Bem vindo à Rua Direita!
Eu sou a Sophia, a assistente virtual da Rua Direita.
Em que posso ser-lhe útil?

Email

Questão

a carregar
Textos | Produtos                                                    
|
Top 30 | Categorias

Email

Password


Esqueceu a sua password?
Início > Textos > Categoria > Material Escritório > Impressoras - Laser ou a jato de tinta?

Impressoras - Laser ou a jato de tinta?

Visitas: 4
Comentários: 4
Impressoras - Laser ou a jato de tinta?

As novas tecnologias acompanham-nos para onde quer que se vá. Se há uns bons anos atrás se pensava que o computador era algo estático, logo houve quem inventasse um computador portátil, para provar que hoje em dia tudo se cria.

Com tantas criações tecnológicas, a lei da oferta e da procura instalou-se e como acontece desde os primórdios, a concorrência e a variedade de produtos que fazem a mesmíssima coisa apareceu. É inegável a importância dos computadores e redes informáticas hoje em dia. Organização pessoal, empresarial e nacional, dependem de sistemas (muitos deles em rede) informáticos para controlo e facilidade de busca.

Bases de dados com informações preciosas, que ficam guardadas muitas vezes em espaços virtuais, tornam-nos cada vez mais dependentes da tecnologia.

Independentemente das informações, textos documentos ou até fotografias que constem no computador que utilizamos, uma das maiores necessidades que temos é a impressão.

Imprimir um documento pode á partida ser um ato perfeitamente normal no dia a dia de milhões de pessoas, mas sendo um utilizador assíduo de um computador e de uma impressora, sabe as diferenças entre um aparelho a jato de tinta e um aparelho a laser? Existem e além de as identificarmos, ainda lhe dizemos o que deve escolher na altura da compra.

As impressoras a laser (as posteriores a rolo) partilham a tecnologia com as fotocopiadoras. Depois de uma folha ter sido puxada pelos rolamentos da fotocopiadora, a superfície copia, scaneando a laser a superfície do tambor (a parte de vidro da fotocopiadora), deixando com carga uma marca com milhões de pontinhos correspondente aos textos ou às imagens. Essa carga é usada para forçar o tonner a ser aderido pela superfície do tambor. O papel e o tambor entram em contacto e as cargas diferentes fazem com que o tonner seja aderido ao papel. Nos rolamentos de saída, o papel é aquecido o que faz com que o tonner seja derretido e fundido ao papel.

Já nas impressoras de jato, a tinta é feita à base de água e tinta de secagem rápida. A tinta é disparada por uma pequena boquilha para o papel. O conjunto da cabeça de impressão é movido por um motor, que move a cabeça ao longo do papel, afim de, produzir o texto ou a imagem.

Se necessita de imprimir inúmeros textos e relatórios, ou se está a pensar comprar uma impressora para o escritório, decida-se por uma a laser. Conhecida pela capacidade out, as cópias saem a um baixo custo.

Se quer poupar dinheiro na compra de uma impressora, opte por uma a jato de tinta, mas o número de cópias vai ser com toda a certeza menor do que numa impressora a jato de tinta.


Carla Horta

Título: Impressoras - Laser ou a jato de tinta?

Autor: Carla Horta (todos os textos)

Visitas: 4

663 

Imagem por: Sir Adavis

Deixe o seu comentárioDeixe o seu comentário

Comentários     ( 4 )    recentes

  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoRafael

    24-07-2012 às 11:01:06

    Com as novas tecnologias e com a forma como nos dias de hoje se pode poupar nas impressões, julgo que este problema ou esta escolha obrigatória deixa de ser uma dor de cabeça.
    Arquivo informaticamente todos os documentos e além de estarem guardados no computador, e no disco externo, tenho-os num arquivo a que chamo de nuvem. É um arquivo on-line a que posso aceder em qualquer lado do mundo. Alem de gratuito, este arquivo on-line é ecológico. Imprimir, é só quando é estritamente necessário.
    Quando o faço, imprimo em folhas recicladas e com tinteiros recarregáveis. Há que poupar no dinheiro e no ambiente.

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoGonçalo

    24-07-2012 às 11:00:50

    É uma boa ideia estas máquinas, mas já estive a pesquisar e só encontro empresas que as alugam perante um valor de aluguer mensal. Será que vale a pena? Julgo que em muito pouparia pois como mando fazer capas de processos para arquivo, assim poderá começar a imprimi-los quando necessitasse deles e não ser obrigado encomendá-los em quantidades industriais.

