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...e viveram felizes para sempre!

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Outros
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Comentários: 3
...e viveram felizes para sempre!

Ano após ano a mulher foi criada com a ideia de que só começaria a ser feliz depois que se casasse. E infelizmente essa ideia continua a ser plantada em nossas meninas através de filmes, novela, livros. No último capitulo das novelas sempre tem um (ou mais) casamento. É o tal final feliz ou “...e viveram felizes para sempre”.

A felicidade como um estado pleno não existe e se existisse se tornaria algo tão comum, tão sem graça que não a valorizaríamos.

Felicidade existe sim, mas em momentos: somos felizes e infelizes na infância, na adolescência, quando casamos, descasamos, no nascimento dos filhos, dos netos...

Mas deixar sua felicidade na responsabilidade de outra pessoa, além de não ser justo para com esta outra pessoa, é deixar de ser feliz hoje com o que tem, com o que sente, com o que você é.

Nada mais prazeroso do que estudar, se encontrar numa profissão, num esporte, descobrir o mundo, fazer o que gosta e de repente acrescentar em sua vida um cúmplice, um companheiro para somar a sua vida outras idéias, outra criação, outros valores.

A mulher idealiza o casamento: a cerimônia, o vestido de noiva, as alianças, a festa de receção, as lembrancinhas, os presentes, a viagem de lua de mel... Acredita realmente que seu noivo seja um príncipe, daqueles dos contos de fadas mas quando acorda do sonho, descobre-se casada com um sapo e com uma casa para cuidar (lavar, passar, cozinhar).

Ninguém prepara os noivos para o casamento das famílias: vai ter que conviver, pacificamente se possível, com os pais, irmãos, sobrinhos, toda a família um do outro...

É possível ser feliz após o casamento?

Sim, é possível, desde que desmistifique algumas figuras idealizadas: com exceção de poucos da realeza européia, os homens não são príncipes, assim como as mulheres não são princesas.

Um dos  maiores erros da mulher é achar que pode mudar o homem (não pode, eles não mudam e têm orgulho disso) e os homem acharem que a sua mulher nunca vai mudar (elas mudam e nem sempre para melhor). Sabedores destas peculiaridades psicológicas, vá em frente. Case! Tenha momentos felizes e outros nem tanto, pois isso faz parte do pacote chamado vida!


E acima de tudo não sonhe com família de propaganda de margarina, pois elas não existem. E ainda bem por isso, pois ter uma vida previsível, certinha seria bastante tedioso, algo que também não segura casamento.

Casamento é antes de tudo uma parceria, viver com alguém para dividir a vida e seu cotidiano.


Rosana Pegoraro

Título: ...e viveram felizes para sempre!

Autor: Rosana Pegoraro (todos os textos)

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Comentários     ( 3 )    recentes

  • Luene ZarcoLuene

    17-08-2014 às 23:15:49

    A felicidade tem muito a ver com satisfação interior. Temos momentos bons e ruins na vida, mas quem entende sobre si mesma sabe que independente de tudo, está satisfeita, ou seja feliz, porque é justamente uma decisão da pessoa e não um estado, um sentimento. Um dia a gente sente algo, no outro, não sente mais, então, não dá pra viver assim. Temos que viver o melhor de nós: amando, alegrando, trabalhando, estudando, viajando e tendo também um companheiro que complemente isso!

    ¬ Responder
  • Wallace RandalWallace Randal

    16-09-2012 às 20:12:24

    Adorei seu texto, você tem toda a razão. A felicidade é algo que pode ser conquistado de várias formas, e o casamento pode ser incluído. Mas não significa que ele pode mantê-lo. Relacionamentos são difíceis e é uma construção para todas as pessoas. E com certeza devemos montar uma família apenas quando nos sentirmos seguros com quem estamos, para que não haja arrependimentos futuros. O divórcio não é ruim, ruim são suas consequências.

    ¬ Responder
  • Glaucia AlvesGLAUCIA ALVES

    13-01-2010 às 19:20:52

    É bom saber que hoje em dia, apesar das pressões sociais e familiares, muitas mulheres já descobriram que não é preciso estar casada para se sentir realizada.
    Muitos casamentos e relacionamentos acabam não dando certo, porque nos sentimos tão desesperadas e pressionadas para encontrar alguém que fingimos não enxergar certos defeitos ou exageramos certas qualidades.
    Há muita coisa que se fazer, ver, ler e viver e se por enquanto não há ninguém bacana por aí ou se estamos focadas em outras coisas, devemos viver conforme nossas próprias verdades e deixar de lado esses modelos pré-estabelecidos de vida que acabam nos aprisionando. O importante é viver de acordo com nossas próprias verdades!

    ¬ Responder

Comentários - ...e viveram felizes para sempre!

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Cuidado com as curvas

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Motas
Cuidado com as curvas\"Rua
Quando se fala em motas, delineia-se na nossa mente a figura de um indivíduo, “maluquinho” por estes veículos de duas rodas, vestido com colete preto de couro e envergando umas possantes botas da mesma cor, e, quiçá, umas caveiras ou outros distintivos aqui ou ali, nele ou na moto. Normalmente, os motociclistas, motoqueiros ou motards, como são conhecidos, regem-se por um espírito muito próprio, que ninguém sabe definir muito bem, mas que, sem dúvida, engloba a sensação de liberdade e, por vezes, umas bebedeiras a valer numa qualquer concentração de motas. A parte boa é que, não acontecendo nada de pernicioso à mota e ao seu condutor quando se desafia a sorte desta maneira, uma vez despojado das roupas e acessórios motards, colocando o fato e a gravata, este volta a ser uma pessoa “normal”, imbuído de sentido de responsabilidade e bom senso. Estas características, tão úteis no trabalho e em sociedade, são, amiúde, esquecidas quando se está ao “volante” de uma moto. Cede-se, frequentemente, à tentação de andar muito depressa, de ultrapassar em terceira fila, de passar à frente nas portagens, de desrespeitar o próximo perpetrando atrocidades inacreditáveis e fazendo tudo o que dá na veneta, com a segurança de se estar protegido pelo anonimato do capacete e da pouca ou nenhuma visibilidade da matrícula.

Por outro lado, também existe aquilo a que se chama de solidariedade motard, que apela aos mais puros sentimentos de entreajuda em caso de queda ou outra situação de aflição. Claro que, em determinadas circunstâncias, mais valia que estivessem quietos, em vez de retirar apressadamente o capacete a um colega estendido no chão (é a última coisa a fazer), e noutras ainda bem que se tem assistência em viagem, porque, dada a falta de visão periférica dos companheiros de estrada, bem se podia”esticar o pernil” que não apareceria vivalma para dar uma ajuda.

Definições e conceitos à parte, o motociclismo constitui uma paixão fervorosa de um grande números de indivíduos, com um incremento significativo do género feminino. Faz-se uso da mota por razões não profissionais, por diversão, por se ser praticante desta modalidade, para locomoção, ou, simplesmente, porque se gosta de motos. Seja qual for a razão, os agradecimentos têm de ser dados a Gottlieb Daimler (1834-1890), que inventou o primeiro protótipo. E, já agora, não custa render gratidão também a John Boyd Dunlop, veterinário escocês, que concebeu uma espécie de roda, que corresponde ao nascimento do pneu. Pode, portanto, afirmar-se com toda a legitimidade que um veterinário deu à luz um pneu…!

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Maria Bijóias

Título:Cuidado com as curvas

Autor:Maria Bijóias(todos os textos)

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Comentários

  • letícia Cristina Calixto de Souza 20-06-2013 às 17:19:32

    eu achei muito interessante esse texto por que ele me ajudou a fazer um trabalho escolar mas eu quero falar para a autora desse texto que ela está de parabéns e que esse texto possa incentivar cada pessoa que ler ele então meus parabéns

    ¬ Responder

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