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Sabe quanto gasta o seu PC

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Informática
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Sabe quanto gasta o seu PC

Até há bem pouco tempo atrás, ninguém colocava a hipótese de que o simpático aliado de trabalho e lazer, o computador pessoal, pudesse contribuir para um súbito disparo na conta da eletricidade. De facto, (maus) hábitos como deixar o aparelho a funcionar continuadamente, 24 sobre 24 horas, a fazer downloads, a navegar durante horas infinitas, a jogar, ou, simplesmente, ligado e à espera de nova utilização, conduziu a situações de consumo excessivo que se veio a refletir mais tarde (mais precisamente no final do mês) na fatura da energia.

Com o advento da banda larga, os utilizadores passaram a usufruir de um serviço que convida ainda mais a passar, literalmente, largas temporadas em frente ao ecrã. Os utilizadores mais jovens, nomeadamente os adolescentes, acabam por ser os maiores «prevaricadores» e, por vezes, ocasionam grandes dores de cabeça aos seus papás, que não entendem a razão daquele tremendo aumento de energia (que parece ter surgido após a compra do PC e a instalação da banda larga).

De facto, este resultado, que tantas vezes é associado ao consumo do computador, tem bases sólidas. Um PC normalíssimo, constituído por torre e monitor (excluindo outros periféricos, como webcam, microfone, impressora/copiadora ou scanner) pode atingir consumos entre os 300 e os 700 watts (variando de acordo com a fonte de alimentação). Pode, de imediato, considerar que o consumo até se revela bastante equilibrado, tendo em conta que batedeiras, varinhas mágicas, ferros de engomar e aspiradores podem consumir até 2000 watts. Mas considere, igualmente, que você não vai utilizar o aspirador o dia inteiro, bem como não irá, decerto, bater ovos de manhã à noite. O PC é um eletrodoméstico diferente, sob vários aspetos, e as suas nuances de consumo é um deles. Mas que fazer, face a um problema que parece ser de difícil resolução?

Em primeiro lugar, evite longos períodos de atividade do seu computador. Desligue-o (completamente) e esqueça a ideia de deixá-lo em stand by, submetido a uma opção de poupança de energia – esta acabará por gastar algo também. Instale um software de medição de energia no seu sistema operativo o Power Meter da Google tem-se revelado bastante funcional e, se puder, substitua o seu monitor de raios catódicos por um LCD (gasta entre 50 a 70% menos do que um monitor convencional) ou, mesmo o seu computador, trocando-o por um portátil de baixo consumo – os mais recentes conseguem «performances» de apenas 30 watts.

Usufrua de uma companhia imprescindível e aprenda a poupar!


Isabel Rodrigues

Título: Sabe quanto gasta o seu PC

Autor: Isabel Rodrigues (todos os textos)

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Pulp Fiction: 20 anos depois

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Arte
Pulp Fiction: 20 anos depois\"Rua
Faz hoje 20 anos que estreou um dos mais importantes ícones cinematográficos americanos.

Pulp Fiction é um marco do cinema, que atirou para a ribalta Quentin Tarantino e as suas ideias controversas (ainda poucos tinham visto o brilhante “Cães Danados”).

Repleto de referências ao cinema dos anos 70 e com uma escolha de casting excepcional, Pulp Fiction conquistou o público com um discurso incisivo (os monólogos bíblicos de Samuel L. Jackson são um exemplo disso), uma violência propositadamente mordaz e uma não linearidade na sucessão dos acontecimentos, tudo isto, associado a um ritmo alucinante.

As três narrativas principais entrelaçadas de dois assassinos, um pugilista e um casal, valeram-lhe a nomeação para sete Óscares da Academia, acabando por vencer na categoria de Melhor Argumento Original, ganhando também o Globo de Ouro para Melhor Argumento e a Palma D'Ouro do Festival de Cannes para Melhor Filme.

O elenco era composto por nomes como John Travolta, Samuel L. Jackson, Bruce Willis, Uma Thurman e (porque há um português em cada canto do mundo) Maria de Medeiros.

Para muitos a sua banda sonora continua a constar na lista das melhores de sempre, e na memória cinéfila, ficam eternamente, os passos de dança de Uma Thurman e Travolta.

As personagens pareciam ser feitas à medida de cada actor.
Para John Travolta, até então conhecido pelos musicais “Grease” e “Febre de Sábado à Noite”, dar vida a Vincent Vega foi como um renascer na sua carreira.

Uma Thurman começou por recusar o papel de Mia Wallace, mas Tarantino soube ser persuasivo e leu-lhe o guião ao telefone até ela o aceitar.

Começava ali uma parceria profissional (como é habitual de Tarantino) que voltaria ao topo do sucesso com “Kill Bill”, quase 10 anos depois.

Com um humor negro afiadíssimo, Tarantino provou em 1994 que veio para revolucionar o cinema independente americano e nasceu aí uma inspirada carreira de sucesso, que ainda hoje é politicamente incorrecta, contradizendo-se da restante indústria.

Pulp Fiction é uma obra genial. Uma obra crua e simultaneamente refrescante, que sobreviveu ao tempo e se tornou um clássico.
Pulp Fiction foi uma lição de cinema!

Curiosidade Cinéfila:
pulp fiction ou revista pulp são nomes dados a revistas feitas com papel de baixa qualidade a partir do início de 1900. Essas revistas geralmente eram dedicadas às histórias de fantasia e ficção científica e o termo “pulp fiction” foi usado para descrever histórias de qualidade menor ou absurdas.

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Carla Correia

Título:Pulp Fiction: 20 anos depois

Autor:Carla Correia(todos os textos)

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