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoAnabela

    23-07-2012 às 12:50:46

    Também adotei esses sistema das máquinas alugadas. As cópias ficam mais baratas e têm uma melhor qualidade.
    Todos os funcionários fazem sempre cópias pessoais e isto são custos que acabam por ser injustamente pagos pelas empresas. Quando coloquei a nova fotocopiadora em que cada um deles tem um código, essas cópias deixaram de ser feitas ou pelo menos de forma muito reduzida. Os funcionários não as pagam, mas sentem que a qualquer momento podem ser controlados nesses sentido.
    Acho que ainda foi mais aqui que poupei. Apesar de nós, entidade patronal sabermos mais ou menos quem era o abusador, não existiam provas concretas, pelo que confrontar era sempre um risco. Assim deixou de haver abusos por parte seja de quem for.

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoHumberto

    23-07-2012 às 12:50:22

    No meu escritório sempre se gastaram muitos tinteiros. No início, os tinteiros eram caríssimos, fossem de tinta ou a laser. A laser, o investimento custava mais, mas de facto duravam muito mais. Desde o ano passado adotei um sistema novo. Contactei uma empresa que aluga impressoras a laser em tamanho grande. Fazem cópias e digitalizações em vários tamanhos e com uma qualidade fantásticas. Não pago nada dos alugueres mas sim das cópias. Como cada funcionário meu tem um código para tirar cópias, também aqui se evitam custos pessoais de cada um deles. Isto porque já sabemos que os funcionários caiem sempre na tentação de tirar cópias para eles e assim, com este controlo, essa situação é evitada.

    ¬ Responder

Comentários - Impressoras - Laser ou a jato de tinta?

voltar ao texto
  • Avatar *     (clique para seleccionar)


  • Nome *

  • Email

    opcional - receberá notificações

  • Mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios


  • Notifique-me de comentários neste texto por email.

  • Notifique-me de respostas ao meu comentário por email.

Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

Ler próximo texto...

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal\"Rua
Gertrude Stein foi uma escritora de peças de teatro, de peças de opera, de ficção, de biografia e de poesia, nascida nos Estados Unidos da América, e escreveu a Autobiografia de Alice B. Toklas, vestindo a pele, e ouvindo pela viva voz da sua companheira de 25 anos de vida, os relatos da historia de ambas, numa escrita acessível, apresentando situações caricatas ou indiscretas de grandes vultos da arte e da escrita da sua época. Alice B. Toklas foi também escritora, apesar de ter vivido sempre um pouco na sombra de Stein. Apesar de ambas terem crescido na Califórnia, apenas se conheceram em Paris, em 1907.


Naquela altura, Gertrude vivia há quatro anos com o seu irmão, o artista Leo Stein, no numero 27 da rue de Fleurus, num apartamento que se tinha transformado num salão de arte, recebendo exposições de arte moderna, e divulgando artistas que viriam a tornar-se muito famosos. Nestes anos iniciais em Paris, Stein estava a escrever o seu mais importante trabalho de início de carreira, Three Lives (1905).


Quando Gertrude e Alice se conheceram, a sua conexão foi imediata, e rapidamente Alice foi viver com Gertrude, tornando-se sua parceira de escrita e de vida. A casa, como se referiu atrás, tornou-se um local de reunião para escritores e artistas da vanguarda da época. Stein ajudou a lançar as carreiras de Matisse, e Picasso, entre outros, e passou a ser uma espécie de teórica de arte, aquela que descrevia os trabalhos destes artistas. No entanto, a maior parte das críticas que Stein recebia, acusavam-na de utilizar uma escrita demasiado densa e difícil, pelo que apenas em 1933, com a publicação da Autobiografia de Alice B. Toklas, é que o trabalho de Gertrude Stein se tornou de facto reconhecido e elogiado.


Alice foi o apoio de Gertrude, foi a dona de casa, a cozinheira, grande cozinheira aliás, vindo mais tarde a publicar algumas das suas receitas, e aquela que redigia e corrigia o que Gertrude lhe ditava. Assim, Toklas fundou uma pequena editora, a Plain Editions, onde publicava o trabalho de Gertrude. Aliás, é reconhecido nesta Autobiografia, que o papel de Gertrude, no casal, era o de marido, escrevendo e discutindo arte com os homens, enquanto Alice se ocupava da casa e da cozinha, e de conversar sobre chapéus e roupas com as mulheres dos artistas que visitavam a casa. Depois da morte de Gertrude, Alice continuou a promover o trabalho da sua companheira, bem como alguns trabalhos seus, de culinária, e um de memórias da vida que ambas partilharam.


Assim, este livro que inspirou o filme “Meia noite em Paris”, de Woody Allen, é um livro a não perder, já nas livrarias em Portugal, pela editora Ponto de Fuga.

Pesquisar mais textos:

Liliana Félix Leite

Título:Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

Imagem por: Sir Adavis

Alerta

Tipo alerta:

Mensagem

Conte-nos porque marcou o texto. Essa informação não será publicada.

Pesquisar mais textos:

Deixe o seu comentário

  • Nome *

  • email

    opcional - receberá notificações

  • mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios