Bem vindo à Rua Direita!
Eu sou a Sophia, a assistente virtual da Rua Direita.
Em que posso ser-lhe útil?

Email

Questão

a carregar
Textos | Produtos                                                    
|
Top 30 | Categorias

Email

Password


Esqueceu a sua password?
Início > Textos > Categoria > Electrodomésticos > Lavagem da cozinha

Lavagem da cozinha

Categoria: Electrodomésticos
Comentários: 1
Lavagem da cozinha

A tarefa de cozinhar, tão amada por alguns e detestada por outros, pressupõe, por uma questão de higiene e, em última análise, de saúde, a lavagem de alguns utensílios empregues no acto culinário.

Assim, por exemplo, as panelas costumam ser uma das grandes dores de cabeça. Todavia, existem pequenos truques que facilitam e desmistificam essa empreitada. As panelas de alumínio devem ser limpas com jornal e café em pó já usado, e as de esmalte com álcool. Para que as panelas não fiquem pretas ao cozer os ovos, basta deitar-se lá para dentro um bocadinho de limão ou umas gotas de vinagre.

Os resquícios de alimentos que ficam colados ao fundo da panela podem ser facilmente removidos deixando ferver um pouco de água com quatro colheres de sal durante quinze minutos. Este mesmo fundo, se de alumínio, manterá o brilho colocando a panela molhada, depois de lavada, ao lume dois ou três minutos, e passando depois com palha-de-aço seco.

Este esfregão é também muito útil para tirar as manchas vermelhas que permanecem na panela de pressão quando se coze feijão e os laivos amarelos deixados pela fritura, em ambos os casos passando-o quando os recipientes estiverem quentes. Remover as máculas das frigideiras de alumínio já não é segredo: só tem de lá se cozinhar alguns pedaços de maçã com água por breves minutos e as sertãs ficarão imaculadas.

No que se refere ao congelador, utiliza-se bicarbonato de sódio e água a ferver na sua limpeza. Cheiros assaz fortes e odores incomodativos e persistentes fazem-se desaparecer pondo uma chávena de café em pó dentro do próprio congelador.

O fogão, onde inúmeras barrigas se roçam durante horas a fio, a um ritmo diário, protagoniza, habitualmente, uma relação de “amor-ódio” com os utilizadores, mormente se forem estes os responsáveis pela sua higienização, e sobretudo se ele albergar uma quantidade exacerbada de vestígios alimentares. Ainda assim, não é motivo para desespero. Os bicos do fogão (que não mordem!) podem ser facilmente limpos em água a ferver com sal, vinagre, gotas de limão e detergente em pó. Esfregando com uma esponja de aço, consegue-se eliminar as manchas com maior rapidez.

Não obstante, se se cobrir toda a chapa do fogão com papel de alumínio, deixando apenas os bicos a descoberto, evita-se a sujidade e conserva-se a pintura e o esmalte (se for caso disso) desta utilidade doméstica.

Se o fogão estiver mesmo muito sujo, há que lavá-lo com água e um bocadinho de bicarbonato de sódio, para facilitar. Não é assim tão difícil “dar banho” à cozinha, pois não?



Maria Bijóias

Título: Lavagem da cozinha

Autor: Maria Bijóias (todos os textos)

Visitas: 0

619 

Deixe o seu comentárioDeixe o seu comentário

Comentários     ( 1 )    recentes

  • SophiaSophia

    28-04-2014 às 05:52:52

    Gostei muito do texto. Lavo a cozinha com água e um pouco de um produto que sai a sujeira rapidinha, só não me recordo o nome agora. Também farei o teste com o bicarbonato de sódio, obrigada pela dica.

    ¬ Responder

Comentários - Lavagem da cozinha

voltar ao texto
  • Avatar *     (clique para seleccionar)


  • Nome *

  • Email

    opcional - receberá notificações

  • Mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios


  • Notifique-me de comentários neste texto por email.

  • Notifique-me de respostas ao meu comentário por email.

Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

Ler próximo texto...

Tema: DVD Filmes
Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.\"Rua
Este texto irá falar sobre o filme Ex_Machina, nele podem e vão ocorrer Spoillers, então se ainda não viram o filme, vejam e voltem depois para lê-lo.

Impressões iniciais:

Ponto para o filme. Já que pela sinopse baixei a expectativa ao imaginar que era apenas mais um filme de robôs com complexo de Pinóquio, mas evidentemente que é muito mais que isso.

