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Mobiliário - A estética de um escritório micro

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Mobiliário
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Mobiliário - A estética de um escritório micro

Ao entrarmos numa empresa com grandes dimensões, encontramo-nos por norma em espaços com design exclusivo e arejado, onde o mobiliário é normalmente minimalista, e o aspeto muito limpo e desejável. Ora se as grandes empresas conseguem obter todas estas características positivas, visto o poder financeiro permitir-lhes, não só obter grandes espaços, mas profissionais que os ajudem a desenvolver um excelente decoração, o mesmo pode não acontecer com as pequenas e médias empresas.

Se falarmos de uma média empresa, a decoração, por exemplo, até pode ser um tanto que requintada mas, para uma pequena empresa, existem vários aspetos que se tornam complicados face à frágil estrutura financeira.

Mas se de apresentação se fala quando se reparam nas diferenças de uma pequena, média ou grande empresa, também de custos com a estética e com materiais se deve falar.

A pensar em mini e micro empresas, muitos são os mobiliários multi-facetados que lojas e grandes superfícies apresentam como soluções.

Quer em termos de espaço quer no valor de venda, o mobiliário para pequenas empresas é cada vez mais procurado, quando o mercado de trabalho procura um funcionário multi-facetado em vez de dois ou três funcionários.

Também existe a alternativa de reciclar móveis usados e utilizando as mais variadas técnicas de recuperação de mobiliário o efeito torna-se barato e engraçado. Porque não alterar as cores de um armário velho pintando-o e aplicando um stencil?

Se uma micro empresa se vê na necessidade de pagar a colaboradores multi-facetados na tentativa de controlar custos, porque não recuperar mobiliário e alterar ligeiramente o escritório, também com a intenção de poupar dinheiro.

Se ao pintarmos uma parede ou mudarmos um tapete, uma sala fica com um aspeto diferente, trocarmos os estofos das cadeiras também vão trazer mudanças.

Apresentar o melhor ambiente a um cliente enquanto oferece um ambiente familiar e confortável aos seus funcionários é uma forma de poupar nos custos de mobiliário e de aumentar a produção dos colaboradores.

Atendendo à necessidade de qualquer empresa de ter uma boa apresentação, existem formas de se reciclar, poupando e apresentando um aspeto profissional, clean e de grande seriedade, como é essencial a qualquer empresa. Também aqui é possível, com pouco investimento apresentar um bom trabalho.

Quer tenha de investir um pouco, quer decida reciclar e brincar com o mobiliário que já tem, é essencial que não descure a imagem do seu escritório.


Carla Horta

Título: Mobiliário - A estética de um escritório micro

Autor: Carla Horta (todos os textos)

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Imagem por: mkosut

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Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal\"Rua
Gertrude Stein foi uma escritora de peças de teatro, de peças de opera, de ficção, de biografia e de poesia, nascida nos Estados Unidos da América, e escreveu a Autobiografia de Alice B. Toklas, vestindo a pele, e ouvindo pela viva voz da sua companheira de 25 anos de vida, os relatos da historia de ambas, numa escrita acessível, apresentando situações caricatas ou indiscretas de grandes vultos da arte e da escrita da sua época. Alice B. Toklas foi também escritora, apesar de ter vivido sempre um pouco na sombra de Stein. Apesar de ambas terem crescido na Califórnia, apenas se conheceram em Paris, em 1907.


Naquela altura, Gertrude vivia há quatro anos com o seu irmão, o artista Leo Stein, no numero 27 da rue de Fleurus, num apartamento que se tinha transformado num salão de arte, recebendo exposições de arte moderna, e divulgando artistas que viriam a tornar-se muito famosos. Nestes anos iniciais em Paris, Stein estava a escrever o seu mais importante trabalho de início de carreira, Three Lives (1905).


Quando Gertrude e Alice se conheceram, a sua conexão foi imediata, e rapidamente Alice foi viver com Gertrude, tornando-se sua parceira de escrita e de vida. A casa, como se referiu atrás, tornou-se um local de reunião para escritores e artistas da vanguarda da época. Stein ajudou a lançar as carreiras de Matisse, e Picasso, entre outros, e passou a ser uma espécie de teórica de arte, aquela que descrevia os trabalhos destes artistas. No entanto, a maior parte das críticas que Stein recebia, acusavam-na de utilizar uma escrita demasiado densa e difícil, pelo que apenas em 1933, com a publicação da Autobiografia de Alice B. Toklas, é que o trabalho de Gertrude Stein se tornou de facto reconhecido e elogiado.


Alice foi o apoio de Gertrude, foi a dona de casa, a cozinheira, grande cozinheira aliás, vindo mais tarde a publicar algumas das suas receitas, e aquela que redigia e corrigia o que Gertrude lhe ditava. Assim, Toklas fundou uma pequena editora, a Plain Editions, onde publicava o trabalho de Gertrude. Aliás, é reconhecido nesta Autobiografia, que o papel de Gertrude, no casal, era o de marido, escrevendo e discutindo arte com os homens, enquanto Alice se ocupava da casa e da cozinha, e de conversar sobre chapéus e roupas com as mulheres dos artistas que visitavam a casa. Depois da morte de Gertrude, Alice continuou a promover o trabalho da sua companheira, bem como alguns trabalhos seus, de culinária, e um de memórias da vida que ambas partilharam.


Assim, este livro que inspirou o filme “Meia noite em Paris”, de Woody Allen, é um livro a não perder, já nas livrarias em Portugal, pela editora Ponto de Fuga.

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Liliana Félix Leite

Título:Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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