, os agradecimentos têm de ser dados a Gottlieb Daimler (1834-1890), que inventou o primeiro protótipo. E, já agora, não custa render gratidão também a John Boyd Dunlop, veterinário escocês, que concebeu uma espécie de roda, que corresponde ao nascimento do pneu. Pode, portanto, afirmar-se com toda a legitimidade que um veterinário deu à luz um pneu…!

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Título:Cuidado com as curvas

Autor:Maria Bijóias(todos os textos)

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Comentários

  • letícia Cristina Calixto de Souza 20-06-2013 às 17:19:32

    eu achei muito interessante esse texto por que ele me ajudou a fazer um trabalho escolar mas eu quero falar para a autora desse texto que ela está de parabéns e que esse texto possa incentivar cada pessoa que ler ele então meus parabéns

    ¬ Responder

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