Desde as primeiras cenas é possível perceber que o filme tem algo de especial, pois não vemos uma cena de abertura com nenhuma perseguição, explosão ou ação sem propósito, típica em filmes hollywoodianos.
Mais um ponto, pois no geral o filme prende mais nos diálogos cerebrais do que na história em si, e isso é impressionante para o primeiro filme, como diretor, de Alex Garland (também roteirista do filme). O filme se mostrou eficiente em criar um ambiente de suspense, em um enredo, aparentemente sem vilões ou perigos, que prende o espectador.

Entrando um pouco no enredo, não é difícil imaginar que tem alguma coisa errada com Nathan Bateman (Oscar Isaac), que é o criador do android Ava (Alicia Vikander), pois ele vive isolado, está trabalhando num projeto de Inteligência Artificial secreto e quando o personagem orelha, Caleb Smith (Domhnall Gleeson), é introduzido no seu ambiente, o espectador fica esperando que em algum momento ele (Nathan) se mostrará como vilão. No entanto isso ocorre de uma forma bastante interessante no filme, logo chegaremos nela.

Falando um pouco da estética do filme, ponto para ele de novo, pois evita a grande cidade (comum nos filmes de FC) como foco e se concentra mais na casa de Nathan, que fica nas montanhas cercadas de florestas e bastante isolado. Logo de cara já é possível perceber que a estética foi pensada para ser lembrada, e não apenas um detalhe no filme. A pesar do ambiente ser isolado era preciso demonstras que os personagens estão em um mundo modernizado, por isso o cineasta opta por ousar na arquitetura da casa de Nathan.

A casa é nesses moldes novos onde a construção se mistura com o ambiente envolta. Usando artifícios como espelhos, muitas paredes de vidro, estruturas de madeira e rochas, dando a impressão de camuflagem para a mesma, coisa que os ambientalistas julgam favorável à natureza. Por dentro se pode ver de forma realista como podem ser as smart-house, não tenho certeza se o termo existe, mas cabe nesse exemplo. As paredes internas são cobertas com fibra ótica e trocam de cor, um efeito que além de estético ajuda a criar climas de suspense, pois há momentos onde ocorrem quedas de energia, então fica tudo vermelho e trancado.

O papel de Caleb á ajudar Nathan a testar a IA de AVA, mas com o desenrolar da história Nathan revela que o verdadeiro teste está em saber se Ava é capaz de “usar”, ou “se aproveitar” de Caleb, que se demonstra ser uma pessoa boa.

Caleb é o típico nerd introvertido, programador, sem amigos, sem família e sem namorada. Nathan também representa a evolução do nerd. O nerd nos dias de hoje. Por fora o cara é careca, barbudão com uns traços orientais (traços indianos, pois a Índia também fica no Oriente), bebê bastante e ao mesmo tempo malha e mantém uma dieta saudável pra compensar. E por dentro é um gênio da programação que criou, o google, o BlueBook, que é um sistema de busca muito eficiente.

Destaque para um diálogo sobre o BlueBook, onde Nathan fala para Caleb:
“Sabe, meus concorrentes estavam tão obcecados em sugar e ganhar dinheiro por meio de compras e mídia social. Achavam que ferramenta de pesquisa mapeava O QUE as pessoas pensavam. Mas na verdade eles eram um mapa de COMO as pessoas pensavam”.

Impulso. Resposta. Fluido. Imperfeição. Padronização. Caótico.

A questão filosófica vai além disso esbarrando no conceito de “vontade de potência”, de Nietzche, mas sobre isso não irei falar aqui, pois já há textos muito bons por aí.

Tem outra coisa que o filme me lembrou, que eu não sei se é referência ou se foi ocasional, mas o local onde Ava está presa e a forma como ela fica deitada num divã, e questiona se Caleb a observa por detrás das câmeras, lembra o filme “A pele que habito” de Almodóvar, um outro filme excelente que algum dia falarei por aqui.

Talvez seja uma versão “O endoesqueleto de metal e silicone que habito”, ou “O cérebro positrônico azul que habito”, mesmo assim não podia deixar de citar a cena por que é muito interessante.

Pesquisar mais textos:

Jhon Erik Voese

Título:Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

Autor:Jhon Erik Voese(todos os textos)

Alerta

Tipo alerta:

Mensagem

Conte-nos porque marcou o texto. Essa informação não será publicada.

Deixe o seu comentárioDeixe o seu comentário

Comentários

  • Suassuna 11-09-2015 às 02:03:47

    Gostei do texto, irei conferir o filme.

    ¬ Responder
  • Jhon Erik VoeseJhon Erik Voese

    15-09-2015 às 15:51:02

    Que bom, obrigado! Espero que goste do filme também!

    ¬ Responder

Pesquisar mais textos:

Deixe o seu comentário

  • Nome *

  • email

    opcional - receberá notificações

  • mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios