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Como escolher a base de maquilhagem

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Beleza
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Comentários: 7
Como escolher a base de maquilhagem

O uso de base de maquilhagem faz uma enorme diferença no resultado final de toda a maquilhagem, uma vez que é ela que vai criar a tela sobre a qual as restantes cores vão ser aplicadas.

Sendo um produto que uniformiza a tez, deverá ser escolhida de acordo com o tipo e com o tom de pele de cada pessoa, Há que saber qual o seu tipo de pele para depois passar à escolha do tipo de base que o seu rosto melhor irá acolher.

Tipos de pele


As bases líquidas são mais indicadas para as peles secas, uma vez que possuem componentes hidratantes que permitem compensar a secura do rosto. Numa pele oleosa ou mista deverá ser sempre aplicada uma base em pó, que lhe irá conferir um aspeto mate, sem brilho, camuflando a oleosidade.

Numa pele com rugas deverá aplicar uma base líquida e hidratante que não seque a pele.

Quando o rosto é rosado deverá usar-se uma base com pigmentos amarelados, de modo a neutralizar e uniformizar a vermelhidão.
Quanto à cor correcta da base, deverá escolher sempre o tom mais aproximado do seu tom de pele. No momento da escolha, o rosto deverá estar limpo e hidratado e sem maquilhagem.

Experimente a base no maxilar inferior. Esta zona é o meio-termo entre o rosto e o pescoço, pelo que é a melhor zona para testar a cor da base. Testes nas costas da mão ou no pulso não são os locais indicados, uma vez a pele não tem a mesma tonalidade da pele do rosto.

O ideal será mesmo experimentar duas ou três tonalidades diferentes antes de optar por uma. O tom certo da base será aquele que se fundir por completo a sua pele, quase não de dando pela sua presença.

Uma base demasiadamente escura vai fazer com que fique com um ar pesado e pareça mais velha.

A base deverá ser aplicada com a esponja ou com um pincel próprio: espalhe um pouco na testa, nas bochechas, no queixo e no nariz e vá espalhando dentro para fora do rosto. Pode também optar pelos dedos. Todavia, não ficará um resultado tão perfeito. Se após a aplicação ficar algum excesso, passe um lenço humedecido apenas na região, de modo a uniformizar a cobertura. Não se esqueça do pescoço, pois senão se não, vai notar-se a diferença nos tons de pele, só assim irá evitar o facto de parecer que está a usar uma mascara.

No verão, caso não prescinda do uso da base, mas queira ter um ar mais natural, pode seguir este truque infalível: misture um pouco de base com o seu hidratante e espalhe no rosto.


Catarina Bandeira

Título: Como escolher a base de maquilhagem

Autor: Catarina Bandeira (todos os textos)

Visitas: 2

771 

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Comentários     ( 7 )    recentes

  • Briana AlvesBriana

    23-06-2014 às 07:55:49

    A base em creme é excelente e deixa o visual mais jovem e bonito. Adoro usar mais base em creme que em pó. O pó parece que envelhece o rosto.

    ¬ Responder
  • Carla HortaCarla Horta

    08-10-2012 às 23:10:20

    Desde há muitos anos que utilizo base e como tenho vários cuidados na altura da compra, utilizo sempre aquelas que além de darem cor e uniformidade é pele, também a hidratam. A melhor forma de a escolher é, aplicando um pouco nas costas da mão. Desta forma vai conseguir perceber a forma uniforme como esta ficará na sua pele. Por fim, remate com um pouco de pó.

    ¬ Responder
  • Cristina SousaCristina Sousa

    08-10-2012 às 19:33:22

    A base para aplicar na pele deve respeitar o tipo de pele. Na escolha desta, deve-se ter em conta o tom da pele. Conforme me informaram, a melhor forma de se verificar o melhor tom para a nossa pele, é aplicar um pouco de base na parte interior do nosso braço.

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoDaniela Vicente

    11-09-2012 às 16:19:10

    eu não sei escolher a base para a maquilhagem. já pedia ajuda a profissionais, mas fiquei cor-de-laranja. e andei muito tempo cor-de-laranja até limpar as lentes e constatar a verdade da cor. eu sou muito branca e procuro ter muito cuidado na conjugação de cores. o cor-de-laranja não é o meu cor. prefiro o coral. ah, também já me aconteceu parecer que andaram a fazer rali na minha cara por causa da esponja da base.

    ¬ Responder
  • jessikajessika

    29-11-2011 às 19:22:17

    otimas dicas !!!

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de Climatizaçãoflavia

    29-07-2011 às 20:51:39

    amei o site parabens!!!

    ¬ Responder
  • nídianídia

    06-01-2011 às 13:52:16

    Gostei muito do seu site, continue com esse trabalho maravilhoso parabéns.

