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Secador ou Prancha?

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Beleza
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Secador ou Prancha?

Os cabelos são naturalmente o que molda e nos dá aspeto. Quer seja bom ou mau, o cabelo altera por completo o look, aspeto e principalmente o estado de espírito de qualquer pessoa.

Infelizmente, por norma, os cabelos só apresentam um brilho intenso e uma vitalidade única, após uma saída do cabeleireiro. Se tem a sorte de ter um cabelo saudável, sabe que até o especialista do salão do bairro mais humilde, consegue transformar o seu cabelo e manejá-lo como se de Vidal Sassoon se tratasse. Quem tem menos sorte e tem um cabelo numa desgraça, o melhor será recorrer a um especialista que trate dos seus problemas capilares com toda a atenção, meios e profissionalismo.

Não existem dúvidas relativamente ao uso de um bom champô e de um bom amaciador, associado a uma mascara de vez em quando. Um reparador, mesmo que de super mercado na altura do verão também protegem o cabelo, mas na altura do inverno e com o frio gelado que muitas vezes se faz sentir, um protetor também é importante.

Um bom corte também é importante. Regularmente mesmo quer seja para mudar de aspeto ou manter o mesmo.

Se todas estes fatores são importantes, o uso de secador ou de prancha, fazem parte dos maiores cuidados a ter com o cabelo, mais ainda se estamos a falar de cabelos que exijam a sua utilização permanente.

Nestas situações, impõe-se a pergunta – O que é melhor? O secador ou a prancha?

A resposta é simples – ambos fazem mal e danificam o cabelo.

A utilização do secador implica muitas vezes que este tenha de ser encostado ao próprio cabelo. O ato de esticar o cabelo com a escova de enrolar também danifica o cabelo. O cabelo não é elástico apesar de ter elasticidade e este facto tem como consequência a queda ou quebra de cabelo.

No caso da prancha, basta pensar. O cabelo é apertado entre duas espátulas quentes. Isto diz-lhe alguma coisa?

No meio de tudo isto, os dois fazem mal, mas o assunto continua a ser controverso. No entanto o melhor é verificar a forma como o seu cabelo reage a cada um destes utensílios. O resultado pode influenciar a sua decisão.

Cabelos bonitos dão trabalho e se forem grandes, o trabalho é dobrado. No entanto um cabelo bonito, conforme foi dito no inicio, é essencial para a aparência. Para os outros, mas em especial para nós. Se os outros nos vêm todos os dias, nós sentimos o nosso cabelo a todo o instante. Proteja o seu cabelo e seja fantástico.


Carla Horta

Título: Secador ou Prancha?

Autor: Carla Horta (todos os textos)

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Imagem por: Rupert Taylor-Price

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Comentários     ( 3 )    recentes

  • Luene ZarcoLuene

    24-06-2014 às 16:17:32

    Usava muito a prancha, daí o meu cabelo ficou muito danificado, quebrado e tive que cortá-lo. Quando usamos tanto o secador como a prancha de vez em quando, em ocasiões especiais, isso é bom, fica legal. Só não dá para usar todo dia ou todo fim de semana. O cabelo fica imprestável depois de um tempo.

    ¬ Responder
  • Sofia NunesSofia Nunes

    14-09-2012 às 14:30:12

    Concordo consigo: tanto o secador como a prancha alisadora (ou onduladora) danificam o cabelo. Ainda assim, é óbvio que a prancha causa mais estragos. Utilizando secador diariamente a uma temperatura média sem o aproximar excessivamente do cabelo não noto estragos de grande dimensão, ao contrário do que acontece com a prancha. No caso desta última, a solução para minimizar os seus efeitos passa pela aplicação de um protetor de temperatura, antes de esticar o cabelo.

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoDaniela Vicente

    12-09-2012 às 18:01:44

    eu tanto uso o secador como uso a prancha. uso os dois. primeiro o secador para secar o cabelo. depois a prancha para esticar os meus lindos cabelos. adoro ver-me com o cabelo esticado. sofri durante muito tempo com um cabelo rebelde. agora que aprendia domá-lo, ele sofre um bocado. gosto de mantê-lo bonito, pois é um dos nossos cartão de visita perante a sociedade tão exigente nos últimos anos.

    ¬ Responder

Comentários - Secador ou Prancha?

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Um caminho para curar o transtorno alimentar

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Saúde
Um caminho para curar o transtorno alimentar\"Rua
De acordo com um relatório divulgado em novembro de 2014 pelo Comitê Permanente sobre o Status da Mulher, entre 600 mil a um milhão de canadenses cumprem os critérios diagnósticos para um transtorno alimentar em um dado momento. Problemas de saúde mental com ramificações físicas graves, anorexia e bulimia são difíceis de tratar.

Os programas públicos de internação frequentemente não admitem pacientes até que estejam em condição de risco de vida, e muitos respondem mal à abordagem em grupo. As clínicas privadas costumam ter listas de espera épicas e custos altos: um quarto custa de US$ 305 a US$ 360 por dia.


Corinne lutou juntamente com seus pais contra a bulimia e anorexia por mais de cinco anos. Duffy e Terry, pais de Corinne, encontraram uma clínica na Virgínia. Hoje, aos 24 anos, ela é saudável e está cursando mestrado em Colorado. Ela e seus pais acreditam que a abordagem holística, o foco individualizado e a estrutura imersiva de seu tratamento foram fundamentais para sua recuperação.

Eles sabem que tinham acesso a recursos exclusivos. "Tivemos sorte", diz Duffy. "Podíamos pagar por tudo." Mas muitos não podem.
A luta desta família levou-os a refletir sobre o problema nos Estados Unidos. Em 2013, eles fundaram a Water Stone Clinic, um centro privado de transtornos alimentares em Toronto. Eles fazem yoga, terapia de arte e participam na preparação de refeições, construindo habilidades na vida real com uma equipe de apoio empática. Os programas funcionam nos dias da semana das 8h às 14h, e até agora, não tem lista de espera. Porém essa abordagem é onerosa: aproximadamente US$ 650 por dia.

A família criou a Fundação Water Stone - uma instituição de caridade que fornece ajuda a pacientes que não podem pagar o tratamento. Os candidatos são avaliados por dois comitês que tomam uma decisão baseada na necessidade clínica e financeira. David Choo Chong foi o primeiro a se beneficiar da fundação. Ele havia tentado muitos programas, mas nenhum foi bem sucedido. A fundação pagou metade do tratamento. Dois anos depois, Choo Chong, feliz e estável diz "Water Stone me ajudou a encontrar quem eu sou".

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Roberta Darc

Título:Um caminho para curar o transtorno alimentar

Autor:Roberta Darc(todos os textos)

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