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Alfred Hitchcock

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Biografias
Alfred Hitchcock

O Mestre do Suspense

Alfred Hitchcok, mais conhecido como “Mestre do Suspense”, revolucionou o conceito cinematográfico dos filmes de suspense. Foi um dos mais conhecidos e populares realizadores de todos os tempos, mas ironicamente nunca recebeu nenhum Óscar como diretor, apesar de ter sido nomeado cinco vezes.

Nascido em Londres a 13 de agosto de 1899, proveniente de uma família humilde, tinha dois irmãos. Teve uma educação católica rígida.Ainda em 1960, faz aquele que é considerado por muitos, como sendo a sua obra-prima “Psycho”.

A sua carreira termina com a rodagem de “Family Plot”, em 1976, acabando por falecer quatro anos depois, com problemas renais, na sua casa de Los Angeles. Mas quatro meses antes de falecer, ainda foi agraciado pelas mãos da Rainha Elizabeth II, com a Ordem do Império Britânico.

Teve uma educação católica rígida. Com 14 anos ficou órfão de pai, o que o levou a deixar a escola. Começou por trabalhar como fabricante de cabos elétricos e teve oportunidade de fazer trabalhos de design gráfico de publicidade.

No ano de 1925, casa-se com uma assistente e em 1928 têm a primeira filha, Patrícia.

Não dos meus preferidos mestres do terror e suspense, mas é sem duvida nenhuma uma figura de referência no mundo do cinema. The Birds, é sem duvida nenhuma um dos filmes mais inquietantes deste mestre. Recomenda-se.


Bruno Jorge

Título: Alfred Hitchcock

Autor: Bruno Jorge (todos os textos)

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Fine and Mellow

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Música
Fine and Mellow\"Rua
"O amor é como uma torneira
Que você abre e fecha
Às vezes quando você pensa que ela está aberta, querido
Ela se fechou e se foi"
(Fine and Melow by Billie Holiday)

Ao assistir a Bio de Billie Holiday, ocorreu-me a questão Bluesingers x feminismo, pois quem ouve Blues, especialmente as mais antigas, as damas dos anos 10, 20, 30, 40, 50, há de pensar que eram mulheres submissas ao machismo e maldade de seus homens. Mas, as cantoras de Blues, eram mulheres extremamente independentes; embora cantassem seus problemas, elas não eram submissas a ponto de serem ultrajadas, espancadas... Eram submissas, sim, ao amor, ao bom trato... Essas mulheres, durante muito tempo, tiveram de se virar sozinhas e sempre que era necessário, ficavam sós ou mudavam de parceiros ou assumiam sua bissexualidade ou homossexualidade efetiva. Estas senhoras, muitas trabalharam como prostitutas, eram viciadas em drogas ou viviam boa parte entregues ao álcool, merecem todo nosso respeito. Além de serem precursoras do feminismo, pois romperam barreiras em tempos bem difíceis, amargavam sua solidão motivadas pelo preconceito em relação a cor de sua pele, como aconteceu a Lady Day quê, quando tocava com Artie Shaw, teve que esperar muitas vezes dentro do ônibus, enquanto uma cantora branca cantava os arranjos que haviam sido feitos especialmente para ela, Bilie Holiday. Foram humilhadas, mas, nunca servis; lutaram com garra e competência, eram mulheres de fibra e cheias de muito amor. Ouvir Billie cantar Strange Fruit, uma das primeiras canções de protestos, sem medo, apenas com dor na alma, é demais para quem tem sentimentos. O brilho nos olhos de Billie, fosse quando cantava sobre dor de amor ou sobre dor da dor, é insubstituível. Viva elas, nossas Divas do Blues, viva Billie Holiday, aquela que quando canta parte o coração da gente; linda, magnifica, incomparável, Lady Day.

O amor vai fazer você beber e cair
Vai fazer você ficar a noite toda se repetindo

O amor vai fazer você fazer coisas
Que você sabe que são erradas

Mas, se você me tratar bem, querido
Eu estarei em casa todos os dias

Mas, se você continuar a ser tão mau pra mim, querido
Eu sei que você vai acabar comigo

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Sayonara Melo

Título:Fine and Mellow

Autor:Sayonara Melo(todos os textos)

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