    ¬ Responder

Comentários - Como escolher a base de maquilhagem

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Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: DVD Filmes
Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.\"Rua
Este texto irá falar sobre o filme Ex_Machina, nele podem e vão ocorrer Spoillers, então se ainda não viram o filme, vejam e voltem depois para lê-lo.

Impressões iniciais:

Ponto para o filme. Já que pela sinopse baixei a expectativa ao imaginar que era apenas mais um filme de robôs com complexo de Pinóquio, mas evidentemente que é muito mais que isso.

Desde as primeiras cenas é possível perceber que o filme tem algo de especial, pois não vemos uma cena de abertura com nenhuma perseguição, explosão ou ação sem propósito, típica em filmes hollywoodianos.
Mais um ponto, pois no geral o filme prende mais nos diálogos cerebrais do que na história em si, e isso é impressionante para o primeiro filme, como diretor, de Alex Garland (também roteirista do filme). O filme se mostrou eficiente em criar um ambiente de suspense, em um enredo, aparentemente sem vilões ou perigos, que prende o espectador.

Entrando um pouco no enredo, não é difícil imaginar que tem alguma coisa errada com Nathan Bateman (Oscar Isaac), que é o criador do android Ava (Alicia Vikander), pois ele vive isolado, está trabalhando num projeto de Inteligência Artificial secreto e quando o personagem orelha, Caleb Smith (Domhnall Gleeson), é introduzido no seu ambiente, o espectador fica esperando que em algum momento ele (Nathan) se mostrará como vilão. No entanto isso ocorre de uma forma bastante interessante no filme, logo chegaremos nela.

Falando um pouco da estética do filme, ponto para ele de novo, pois evita a grande cidade (comum nos filmes de FC) como foco e se concentra mais na casa de Nathan, que fica nas montanhas cercadas de florestas e bastante isolado. Logo de cara já é possível perceber que a estética foi pensada para ser lembrada, e não apenas um detalhe no filme. A pesar do ambiente ser isolado era preciso demonstras que os personagens estão em um mundo modernizado, por isso o cineasta opta por ousar na arquitetura da casa de Nathan.

A casa é nesses moldes novos onde a construção se mistura com o ambiente envolta. Usando artifícios como espelhos, muitas paredes de vidro, estruturas de madeira e rochas, dando a impressão de camuflagem para a mesma, coisa que os ambientalistas julgam favorável à natureza. Por dentro se pode ver de forma realista como podem ser as smart-house, não tenho certeza se o termo existe, mas cabe nesse exemplo. As paredes internas são cobertas com fibra ótica e trocam de cor, um efeito que além de estético ajuda a criar climas de suspense, pois há momentos onde ocorrem quedas de energia, então fica tudo vermelho e trancado.

O papel de Caleb á ajudar Nathan a testar a IA de AVA, mas com o desenrolar da história Nathan revela que o verdadeiro teste está em saber se Ava é capaz de “usar”, ou “se aproveitar” de Caleb, que se demonstra ser uma pessoa boa.

Caleb é o típico nerd introvertido, programador, sem amigos, sem família e sem namorada. Nathan também representa a evolução do nerd. O nerd nos dias de hoje. Por fora o cara é careca, barbudão com uns traços orientais (traços indianos, pois a Índia também fica no Oriente), bebê bastante e ao mesmo tempo malha e mantém uma dieta saudável pra compensar. E por dentro é um gênio da programação que criou, o google, o BlueBook, que é um sistema de busca muito eficiente.

Destaque para um diálogo sobre o BlueBook, onde Nathan fala para Caleb:
“Sabe, meus concorrentes estavam tão obcecados em sugar e ganhar dinheiro por meio de compras e mídia social. Achavam que ferramenta de pesquisa mapeava O QUE as pessoas pensavam. Mas na verdade eles eram um mapa de COMO as pessoas pensavam”.

Impulso. Resposta. Fluido. Imperfeição. Padronização. Caótico.

A questão filosófica vai além disso esbarrando no conceito de “vontade de potência”, de Nietzche, mas sobre isso não irei falar aqui, pois já há textos muito bons por aí.

Tem outra coisa que o filme me lembrou, que eu não sei se é referência ou se foi ocasional, mas o local onde Ava está presa e a forma como ela fica deitada num divã, e questiona se Caleb a observa por detrás das câmeras, lembra o filme “A pele que habito” de Almodóvar, um outro filme excelente que algum dia falarei por aqui.

Talvez seja uma versão “O endoesqueleto de metal e silicone que habito”, ou “O cérebro positrônico azul que habito”, mesmo assim não podia deixar de citar a cena por que é muito interessante.

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Jhon Erik Voese

Título:Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

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Comentários

  • Suassuna 11-09-2015 às 02:03:47

    Gostei do texto, irei conferir o filme.

    ¬ Responder
  • Jhon Erik VoeseJhon Erik Voese

    15-09-2015 às 15:51:02

    Que bom, obrigado! Espero que goste do filme também!

    ¬ Responder

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