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Toners e Cartuchos

Toners e Cartuchos

Os custos de material dentro de um escritório, pode transformar-se num assunto preocupante. Para que um determinado trabalho seja feito, dentro do escritório de uma empresa, independentemente do seu ramo, é necessário muitas vezes não olhar a meios quando chega a hora de gastar.

Se para qualquer negócio se tornou essencial os telefones e a internet, desde sempre o uso do papel e a impressão fazem parte da história e ocupam um lugar único na gestão, controlo e funcionamento de qualquer empresa.

Se bem se lembram, na altura em que as máquinas de escrever ocupavam um lugar de destaque nas empresas, a fita ficava gasta e tinha de ser trocada. Mesmo quando a fita das máquinas eram usada várias vezes (usando o velho truque de as rebobinar ou virar ao contrário), chegava sempre uma altura em que era necessário algum investimento. Naturalmente que com o desenvolvimento das novas tecnologias, a velhinha maquina de escrever foi substituída e a fita que se trocava, passou a dar lugar a toners e cartuchos de tinteiros.

Na altura de comprar uma impressora, a atenção nos consumíveis é um factor de extrema importância, mas muitas vezes o valor do equipamento é tomado em consideração, e as segundas núpcias (os gastos com os tinteiros) trazem grandes dissabores.

Para economizar os valores que se podem gastar em toners e cartuchos, o ideal é optar por os recarregáveis ou os compatíveis.

Os toners e cartuchos da marca, recarregáveis e os compatíveis, apresentam diferenças entre si.

Naturalmente que os originais são sempre os aconselhados. O uso de toners da marca, salvaguardam em termos de garantia e o resultado final, nunca apresenta falhas. São mais caros mas de uma qualidade inatingível pelas outras opções.

Quanto aos recarregáveis, as formas são várias. Podem ser recarregados, quando vazios e gastos, em loas da especialidade, pedir a uma empresa que faça a recolha, o carregamento e a entrega, ou pode comprar os depósitos grandes, e através de uma seringa, recarregar você mesmo o tinteiro. Aqui o factor de amigo do ambiente ganha pontos, pois nunca manda os tinteiros para o lixo.

Por último, os compatíveis. Normalmente não podem ser recarregados, mas existem alguns que a possibilidade até existe. No entanto, o baixo valor dos compatíveis, permite-nos a preguiça de os carregar, mesmo que seja em casa. Podem ser encontrados em grandes superfícies comerciais de materiais de escritório e a qualidade também é bastante boa.

No fundo, aquilo que muito nos preocupava relativamente a preços e qualidade pode ser hoje ultrapassado com algumas opções que nos dão a escolher de forma simples que tipo de toners e cartuchos escolher.


Carla Horta

Título: Toners e Cartuchos

Autor: Carla Horta (todos os textos)

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Imagem por: delabarrera

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Pulp Fiction: 20 anos depois

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Tema: Arte
Pulp Fiction: 20 anos depois\"Rua
Faz hoje 20 anos que estreou um dos mais importantes ícones cinematográficos americanos.

Pulp Fiction é um marco do cinema, que atirou para a ribalta Quentin Tarantino e as suas ideias controversas (ainda poucos tinham visto o brilhante “Cães Danados”).

Repleto de referências ao cinema dos anos 70 e com uma escolha de casting excepcional, Pulp Fiction conquistou o público com um discurso incisivo (os monólogos bíblicos de Samuel L. Jackson são um exemplo disso), uma violência propositadamente mordaz e uma não linearidade na sucessão dos acontecimentos, tudo isto, associado a um ritmo alucinante.

As três narrativas principais entrelaçadas de dois assassinos, um pugilista e um casal, valeram-lhe a nomeação para sete Óscares da Academia, acabando por vencer na categoria de Melhor Argumento Original, ganhando também o Globo de Ouro para Melhor Argumento e a Palma D'Ouro do Festival de Cannes para Melhor Filme.

O elenco era composto por nomes como John Travolta, Samuel L. Jackson, Bruce Willis, Uma Thurman e (porque há um português em cada canto do mundo) Maria de Medeiros.

Para muitos a sua banda sonora continua a constar na lista das melhores de sempre, e na memória cinéfila, ficam eternamente, os passos de dança de Uma Thurman e Travolta.

As personagens pareciam ser feitas à medida de cada actor.
Para John Travolta, até então conhecido pelos musicais “Grease” e “Febre de Sábado à Noite”, dar vida a Vincent Vega foi como um renascer na sua carreira.

Uma Thurman começou por recusar o papel de Mia Wallace, mas Tarantino soube ser persuasivo e leu-lhe o guião ao telefone até ela o aceitar.

Começava ali uma parceria profissional (como é habitual de Tarantino) que voltaria ao topo do sucesso com “Kill Bill”, quase 10 anos depois.

Com um humor negro afiadíssimo, Tarantino provou em 1994 que veio para revolucionar o cinema independente americano e nasceu aí uma inspirada carreira de sucesso, que ainda hoje é politicamente incorrecta, contradizendo-se da restante indústria.

Pulp Fiction é uma obra genial. Uma obra crua e simultaneamente refrescante, que sobreviveu ao tempo e se tornou um clássico.
Pulp Fiction foi uma lição de cinema!

Curiosidade Cinéfila:
pulp fiction ou revista pulp são nomes dados a revistas feitas com papel de baixa qualidade a partir do início de 1900. Essas revistas geralmente eram dedicadas às histórias de fantasia e ficção científica e o termo “pulp fiction” foi usado para descrever histórias de qualidade menor ou absurdas.

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Carla Correia

Título:Pulp Fiction: 20 anos depois

Autor:Carla Correia(todos os textos)

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