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Diga «Não!» ao cabelo espigado

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Beleza
Visitas: 4
Comentários: 1
Diga «Não!» ao cabelo espigado

À semelhança da pele, o cabelo reflete o estado de saúde, a higiene e o equilíbrio alimentar de uma pessoa. Quando o cabelo fica espigado, as pontas começam a abrir em dois e o problema resolve-se, normalmente, com o corte. No entanto, as pontas espigadas escondem, em princípio, outros fatores.

O cabelo principia a espigar devido à danificação da cutícula, zona externa do fio de cabelo. Sendo a cutícula lesada, a área responsável pelo equilíbrio, pela saúde e pela firmeza do cabelo fica exposta, tornando-o fraco, baço, seco e espigado. Quando se tem o cabelo espigado, dá a impressão de que ele não cresce, mas o que se passa é que ele realmente cresce na raiz sem, contudo, ser capaz de progredir para as pontas (já danificadas).

Para manter um cabelo bonito e saudável convém, antes de mais, que ele nasça sadio! Para além disso, deve ser cortado de dois em dois meses, em média, para garantir a necessária renovação capilar e evitar o aparecimento das inconvenientes pontas espigadas. Existe no mercado uma vasta panóplia de bons produtos que fautorizam a prevenção das pontas espigadas, sendo preferíveis os que têm como base óleos de amêndoas, algas marinhas, silicone, jojoba ou ceramida, por serem os que apresentam maior eficácia.

As pontas espigadas também podem ser acauteladas com uma alimentação adequada. Um cabelo forte e sem problemas nas pontas consegue-se comendo frutas, ovos, cereais, leite, peixe e carne, por exemplo. A cenoura e a gelatina também ajudam a manter o cabelo saudável. Ao contrário, fumar, ingerir demasiadas gorduras, açúcares, sal ou álcool, concorre para prejudicar o aspeto do cabelo. Na verdade, a alimentação interfere com tudo no nosso corpo e o cabelo faz parte de nós.

Uma apresentação menos boa da cabeleira pode, igualmente, prender-se com agressões diárias, como a chuva, fumos, vento, frio, sol e tantos outros. Nesta perspetiva, há que procurar produtos que a protejam destes verdadeiros ataques. A escolha do champô, do amaciador e de um produto para as pontas deve ser criteriosa. Aplicar uma máscara capilar é, analogamente, uma ação coadjutora. De referir que não é recomendável esfregar o cabelo, mas sim massajar o couro cabeludo, tanto na lavagem como ao secá-lo. A propósito, o ideal é que seque ao ar, naturalmente, e que não se o ate enquanto estiver húmido.

Na mesma linha, o excesso de pinturas, de permanentes e de ondulações é extraordinariamente pernicioso. Na eventualidade de não se poder prescindir do secador, a secagem deve ser feita a temperatura média e a uma distância mínima de 15 centímetros. É ainda necessário proteger os cabelos da exposição direta do sol (recorrendo a bonés, chapéus e lenços) e usar produtos que tenham filtro de proteção solar. Afinal, ter uma trunfa em boas condições dá muito trabalho…!


Maria Bijóias

Título: Diga «Não!» ao cabelo espigado

Autor: Maria Bijóias (todos os textos)

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • Sofia NunesSofia Nunes

    14-09-2012 às 14:48:34

    Ah o cabelo espigado, esse bicho-papão de tantas mulheres que gostam de manter os cabelos compridos. Não é raro observarmos o cabelo de amigas e notar como está espigado. Na verdade, muitas são as mulheres que fogem aos cortes de cabelo, preferindo ter pontas espigadas ao cabelo curto. As pontas espigadas podem ser prevenidas, mas a solução eficaz para este problema é mesmo o corte: preferencialmente um corte das pontas de dois em dois meses.

    ¬ Responder

Comentários - Diga «Não!» ao cabelo espigado

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Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: DVD Filmes
Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.\"Rua
Este texto irá falar sobre o filme Ex_Machina, nele podem e vão ocorrer Spoillers, então se ainda não viram o filme, vejam e voltem depois para lê-lo.

Impressões iniciais:

Ponto para o filme. Já que pela sinopse baixei a expectativa ao imaginar que era apenas mais um filme de robôs com complexo de Pinóquio, mas evidentemente que é muito mais que isso.

Desde as primeiras cenas é possível perceber que o filme tem algo de especial, pois não vemos uma cena de abertura com nenhuma perseguição, explosão ou ação sem propósito, típica em filmes hollywoodianos.
Mais um ponto, pois no geral o filme prende mais nos diálogos cerebrais do que na história em si, e isso é impressionante para o primeiro filme, como diretor, de Alex Garland (também roteirista do filme). O filme se mostrou eficiente em criar um ambiente de suspense, em um enredo, aparentemente sem vilões ou perigos, que prende o espectador.

Entrando um pouco no enredo, não é difícil imaginar que tem alguma coisa errada com Nathan Bateman (Oscar Isaac), que é o criador do android Ava (Alicia Vikander), pois ele vive isolado, está trabalhando num projeto de Inteligência Artificial secreto e quando o personagem orelha, Caleb Smith (Domhnall Gleeson), é introduzido no seu ambiente, o espectador fica esperando que em algum momento ele (Nathan) se mostrará como vilão. No entanto isso ocorre de uma forma bastante interessante no filme, logo chegaremos nela.

Falando um pouco da estética do filme, ponto para ele de novo, pois evita a grande cidade (comum nos filmes de FC) como foco e se concentra mais na casa de Nathan, que fica nas montanhas cercadas de florestas e bastante isolado. Logo de cara já é possível perceber que a estética foi pensada para ser lembrada, e não apenas um detalhe no filme. A pesar do ambiente ser isolado era preciso demonstras que os personagens estão em um mundo modernizado, por isso o cineasta opta por ousar na arquitetura da casa de Nathan.

A casa é nesses moldes novos onde a construção se mistura com o ambiente envolta. Usando artifícios como espelhos, muitas paredes de vidro, estruturas de madeira e rochas, dando a impressão de camuflagem para a mesma, coisa que os ambientalistas julgam favorável à natureza. Por dentro se pode ver de forma realista como podem ser as smart-house, não tenho certeza se o termo existe, mas cabe nesse exemplo. As paredes internas são cobertas com fibra ótica e trocam de cor, um efeito que além de estético ajuda a criar climas de suspense, pois há momentos onde ocorrem quedas de energia, então fica tudo vermelho e trancado.

O papel de Caleb á ajudar Nathan a testar a IA de AVA, mas com o desenrolar da história Nathan revela que o verdadeiro teste está em saber se Ava é capaz de “usar”, ou “se aproveitar” de Caleb, que se demonstra ser uma pessoa boa.

Caleb é o típico nerd introvertido, programador, sem amigos, sem família e sem namorada. Nathan também representa a evolução do nerd. O nerd nos dias de hoje. Por fora o cara é careca, barbudão com uns traços orientais (traços indianos, pois a Índia também fica no Oriente), bebê bastante e ao mesmo tempo malha e mantém uma dieta saudável pra compensar. E por dentro é um gênio da programação que criou, o google, o BlueBook, que é um sistema de busca muito eficiente.

Destaque para um diálogo sobre o BlueBook, onde Nathan fala para Caleb:
“Sabe, meus concorrentes estavam tão obcecados em sugar e ganhar dinheiro por meio de compras e mídia social. Achavam que ferramenta de pesquisa mapeava O QUE as pessoas pensavam. Mas na verdade eles eram um mapa de COMO as pessoas pensavam”.

Impulso. Resposta. Fluido. Imperfeição. Padronização. Caótico.

A questão filosófica vai além disso esbarrando no conceito de “vontade de potência”, de Nietzche, mas sobre isso não irei falar aqui, pois já há textos muito bons por aí.

Tem outra coisa que o filme me lembrou, que eu não sei se é referência ou se foi ocasional, mas o local onde Ava está presa e a forma como ela fica deitada num divã, e questiona se Caleb a observa por detrás das câmeras, lembra o filme “A pele que habito” de Almodóvar, um outro filme excelente que algum dia falarei por aqui.

Talvez seja uma versão “O endoesqueleto de metal e silicone que habito”, ou “O cérebro positrônico azul que habito”, mesmo assim não podia deixar de citar a cena por que é muito interessante.

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Jhon Erik Voese

Título:Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

Autor:Jhon Erik Voese(todos os textos)

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Comentários

  • Suassuna 11-09-2015 às 02:03:47

    Gostei do texto, irei conferir o filme.

    ¬ Responder
  • Jhon Erik VoeseJhon Erik Voese

    15-09-2015 às 15:51:02

    Que bom, obrigado! Espero que goste do filme também!

    ¬ Responder

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