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Conhece o Seu Tipo de Cabelo?

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Beleza
Comentários: 2
Conhece o Seu Tipo de Cabelo?

Quer se queira, quer não, os cabelos moldam-nos a face e identificam-nos de uma forma única. São a nossa imagem de marca e aquilo que muitas vezes faz com que outros nos identifiquem. Com toda a certeza já lhe aconteceu não identificar à primeira alguém que tenha mudado a cor e o corte de cabelo.

Os nossos cabelos são de facto um fator importante na estética da nossa apresentação e independente da sua cor ou corte, o importante é que estejam tratados e hidratados.
Cabelos secos, espigados, com uma cor já “queimada” e completamente desalinhados são coisas que desleixam toda a nossa apresentação, mesmo que estejamos bem vestidos e apresentáveis.
Se sabemos identificar os erros no cabelos dos outros, será que sabemos olhar bem para o nosso? Será que conhecemos de facto o nosso cabelo de forma a tratarmos dele em momentos que ele não esteja no seu melhor?

Em primeiro lugar, há que ver as diferenças entre cabelos de fios grossos ou finos e se são lisos, encaracolados ou com alguns jeitos.

Os cabelos lisos tendem a ser mais oleosos e se tem o hábito de estar permanentemente a mexer no cabelo junto às raízes, a oleosidade será ainda maior. Se este é o seu caso, deixo-lhe algumas dicas. Não use os champôs 2 em 1 e em relação ao condicionador, não o use no couro cabeludo. Passe a coloca-lo 4 dedos a partir da raiz.

Quanto aos cabelos encaracolados tendem a ser mais secos e exigem um cuidado maior ainda. Ficam com um aspeto ressequido com muita facilidade e os caracóis definidos tendem a desaparecer com facilidade se estiverem muito secos. Se este for o seu caso, aqui vão algumas dicas. Na altura de colocar o condicionador para cabelos secos, enxugue o cabelo com uma toalha. Se tiver tempo, opte por secar o cabelo com a toalha, coloque o condicionador e depois use uma touca. Deixe-se estar assim durante pelo menos 30 minutos antes de voltar a enxaguar. Utilize umas gotas para as pontas do cabelo.

Tintas no cabelo são permitidas, mas faça-o num cabeleireiro de confiança. Se optar por pintá-lo em casa, tenha em atenção às marcas baratas. Por norma, as tintas para o cabelo, deixam-no hidratado, pois ao contrário do que acontecia há uns anos, as tintas contém ingredientes que ajudam a cuidar o cabelo.

Em qualquer um dos casos e independentemente do cabelo que tiver, o importante é conhecê-lo de forma a trata-lo como deve ser na eventualidade de ele ficar com um aspeto menos bonito.
Para finalizar, aqui vão mais umas dicas que podem ser uteis para todos os tipos de cabelo. Use o secador e a prancha o menos possível para não o queimar e lave-o com água morna. A água muito quente pode estimular a oleosidade ou potenciar o ressequimento.


Carla Horta

Título: Conhece o Seu Tipo de Cabelo?

Autor: Carla Horta (todos os textos)

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Comentários     ( 2 )    recentes

  • Luene ZarcoLuene

    28-06-2014 às 19:42:24

    Meu cabelo é normal, mas às vezes, ele fica muito oleoso. Por isso, não lavo todos os dias e uso condicionadores.

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoDaniela Vicente

    11-09-2012 às 20:54:21

    tento sempre dar um ar saudável ao meu cabelo, mas não consigo de todo. estou sempre a pintá-lo e as pontas espigadas tendem a aparecer. a verdade é que não vou cortá-lo rente, por isso optei por fazer máscaras para ajudar a recuperar o seu brilho integral. adoro o meu cabelo. faz parte da minha auto-estima ele estar bonito. agora que descobri a minha cor sinto-me bastante confiante. gostei muito da estrutura do artigo.

    ¬ Responder

Comentários - Conhece o Seu Tipo de Cabelo?

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Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: DVD Filmes
Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.\"Rua
Este texto irá falar sobre o filme Ex_Machina, nele podem e vão ocorrer Spoillers, então se ainda não viram o filme, vejam e voltem depois para lê-lo.

Impressões iniciais:

Ponto para o filme. Já que pela sinopse baixei a expectativa ao imaginar que era apenas mais um filme de robôs com complexo de Pinóquio, mas evidentemente que é muito mais que isso.

Desde as primeiras cenas é possível perceber que o filme tem algo de especial, pois não vemos uma cena de abertura com nenhuma perseguição, explosão ou ação sem propósito, típica em filmes hollywoodianos.
Mais um ponto, pois no geral o filme prende mais nos diálogos cerebrais do que na história em si, e isso é impressionante para o primeiro filme, como diretor, de Alex Garland (também roteirista do filme). O filme se mostrou eficiente em criar um ambiente de suspense, em um enredo, aparentemente sem vilões ou perigos, que prende o espectador.

Entrando um pouco no enredo, não é difícil imaginar que tem alguma coisa errada com Nathan Bateman (Oscar Isaac), que é o criador do android Ava (Alicia Vikander), pois ele vive isolado, está trabalhando num projeto de Inteligência Artificial secreto e quando o personagem orelha, Caleb Smith (Domhnall Gleeson), é introduzido no seu ambiente, o espectador fica esperando que em algum momento ele (Nathan) se mostrará como vilão. No entanto isso ocorre de uma forma bastante interessante no filme, logo chegaremos nela.

Falando um pouco da estética do filme, ponto para ele de novo, pois evita a grande cidade (comum nos filmes de FC) como foco e se concentra mais na casa de Nathan, que fica nas montanhas cercadas de florestas e bastante isolado. Logo de cara já é possível perceber que a estética foi pensada para ser lembrada, e não apenas um detalhe no filme. A pesar do ambiente ser isolado era preciso demonstras que os personagens estão em um mundo modernizado, por isso o cineasta opta por ousar na arquitetura da casa de Nathan.

A casa é nesses moldes novos onde a construção se mistura com o ambiente envolta. Usando artifícios como espelhos, muitas paredes de vidro, estruturas de madeira e rochas, dando a impressão de camuflagem para a mesma, coisa que os ambientalistas julgam favorável à natureza. Por dentro se pode ver de forma realista como podem ser as smart-house, não tenho certeza se o termo existe, mas cabe nesse exemplo. As paredes internas são cobertas com fibra ótica e trocam de cor, um efeito que além de estético ajuda a criar climas de suspense, pois há momentos onde ocorrem quedas de energia, então fica tudo vermelho e trancado.

O papel de Caleb á ajudar Nathan a testar a IA de AVA, mas com o desenrolar da história Nathan revela que o verdadeiro teste está em saber se Ava é capaz de “usar”, ou “se aproveitar” de Caleb, que se demonstra ser uma pessoa boa.

Caleb é o típico nerd introvertido, programador, sem amigos, sem família e sem namorada. Nathan também representa a evolução do nerd. O nerd nos dias de hoje. Por fora o cara é careca, barbudão com uns traços orientais (traços indianos, pois a Índia também fica no Oriente), bebê bastante e ao mesmo tempo malha e mantém uma dieta saudável pra compensar. E por dentro é um gênio da programação que criou, o google, o BlueBook, que é um sistema de busca muito eficiente.

Destaque para um diálogo sobre o BlueBook, onde Nathan fala para Caleb:
“Sabe, meus concorrentes estavam tão obcecados em sugar e ganhar dinheiro por meio de compras e mídia social. Achavam que ferramenta de pesquisa mapeava O QUE as pessoas pensavam. Mas na verdade eles eram um mapa de COMO as pessoas pensavam”.

Impulso. Resposta. Fluido. Imperfeição. Padronização. Caótico.

A questão filosófica vai além disso esbarrando no conceito de “vontade de potência”, de Nietzche, mas sobre isso não irei falar aqui, pois já há textos muito bons por aí.

Tem outra coisa que o filme me lembrou, que eu não sei se é referência ou se foi ocasional, mas o local onde Ava está presa e a forma como ela fica deitada num divã, e questiona se Caleb a observa por detrás das câmeras, lembra o filme “A pele que habito” de Almodóvar, um outro filme excelente que algum dia falarei por aqui.

Talvez seja uma versão “O endoesqueleto de metal e silicone que habito”, ou “O cérebro positrônico azul que habito”, mesmo assim não podia deixar de citar a cena por que é muito interessante.

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Jhon Erik Voese

Título:Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

Autor:Jhon Erik Voese(todos os textos)

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Comentários

  • Suassuna 11-09-2015 às 02:03:47

    Gostei do texto, irei conferir o filme.

    ¬ Responder
  • Jhon Erik VoeseJhon Erik Voese

    15-09-2015 às 15:51:02

    Que bom, obrigado! Espero que goste do filme também!

    ¬ Responder

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