Bem vindo à Rua Direita!
Eu sou a Sophia, a assistente virtual da Rua Direita.
Em que posso ser-lhe útil?

Email

Questão

a carregar
Textos | Produtos                                                    
|
Top 30 | Categorias

Email

Password


Esqueceu a sua password?
Início > Textos > Categoria > Biografias > Elizabeth II

Elizabeth II

Categoria: Biografias
Visitas: 2
Comentários: 1
Elizabeth II

Nascida a 21 de Abril de 1926, em Mayfair, Londres, é a mais velha monarca britânica de todos os tempos e a primeira rainha a celebrar os 60 anos de casamento.

Conhecida por Rainha Elizabeth II, o seu título oficial deixa qualquer um sem fôlego: Isabel Segunda, pela Graça de Deus, do Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte e de Seus Outros Reinos e Territórios Rainha, Chefe da Comunidade Britânica das Nações, Defensora da Fé.

Filha do príncipe Albert, Duque de York e Elizabeth Bowes-Yok, duquesa de York. Foi educada em casa sob a supervisão da mãe.

Estudou história e línguas modernas, falando francês fluentemente. Instruída em religião com crença na Igreja de Inglaterra.



Aos 10 anos, tornou-se herdeira directa do trono, após o pai se tornar rei. Tinha 13 anos quando começou a Segunda Guerra Mundial, o que a levou juntamente com a irmã Margaret a serem evacuadas do Castelo de Windsor. Em 1947, casou com Filipe, Duque de Edimburgo, seu primo em terceiro grau.

Após o casamento, o casal mudou-se para Clarence House. Um ano depois deu à luz o primeiro filho, Charles de Edimburgo. Teve ainda mais três filhos: Anne, a Princesa Real, Andrew, Duque de York e Edward, Conde de Wessex.

A 2 de Junho de 1953 foi coroada na Abadia de Westminster.


Bruno Jorge

Título: Elizabeth II

Autor: Bruno Jorge (todos os textos)

Visitas: 2

613 

Deixe o seu comentárioDeixe o seu comentário

Comentários     ( 1 )    recentes

  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoDaniela Vicente

    09-09-2012 às 21:31:07

    Adorei a forma como abordou o tema, ou melhor, a figura de Elizabeth II. É um senhora intrigante, que deixa qualquer um em sentido. Nunca chegamos a perceber a sua falta de reacção com a morte de Diana. Interpretamos nesse momento esta senhora com grande crueldade, pois afinal estávamos a falar da mãe dos seus notas. A mulher que se casou com o seu filho e ser a mulher que sucederia no trono com Carlos.

    ¬ Responder

Comentários - Elizabeth II

voltar ao texto
  • Avatar *     (clique para seleccionar)


  • Nome *

  • Email

    opcional - receberá notificações

  • Mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios


  • Notifique-me de comentários neste texto por email.

  • Notifique-me de respostas ao meu comentário por email.

Pulp Fiction: 20 anos depois

Ler próximo texto...

Tema: Arte
Pulp Fiction: 20 anos depois\"Rua
Faz hoje 20 anos que estreou um dos mais importantes ícones cinematográficos americanos.

Pulp Fiction é um marco do cinema, que atirou para a ribalta Quentin Tarantino e as suas ideias controversas (ainda poucos tinham visto o brilhante “Cães Danados”).

Repleto de referências ao cinema dos anos 70 e com uma escolha de casting excepcional, Pulp Fiction conquistou o público com um discurso incisivo (os monólogos bíblicos de Samuel L. Jackson são um exemplo disso), uma violência propositadamente mordaz e uma não linearidade na sucessão dos acontecimentos, tudo isto, associado a um ritmo alucinante.

As três narrativas principais entrelaçadas de dois assassinos, um pugilista e um casal, valeram-lhe a nomeação para sete Óscares da Academia, acabando por vencer na categoria de Melhor Argumento Original, ganhando também o Globo de Ouro para Melhor Argumento e a Palma D'Ouro do Festival de Cannes para Melhor Filme.

O elenco era composto por nomes como John Travolta, Samuel L. Jackson, Bruce Willis, Uma Thurman e (porque há um português em cada canto do mundo) Maria de Medeiros.

Para muitos a sua banda sonora continua a constar na lista das melhores de sempre, e na memória cinéfila, ficam eternamente, os passos de dança de Uma Thurman e Travolta.

As personagens pareciam ser feitas à medida de cada actor.
Para John Travolta, até então conhecido pelos musicais “Grease” e “Febre de Sábado à Noite”, dar vida a Vincent Vega foi como um renascer na sua carreira.

Uma Thurman começou por recusar o papel de Mia Wallace, mas Tarantino soube ser persuasivo e leu-lhe o guião ao telefone até ela o aceitar.

Começava ali uma parceria profissional (como é habitual de Tarantino) que voltaria ao topo do sucesso com “Kill Bill”, quase 10 anos depois.

Com um humor negro afiadíssimo, Tarantino provou em 1994 que veio para revolucionar o cinema independente americano e nasceu aí uma inspirada carreira de sucesso, que ainda hoje é politicamente incorrecta, contradizendo-se da restante indústria.

Pulp Fiction é uma obra genial. Uma obra crua e simultaneamente refrescante, que sobreviveu ao tempo e se tornou um clássico.
Pulp Fiction foi uma lição de cinema!

Curiosidade Cinéfila:
pulp fiction ou revista pulp são nomes dados a revistas feitas com papel de baixa qualidade a partir do início de 1900. Essas revistas geralmente eram dedicadas às histórias de fantasia e ficção científica e o termo “pulp fiction” foi usado para descrever histórias de qualidade menor ou absurdas.

Pesquisar mais textos:

Carla Correia

Título:Pulp Fiction: 20 anos depois

Autor:Carla Correia(todos os textos)

Alerta

Tipo alerta:

Mensagem

Conte-nos porque marcou o texto. Essa informação não será publicada.

Pesquisar mais textos:

Deixe o seu comentário

  • Nome *

  • email

    opcional - receberá notificações

  • mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios