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Facebook - Identidade Virtual

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Internet
Comentários: 3
Facebook - Identidade Virtual

O Facebook é incontestavelmente a maior rede social alguma vez criada, isto por causa da sua popularidade, número de usuários, a fortuna que deu ao seu criador, Mark Zuckerberg e todo o conceito que faz com que muitos de nós passemos por lá algumas vezes ao longo do dia, independentemente do local onde nos encontramos.

O Facebook foi lançado por Zuckerberg a 4 de fevereiro de 2004, enquanto este estava ainda na faculdade, tendo a ajuda dos seus colegas de quarto, Eduardo Saverin, Dustin Moskovitz e Chris Hughes, sendo inicialmente um site restrito aos estudantes de Harvard, passando depois a estar disponível às faculdades de Bonston, Ivy League e de Stanford, e mais tarde, juntou-se a ele Sean Parker (criador do Napster) como seu conselheiro.

O Facebook é como todas as outras redes sociais? Não. Este pede-lhe logo à partida que crie o seu perfil, no qual pode para além de colocar o seu nome e fotos, pode também colocar as informações pessoais e gosto de literatura, visões politicas e religiosas. Todos os seus posts (participações), sejam estas, fotos, vídeos ou desabafos, são mostrados no seu Wall (mural), este posts podem ser públicos ou restritos apenas a pessoas da sua escolha.




Possui também o Marketplace (onde publicar classificados de forma gratuita), o Poke (toques) em que pode escolher dar um toque aos seus amigos como uma forma de dizer olá e chamar a sua atenção, no Status é onde pode escrever rápidas mensagens e dar a conhecer aos seus amigos como se sente naquele momento ou partilhar uma mensagem positiva.

Há também a seção de Eventos, em que pode convidar ou ser convidado para um qualquer evento, os aplicativos por outro lado, dizem respeito a jogos que jogue via Facebook e a barra de chat, que lhe permite conversar em tempo real com os seus amigos ou mesmo fazer vídeo chamadas entre um grupo de pessoas.

Este é sem duvida uma força da natureza criada por um jovem, agora milionário e que dificilmente terá novos concorrentes ao trono de A Melhor Rede Social, não só por já ter mais utilizadores do que qualquer outra rede mas por estar constantemente a inovar os serviços que nos oferece.

A fevereiro de 2012, o Facebook contava com mais 845 milhões de usuários ativos.


Rua Direita

Título: Facebook - Identidade Virtual

Autor: Rua Direita (todos os textos)

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Comentários     ( 3 )    recentes

  • Briana AlvesBriana

    26-10-2014 às 02:27:08

    O uso do facebook é muito útil para quem precisa divulgar produros, serviços, informações, notícias, enfim, um campo bem expansivo para alcançar milhões de pessoas. É uma pena que a maioria dos usuários estão ali para ver besteira e se entreter com o que não agrega valor. Também passei a gostar mais do instagram e g+.

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoSofia Nunes

    13-09-2012 às 17:23:12

    Ao contrário de algumas pessoas, não tenho qualquer problema com o Facebook. É uma ferramenta muito útil para os movimentos sociais, como convocar ou aderir a uma manifestação, para além de que pode servir para recuperar o contacto com amigos cujo paradeiro nos era desconhecido. É ainda interessante como meio de partilhar os nossos gostos, as nossas opiniões e o nosso estado de espírito. Assim, desde que usado com moderação o Facebook não é problemático.

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoJosé

    11-05-2012 às 14:45:00

    Não gosto do facebook, prefiro o Goople

    ¬ Responder

Comentários - Facebook - Identidade Virtual

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Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: DVD Filmes
Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.\"Rua
Este texto irá falar sobre o filme Ex_Machina, nele podem e vão ocorrer Spoillers, então se ainda não viram o filme, vejam e voltem depois para lê-lo.

Impressões iniciais:

Ponto para o filme. Já que pela sinopse baixei a expectativa ao imaginar que era apenas mais um filme de robôs com complexo de Pinóquio, mas evidentemente que é muito mais que isso.

