Bem vindo à Rua Direita!
Eu sou a Sophia, a assistente virtual da Rua Direita.
Em que posso ser-lhe útil?

Email

Questão

a carregar
Textos | Produtos                                                    
|
Top 30 | Categorias

Email

Password


Esqueceu a sua password?
Início > Textos > Categoria > Material Escritório > Um prego ou um parafuso?

Um prego ou um parafuso?

Visitas: 89
Comentários: 1
Um prego ou um parafuso?

Português que se preze tem manias. Ora se tem mania que se percebe de doenças, ora de futebol (verdadeiros treinadores de bancadas), de leis, eletrodomésticos (somos todos técnicos especializados, obviamente) e até de engenharia se for necessário. Português que é Português é entendido e pronto. Ponto final no assunto.

Se nos achamos tão entendidos em tanta coisa, não poderíamos deixar de saber tudo, mas mesmo tudo sobre bricolage e obras. Ora se é um destes entendidos, não vale a pena continuar a ler. Mas se ficou curioso relativamente ao que se segue, deixe-se ficar por aí, pois quem sabe, não é tão entendido e até pode aprender.

Quando é hora de pregar qualquer coisa lá em casa, consulta manuais ou instintivamente pega num prego e num martelo e vai de marcar paredes?

Saiba que na hora de pregar, prender, agarrar, estruturar, existem diferenças e por isso nem sempre um prego é o ideal.

Que os pregos entraram em desuso é uma grande verdade e quando muitas paredes são forradas a pladur, o prego está proibido.

Por exemplo, se quer pendurar um quadro, não mexa na caixa dos pregos e opte por um parafuso.

Como é entendido (assim julgamos), sabe que um parafuso não se coloca sozinho. Vai então precisar de um berberquim para fazer um pequeno furo na parede. Obviamente que vai ter de verificar a broca do berbequim, pois esta deve ser própria para paredes e não para madeiras, mas isto já você deve saber.

Depois do buraco feito, coloca-se uma bucha e só de seguida o parafuso, que quando apertado pela chave de fendas ou aparafusadora, vai fazer alargar a bucha, o que faz com que o conjunto fique preso à parede.

Se está a montar um armário ou um móvel, o ideal é também utilizar parafusos. Por norma os móveis novos para montar em casa já vêm acompanhados pelos respetivos parafusos, mas se esse não for o caso, compre parafusos destinados a madeira. Estes são normalmente feitos de metal ou aço macio e aqui não vai precisar de uma bucha, tendo em conta que o orifício onde vai aparafusar o parafuso é ligeiramente mais apertado.

Se o que lhe agrada mesmo são os pregos, deixe-me que lhe indique que estes são bons é para madeira. Mas atenção que existem também pregos para várias tarefas. Pregos em cobre, latão, alumínio e outros, podem fazer toda a diferença na realização do seu trabalho. Se leu até aqui, espero que tenha aprendido alguma coisa, mas afinal, não falei nada que já não soubesse, não é?


Carla Horta

Título: Um prego ou um parafuso?

Autor: Carla Horta (todos os textos)

Visitas: 89

776 

Imagem por: kevindooley

Deixe o seu comentárioDeixe o seu comentário

Comentários     ( 1 )    recentes

  • Edinelson LopesEdinelson Lopes

    31-07-2011 às 21:21:30

    ...eu já sabia! hehehe

    ¬ Responder

Comentários - Um prego ou um parafuso?

voltar ao texto
  • Avatar *     (clique para seleccionar)


  • Nome *

  • Email

    opcional - receberá notificações

  • Mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios


  • Notifique-me de comentários neste texto por email.

  • Notifique-me de respostas ao meu comentário por email.

Pulp Fiction: 20 anos depois

Ler próximo texto...

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Arte
Pulp Fiction: 20 anos depois\"Rua
Faz hoje 20 anos que estreou um dos mais importantes ícones cinematográficos americanos.

Pulp Fiction é um marco do cinema, que atirou para a ribalta Quentin Tarantino e as suas ideias controversas (ainda poucos tinham visto o brilhante “Cães Danados”).

Repleto de referências ao cinema dos anos 70 e com uma escolha de casting excepcional, Pulp Fiction conquistou o público com um discurso incisivo (os monólogos bíblicos de Samuel L. Jackson são um exemplo disso), uma violência propositadamente mordaz e uma não linearidade na sucessão dos acontecimentos, tudo isto, associado a um ritmo alucinante.

As três narrativas principais entrelaçadas de dois assassinos, um pugilista e um casal, valeram-lhe a nomeação para sete Óscares da Academia, acabando por vencer na categoria de Melhor Argumento Original, ganhando também o Globo de Ouro para Melhor Argumento e a Palma D'Ouro do Festival de Cannes para Melhor Filme.

O elenco era composto por nomes como John Travolta, Samuel L. Jackson, Bruce Willis, Uma Thurman e (porque há um português em cada canto do mundo) Maria de Medeiros.

Para muitos a sua banda sonora continua a constar na lista das melhores de sempre, e na memória cinéfila, ficam eternamente, os passos de dança de Uma Thurman e Travolta.

As personagens pareciam ser feitas à medida de cada actor.
Para John Travolta, até então conhecido pelos musicais “Grease” e “Febre de Sábado à Noite”, dar vida a Vincent Vega foi como um renascer na sua carreira.

Uma Thurman começou por recusar o papel de Mia Wallace, mas Tarantino soube ser persuasivo e leu-lhe o guião ao telefone até ela o aceitar.

Começava ali uma parceria profissional (como é habitual de Tarantino) que voltaria ao topo do sucesso com “Kill Bill”, quase 10 anos depois.

Com um humor negro afiadíssimo, Tarantino provou em 1994 que veio para revolucionar o cinema independente americano e nasceu aí uma inspirada carreira de sucesso, que ainda hoje é politicamente incorrecta, contradizendo-se da restante indústria.

Pulp Fiction é uma obra genial. Uma obra crua e simultaneamente refrescante, que sobreviveu ao tempo e se tornou um clássico.
Pulp Fiction foi uma lição de cinema!

Curiosidade Cinéfila:
pulp fiction ou revista pulp são nomes dados a revistas feitas com papel de baixa qualidade a partir do início de 1900. Essas revistas geralmente eram dedicadas às histórias de fantasia e ficção científica e o termo “pulp fiction” foi usado para descrever histórias de qualidade menor ou absurdas.

Pesquisar mais textos:

Carla Correia

Título:Pulp Fiction: 20 anos depois

Autor:Carla Correia(todos os textos)

Imagem por: kevindooley

Alerta

Tipo alerta:

Mensagem

Conte-nos porque marcou o texto. Essa informação não será publicada.

Pesquisar mais textos:

Deixe o seu comentário

  • Nome *

  • email

    opcional - receberá notificações

  • mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios