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Sinopse

Categoria: Literatura
Sinopse

Sem Identidade
Numa madrugada fria e gelada Alecssandra que junto de seu marido dormiam juntos com os cachorros debaixo de um viaduto e somente deitavam em cima de umas caixas de papelão e sem se cobrirem com nada, um homem muito bem vestido de preto todo de preto e mascarado se aproxima bem devagar, e com uma arma ele atira em todos que ali se encontravam dormindo e sonhando com um futuro brilhante.

Depois da crueldade sem tamanho, o rapaz entra em seu carro convercível preto e liga o som bem alto s vai embora, esquecendo-se que os estabelecimentos têm câmeras na frente de cada loja.
Nesta mesma madrugada o homem vai para sua casa e esconde a arma dentro de um vaso de flor, depois pega algumas peças de roupas e um ônibus depois de colocar fogo em sua casa tranquilamente, quando chegou no aeroporto embarcou para ir rumo à Tóquio.

Ao embarcar seu vizinho acorda assustado com o forte cheiro da fumaça que se adentrava pelas janelas de seu quarto e ao perceber do que se tratava, chamou o Corpo de Bombeiros que sem demorar muito chegou e logo depois o vizinho arrumou sua mala com coisasde extrema importância e foi para casa de um parente e conseguiu voltar a domir.
No amanhecer deste dia um homem que reside na rua em que houve a chacina, acorda e sai no portão para ir comprar o pão e tomar café com a família e ao ver o sangue saindo pela boca dos cadâveres ensanguentados. A polícia é chamada e nada descobrem, pois tudo que foi gravado os clarões nos momentos dos tiros.

No meio da viagem e quando todos dormiam, ele colocou uma máscara e domado por uma segunda personalidade, o rapaz, sentindo-se ser seguido e bastante abatido, ele vai ao banheiro junto com a cocaina que estava em sua mala e que lhe servia como forma de te estimular.
Depois de enjoar, ele sai e vai até a cabine do piloto e co-piloto, onde ele atira na cabeça dos dois comandantes e, com o avião no ar, ele faz pirueta começa a brincar com à vida dos passageiros.
Ao cansar de brincar, ele mira um prédio com bastante japoneses e o deixa bater, mas ele conseguiu se salvar e um bebê passou ileso por essa experiência traumâtica e foi posta em um orfanato.

A criança foi parar em um orfanato que quando cresce desejando experimentar o gosto da liberdade arder em sua boca, já com doze anos foge para viver isso que tanto desejava e começa viver escoradas nas paredes das dezenas de favelas.
Como se não bastasse a vida mais uma vez surpreende a menina que tinha cede de viver a liberdade e acaba conhecendo um senhor ranzinza que a faz de empregada do sexo dele e de seus clientes que iam encher a cara em seu bar, mas em um certo dia, um senhor que era seu cliente-fixo desencarna na cama.

Depois de tudo isso, ela encontra o rapaz misterioso que acabou com a vida de seus pais e se apaixona, porém ela descobre que ela é principal suspeito pela morte de seus pais e da chacina no Brasil e se decepciona profundamente jurando matá-lo.
Enquanto isso, no Brasil a máscara do misterioso assassino cai, é realizado um mandato de busca contra ele no Japão e a interpol ajuda o Governo Brasileiro a recapturá-lo. Depois de duas semanas, o assassino é capturado, julgado como terrorista e condenado por noventa anos de prisão, sem recusão.


Kaique Barros

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Autor: Kaique Barros (todos os textos)

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Martelos e marrettas

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Tema: Ferramentas
Martelos e marrettas\"Rua
Os martelos e as marretas são, digamos assim, da mesma família. As marretas poderiam apelidar-se de “martelos com cauda”. Elas são bastante mais robustas e mantêm as devidas distâncias: o cabo é maior.

Ambos constituem, na sua génese, amplificadores de força destinados a converter o trabalho mecânico em energia cinética e pressão.

Com origem no latim medieval martellu, o martelo é um instrumento utilizado para “cacetear” objectos, com propósitos vários, pelo que o seu uso perpassa áreas como o Direito, a medicina, a carpintaria, a indústria pesada, a escultura, o desporto, as manifestações culturais, etcétera, variando, naturalmente, de formas, tamanhos e materiais de composição.

A diversidade dos martelos é, realmente, espantosa. O mascoto, por exemplo, é um martelo grande empregue no fabrico de moedas. Com a crise económica que assola o mundo actualmente, já se imaginam os governantes, a par dos banqueiros, de martelo em punho para que não falte nada às populações…

Há também o marrão que, mais do que o “papa-livros” que tira boas notas a tudo, constitui um grande martelo de ferro, adequado para partir pedra. Sempre poupa trabalho à pobre água mole…

O martelo de cozinha serve para amaciar carne. Daquela que se vai preparar, claro está, e não da de quem aparecer no entretanto para nos martelar a paciência…!

Já no âmbito desportivo, o lançamento do martelo representa uma das provas olímpicas, tendo sido recentemente adoptado na modalidade feminina. Imagine-se se, em vez do martelo, se lançasse a marreta… seria, certamente, mesmo sem juiz nem tribunal, a martelada que sentenciaria a sorte, ou melhor, o azar de alguém!

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