Desde as primeiras cenas é possível perceber que o filme tem algo de especial, pois não vemos uma cena de abertura com nenhuma perseguição, explosão ou ação sem propósito, típica em filmes hollywoodianos.
Mais um ponto, pois no geral o filme prende mais nos diálogos cerebrais do que na história em si, e isso é impressionante para o primeiro filme, como diretor, de Alex Garland (também roteirista do filme). O filme se mostrou eficiente em criar um ambiente de suspense, em um enredo, aparentemente sem vilões ou perigos, que prende o espectador.

Entrando um pouco no enredo, não é difícil imaginar que tem alguma coisa errada com Nathan Bateman (Oscar Isaac), que é o criador do android Ava (Alicia Vikander), pois ele vive isolado, está trabalhando num projeto de Inteligência Artificial secreto e quando o personagem orelha, Caleb Smith (Domhnall Gleeson), é introduzido no seu ambiente, o espectador fica esperando que em algum momento ele (Nathan) se mostrará como vilão. No entanto isso ocorre de uma forma bastante interessante no filme, logo chegaremos nela.

Falando um pouco da estética do filme, ponto para ele de novo, pois evita a grande cidade (comum nos filmes de FC) como foco e se concentra mais na casa de Nathan, que fica nas montanhas cercadas de florestas e bastante isolado. Logo de cara já é possível perceber que a estética foi pensada para ser lembrada, e não apenas um detalhe no filme. A pesar do ambiente ser isolado era preciso demonstras que os personagens estão em um mundo modernizado, por isso o cineasta opta por ousar na arquitetura da casa de Nathan.

A casa é nesses moldes novos onde a construção se mistura com o ambiente envolta. Usando artifícios como espelhos, muitas paredes de vidro, estruturas de madeira e rochas, dando a impressão de camuflagem para a mesma, coisa que os ambientalistas julgam favorável à natureza. Por dentro se pode ver de forma realista como podem ser as smart-house, não tenho certeza se o termo existe, mas cabe nesse exemplo. As paredes internas são cobertas com fibra ótica e trocam de cor, um efeito que além de estético ajuda a criar climas de suspense, pois há momentos onde ocorrem quedas de energia, então fica tudo vermelho e trancado.

O papel de Caleb á ajudar Nathan a testar a IA de AVA, mas com o desenrolar da história Nathan revela que o verdadeiro teste está em saber se Ava é capaz de “usar”, ou “se aproveitar” de Caleb, que se demonstra ser uma pessoa boa.

Caleb é o típico nerd introvertido, programador, sem amigos, sem família e sem namorada. Nathan também representa a evolução do nerd. O nerd nos dias de hoje. Por fora o cara é careca, barbudão com uns traços orientais (traços indianos, pois a Índia também fica no Oriente), bebê bastante e ao mesmo tempo malha e mantém uma dieta saudável pra compensar. E por dentro é um gênio da programação que criou, o google, o BlueBook, que é um sistema de busca muito eficiente.

Destaque para um diálogo sobre o BlueBook, onde Nathan fala para Caleb:
“Sabe, meus concorrentes estavam tão obcecados em sugar e ganhar dinheiro por meio de compras e mídia social. Achavam que ferramenta de pesquisa mapeava O QUE as pessoas pensavam. Mas na verdade eles eram um mapa de COMO as pessoas pensavam”.

Impulso. Resposta. Fluido. Imperfeição. Padronização. Caótico.

A questão filosófica vai além disso esbarrando no conceito de “vontade de potência”, de Nietzche, mas sobre isso não irei falar aqui, pois já há textos muito bons por aí.

Tem outra coisa que o filme me lembrou, que eu não sei se é referência ou se foi ocasional, mas o local onde Ava está presa e a forma como ela fica deitada num divã, e questiona se Caleb a observa por detrás das câmeras, lembra o filme “A pele que habito” de Almodóvar, um outro filme excelente que algum dia falarei por aqui.

Talvez seja uma versão “O endoesqueleto de metal e silicone que habito”, ou “O cérebro positrônico azul que habito”, mesmo assim não podia deixar de citar a cena por que é muito interessante.

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Jhon Erik Voese

Título:Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

Autor:Jhon Erik Voese(todos os textos)

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Comentários

  • Suassuna 11-09-2015 às 02:03:47

    Gostei do texto, irei conferir o filme.

    ¬ Responder
  • Jhon Erik VoeseJhon Erik Voese

    15-09-2015 às 15:51:02

    Que bom, obrigado! Espero que goste do filme também!

    ¬ Responder

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