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Um Economato Perfeito

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Um Economato Perfeito

Se trabalha todos os dias sentado em frente à secretária, sabe com toda a certeza quais os materiais de escritório essenciais para o melhor desempenho.

Num mundo em que todos somos diferentes, na hora de escolher os materiais básicos para um trabalho de secretária, as opções também diferem de indivíduo para indivíduo.

Há quem escolha um conjunto de boas canetas, todas com o mesmo designe, que expõem de forma orgulhosa e vaidosa, mas outros há que qualquer caneta serve, mesmo que seja propriedade do vizinho da secretária ao lado.

Se há quem escolha o agrafador da mesma cor que o furador, também há quem nem sequer repare nisso. Pois bem, as diferenças instalam-se num escritório, como em qualquer outro lado, e desde que o objetivo de um bom e bem sucedido trabalho seja alcançado, pouco importa se o rascunho de um relatório foi feito com milhentas cores ou se pelo contrario, foi todo riscado a preto.

Apesar de muitos haver que gostam de escrever com a sua própria caneta, o certo é que a maior parte das empresas faculta todos os materiais de escritório aos seus funcionários e colaboradores.

Como se torna impossível agradar a Gregos e a Troianos, as empresas regra geral compram as cores referenciadas à empresa (como por exemplo as cores do logótipo) e nas quantidades necessárias ao bom funcionamento. Mas e se o material acabar? Vamos então preparar quem de direito a construir e reunir um bom economato.

Um economato consiste no conjunto de materiais e/ou mercadorias consumíveis (neste caso de escritório) de uma empresa.

Para um bom economato de um escritório, são obrigatórios alguns materiais como canetas (muitas vezes as empresas optam por ter canetas timbradas), lápis, borrachas (apesar do gasto ser a longo prazo), afia lápis, tinta ou caneta corretora, fita-cola e cola, agrafos e clips, tinteiros e resmas de folhas. Para saber o número de material que deve ter em stock, deve ter em conta os gastos que os funcionários têm na execução do trabalho. No entanto, não se esqueça que este é um tipo de material (exceto a cola) que não se estraga nem azeda, pelo que mantê-lo em bom número não trará qualquer tipo de problema.

O material deve estar guardado numa caixa ou numa prateleira específica da arrecadação ou armário de arrumos e deve sempre ser devidamente acompanhado por um inventário.

Não se esqueça que deverá fazer parte do seu economato, folhas e envelopes timbrados.

Acima de tudo seja prudente na compra dos materiais, mas não se esqueça que sem materiais em stock, um escritório poderá andar a funcionar a meio gás.


Carla Horta

Título: Um Economato Perfeito

Autor: Carla Horta (todos os textos)

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Martelos e marrettas

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Ferramentas
Martelos e marrettas\"Rua
Os martelos e as marretas são, digamos assim, da mesma família. As marretas poderiam apelidar-se de “martelos com cauda”. Elas são bastante mais robustas e mantêm as devidas distâncias: o cabo é maior.

Ambos constituem, na sua génese, amplificadores de força destinados a converter o trabalho mecânico em energia cinética e pressão.

Com origem no latim medieval martellu, o martelo é um instrumento utilizado para “cacetear” objectos, com propósitos vários, pelo que o seu uso perpassa áreas como o Direito, a medicina, a carpintaria, a indústria pesada, a escultura, o desporto, as manifestações culturais, etcétera, variando, naturalmente, de formas, tamanhos e materiais de composição.

A diversidade dos martelos é, realmente, espantosa. O mascoto, por exemplo, é um martelo grande empregue no fabrico de moedas. Com a crise económica que assola o mundo actualmente, já se imaginam os governantes, a par dos banqueiros, de martelo em punho para que não falte nada às populações…

Há também o marrão que, mais do que o “papa-livros” que tira boas notas a tudo, constitui um grande martelo de ferro, adequado para partir pedra. Sempre poupa trabalho à pobre água mole…

O martelo de cozinha serve para amaciar carne. Daquela que se vai preparar, claro está, e não da de quem aparecer no entretanto para nos martelar a paciência…!

Já no âmbito desportivo, o lançamento do martelo representa uma das provas olímpicas, tendo sido recentemente adoptado na modalidade feminina. Imagine-se se, em vez do martelo, se lançasse a marreta… seria, certamente, mesmo sem juiz nem tribunal, a martelada que sentenciaria a sorte, ou melhor, o azar de alguém!

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