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A Controvérsia Dos Genéricos

Categoria: Saúde
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A Controvérsia Dos Genéricos

A polémica acerca dos medicamentos genéricos instalou-se, “rebentam”, de vez em quando, umas altercações das instituições directa ou indirectamente a eles ligadas, mas, no fundo, ninguém parece ter muita vontade ou interesse de ir ao cerne da questão. Efectivamente, quanto maior for a confusão, menos se percebe do assunto, o que, na prática, se revela vantajoso para quase todas as partes envolvidas. Quase, porque aquela que devia ser a parte mais importante, o utente, o “pagador”, não compreende nada, não lhe é permitido contrariar a deliberação do médico, e, na verdade, não poderia ter voto numa matéria que ignora.

Já não lhe basta mendigar uma consulta, aguardar anos por uma cirurgia, ter de prescindir amiúde dos serviços especializados, optar entre comer e tomar a medicação, só para mencionar alguns exemplos, e ainda tem de pagar a contenda! E tamanho despautério é agravado pelo facto de que os grandes protagonistas desta história são os aposentados, com reformas de miséria que mal chegam, ou não são mesmo suficientes, para fazer face às despesas mais comuns: renda de casa, água, luz, alimentação…

A ideia de implementar genéricos prende-se com uma redução de custos para o Estado e para o utente, pois, não sendo necessário defender uma determinada marca comercial, as moléculas do princípio activo destinadas a combater as patologias ficam cerca de 35 por cento mais baratas. Supostamente, os genéricos são sujeitos ao mesmo tipo de testes e pautam-se por regulamentação similar aos medicamentos ditos de marca, pelo que, em princípio, seriam merecedores da mesma credibilidade, em termos de qualidade, eficácia e segurança. Todavia, entre médicos que insistem em afirmar disparidades e efeitos desiguais, um fantástico serviço de desinformação e a guerra entre os lobbies da Associação Nacional de Farmácias e a Ordem dos Médicos, impera a atarantação. O que acaba por estar em causa são os estatutos adquiridos e móbeis económicos estabelecidos de que não é bom que se fale.

Os medicamentos genéricos são identificados pela Denominação Comum Internacional (DCI) das substâncias activas, seguida do nome do titular da Autorização de Introdução no Mercado (AIM) ou de um nome de fantasia, da dosagem, da forma farmacêutica e da sigla «MG», inserida na embalagem exterior do medicamento.

São prescritos pela denominação comum internacional (DCI) ou nome genérico das substâncias activas, seguido do nome de fantasia, quando exista, ou do nome abreviado do titular de AIM, e da dosagem e da forma farmacêutica.

Em suma, dita o bom senso que se informem os pacientes sobre o carácter farmacológico dos medicamentos receitados pelo profissional de saúde, se faça o acompanhamento farmacoterapêutico necessário, e se deixe ao seu critério a escolha do remédio para o seu mal.



Maria Bijóias

Título: A Controvérsia Dos Genéricos

Autor: Maria Bijóias (todos os textos)

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Pulp Fiction: 20 anos depois

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Tema: Arte
Pulp Fiction: 20 anos depois\"Rua
Faz hoje 20 anos que estreou um dos mais importantes ícones cinematográficos americanos.

Pulp Fiction é um marco do cinema, que atirou para a ribalta Quentin Tarantino e as suas ideias controversas (ainda poucos tinham visto o brilhante “Cães Danados”).

Repleto de referências ao cinema dos anos 70 e com uma escolha de casting excepcional, Pulp Fiction conquistou o público com um discurso incisivo (os monólogos bíblicos de Samuel L. Jackson são um exemplo disso), uma violência propositadamente mordaz e uma não linearidade na sucessão dos acontecimentos, tudo isto, associado a um ritmo alucinante.

As três narrativas principais entrelaçadas de dois assassinos, um pugilista e um casal, valeram-lhe a nomeação para sete Óscares da Academia, acabando por vencer na categoria de Melhor Argumento Original, ganhando também o Globo de Ouro para Melhor Argumento e a Palma D'Ouro do Festival de Cannes para Melhor Filme.

O elenco era composto por nomes como John Travolta, Samuel L. Jackson, Bruce Willis, Uma Thurman e (porque há um português em cada canto do mundo) Maria de Medeiros.

Para muitos a sua banda sonora continua a constar na lista das melhores de sempre, e na memória cinéfila, ficam eternamente, os passos de dança de Uma Thurman e Travolta.

As personagens pareciam ser feitas à medida de cada actor.
Para John Travolta, até então conhecido pelos musicais “Grease” e “Febre de Sábado à Noite”, dar vida a Vincent Vega foi como um renascer na sua carreira.

Uma Thurman começou por recusar o papel de Mia Wallace, mas Tarantino soube ser persuasivo e leu-lhe o guião ao telefone até ela o aceitar.

Começava ali uma parceria profissional (como é habitual de Tarantino) que voltaria ao topo do sucesso com “Kill Bill”, quase 10 anos depois.

Com um humor negro afiadíssimo, Tarantino provou em 1994 que veio para revolucionar o cinema independente americano e nasceu aí uma inspirada carreira de sucesso, que ainda hoje é politicamente incorrecta, contradizendo-se da restante indústria.

Pulp Fiction é uma obra genial. Uma obra crua e simultaneamente refrescante, que sobreviveu ao tempo e se tornou um clássico.
Pulp Fiction foi uma lição de cinema!

Curiosidade Cinéfila:
pulp fiction ou revista pulp são nomes dados a revistas feitas com papel de baixa qualidade a partir do início de 1900. Essas revistas geralmente eram dedicadas às histórias de fantasia e ficção científica e o termo “pulp fiction” foi usado para descrever histórias de qualidade menor ou absurdas.

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Carla Correia

Título:Pulp Fiction: 20 anos depois

Autor:Carla Correia(todos os textos)

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