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Contratando pela atitude

Categoria: Empresariais
Comentários: 1
Contratando pela atitude

Durante muito tempo, em muitas diferentes culturas, se priorizou o conhecimento adquirido através de títulos e diplomas, sem levar em consideração as características pessoais e a atitude do profissional. Ter vários certificados foi e ainda é para algumas empresas o que mais vale na hora de selecionar um candidato e contratá-lo. No entanto, é notável nas grandes empresas de sucesso dos dias de hoje, que as contratações são feitas tomando por base outros pré-requisitos. Atitude é sem dúvida um deles. As empresas buscam pessoas que valorizem suas funções, exercendo-as da forma mais perfeita possível, agregando a empresa, com essas atitudes, maiores chances de expansão e clientes. Os empregadores buscam empregados que realizem um algo a mais e que possuam habilidades e competências pessoais diversificadas.

O pensamento de empresas de grande porte e empregabilidade de que conhecimento é facilmente adquirido em treinamentos, gera a busca de um profissional que tenha iniciativa para, com suas atitudes, garantir à empresa sucesso e desenvolvimento. Além disso, capacidade de liderança e inteligência emocional são pré-requisitos nos funcionários buscados. Diante disso as empresas que mais faturam atualmente se preocupam em valorizar de diversas formas esses empregados a fim de elevar o rendimento do negócio, afinal profissional valorizado é igual a rentabilidade para a organização.

As contratações têm sido feitas nos dias de hoje a partir de seleções que proporcionem aos candidatos mostrarem suas reais possibilidades de interação, inter-relação pessoal, simpatia para com os clientes e demais colegas e, sobretudo, compatibilidade entre personalidade do candidato e valores da empresa. É nessa interação bem sucedida entre organização e profissional de atitude que surge a alta produtividade do empreendimento.

E essa “atitude”, encontrada em um candidato a vaga de emprego, é seguidamente abastecida pela empresa com comissões e participações, dando seguidamente ao funcionário recompensas pelo ótimo rendimento. A empresa só ganha com este tipo de pensamento, já que trabalhador satisfeito aumenta o desenvolvimento da empresa, evita a rotatividade nos cargos, satisfaz os clientes e melhora a imagem da instituição.

Nesse contexto, em uma seleção, o candidato a vaga deve estar atento em mostrar suas habilidades, sem extravagâncias, o quanto pode ser produtivo para a empresa, o quanto líder é, sem querer passar por cima dos outros e o quanto de diferencial pode trazer para a organização. Para as empresas contratar pela atitude e pelo diferencial é garantia de sucesso e estabilidade financeira e na manutenção da clientela.


Rosana Fernandes

Título: Contratando pela atitude

Autor: Rosana Fernandes (todos os textos)

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • Briana AlvesBriana

    05-07-2014 às 06:37:18

    Penso que tem que ter os dois: os diplomas e a atirude! Num mundo corporativo, as competições são muitas e o profissional que se destaca é aquele que oferece bom comportamento e é qualificado para o cargo.

    ¬ Responder

Comentários - Contratando pela atitude

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Pulp Fiction: 20 anos depois

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Tema: Arte
Pulp Fiction: 20 anos depois\"Rua
Faz hoje 20 anos que estreou um dos mais importantes ícones cinematográficos americanos.

Pulp Fiction é um marco do cinema, que atirou para a ribalta Quentin Tarantino e as suas ideias controversas (ainda poucos tinham visto o brilhante “Cães Danados”).

Repleto de referências ao cinema dos anos 70 e com uma escolha de casting excepcional, Pulp Fiction conquistou o público com um discurso incisivo (os monólogos bíblicos de Samuel L. Jackson são um exemplo disso), uma violência propositadamente mordaz e uma não linearidade na sucessão dos acontecimentos, tudo isto, associado a um ritmo alucinante.

As três narrativas principais entrelaçadas de dois assassinos, um pugilista e um casal, valeram-lhe a nomeação para sete Óscares da Academia, acabando por vencer na categoria de Melhor Argumento Original, ganhando também o Globo de Ouro para Melhor Argumento e a Palma D'Ouro do Festival de Cannes para Melhor Filme.

O elenco era composto por nomes como John Travolta, Samuel L. Jackson, Bruce Willis, Uma Thurman e (porque há um português em cada canto do mundo) Maria de Medeiros.

Para muitos a sua banda sonora continua a constar na lista das melhores de sempre, e na memória cinéfila, ficam eternamente, os passos de dança de Uma Thurman e Travolta.

As personagens pareciam ser feitas à medida de cada actor.
Para John Travolta, até então conhecido pelos musicais “Grease” e “Febre de Sábado à Noite”, dar vida a Vincent Vega foi como um renascer na sua carreira.

Uma Thurman começou por recusar o papel de Mia Wallace, mas Tarantino soube ser persuasivo e leu-lhe o guião ao telefone até ela o aceitar.

Começava ali uma parceria profissional (como é habitual de Tarantino) que voltaria ao topo do sucesso com “Kill Bill”, quase 10 anos depois.

Com um humor negro afiadíssimo, Tarantino provou em 1994 que veio para revolucionar o cinema independente americano e nasceu aí uma inspirada carreira de sucesso, que ainda hoje é politicamente incorrecta, contradizendo-se da restante indústria.

Pulp Fiction é uma obra genial. Uma obra crua e simultaneamente refrescante, que sobreviveu ao tempo e se tornou um clássico.
Pulp Fiction foi uma lição de cinema!

Curiosidade Cinéfila:
pulp fiction ou revista pulp são nomes dados a revistas feitas com papel de baixa qualidade a partir do início de 1900. Essas revistas geralmente eram dedicadas às histórias de fantasia e ficção científica e o termo “pulp fiction” foi usado para descrever histórias de qualidade menor ou absurdas.

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Carla Correia

Título:Pulp Fiction: 20 anos depois

Autor:Carla Correia(todos os textos)

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