Bem vindo à Rua Direita!
Eu sou a Sophia, a assistente virtual da Rua Direita.
Em que posso ser-lhe útil?

Email

Questão

a carregar
Textos | Produtos                                                    
|
Top 30 | Categorias

Email

Password


Esqueceu a sua password?
Início > Textos > Categoria > Saúde > A Vacina Da Varíola

A Vacina Da Varíola

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Saúde
Visitas: 8
A Vacina Da Varíola

A varíola é uma doença, bastante grave, que assolou já a humanidade e matou milhões de vidas em todo o mundo.

Contudo, ela foi já declarada irradicada em 1980.

Os mais antigos escritos da doença datam do século XV, mas , no entanto, ela terá surgido nas populações mundiais, há mais de dez mil anos.

Na realidade, ainda há restos de mumuficações, por exemplo do faraó do Egito, Ramsés V, que revela erupções pustulentas, que indicam, que provávelmente ele terá morrido com a varíola.
A varíola, apresenta várias estirpes, chamadas, varíola mayor e varíola minor, que levaram à morte , milhões de pessoas na Europa, ao longo do século XVIII.

A partir de 1796, a situação começou a mudar, devido à descoberta da vacina, Por um médico britãnico, Edward Jenner, que combatia o vírus que a provocava.

Os seus principais sintomas, logo após serem infetados, eram: febre, dores musculares, cefaleias, náuseas e dores nas costas. Tinha um período de incubação de 12 dias e depois seguiam-se erupções pustulosas generalizadas, que se iniciavam na testa e se espalhava pelo corpo.

Após este quadro clínico, a doença assumia uma das quatro variedades: a comum, modificada, maligna e hemorrágica, que variavam na percentagem de mortalidade geral.

Contudo, não foi nada fácil desenvolver a vacina porque havia uma guerra da vacinação.

Apesar da descoberta de Jenner ser óbvia de um ponto de vista moderno, a ideia de injetar as pessoas, para as livrar de contraír o vírus, gerou grande controvérsia.

O local onde jenner descobriu a vacina foi na sua casa, que ainda hoje existe, Está situada na cidade de Berkley, Clooucestershire, e atualmente esta casa, acolhe o Museu Edward Jenner, que combina um museu tradicional com um ambiente de aprendizagem interativa para crianças e ainda um arquivo histórico.

O vacina antivariólica é composta por um vírus chamado vacina, que era metido dentro de um frasco seguro.quando se injeta no corpo induz anticorpos que protegem contra todos os vírus da varíola, incluindo as variantes que afetam macacos e bovinos.

A agulha desta vacina não era administrada com uma agulha mas sim com um instrumento bifurcado, concebido para reter uma gta de solução de cada vez.

Apesar das controvérsias, acerca da vacina, ela conseguiu evitar muitíssias mortes e ainda hoje persiste.

A partir de 1980 a varíola considera-se práticamente erradicada e hoje as amostras do vírus, são mantidas em escassos laboratórios altamente seguros.


Teresa Maria Batista Gil

Título: A Vacina Da Varíola

Autor: Teresa Maria Gil (todos os textos)

Visitas: 8

627 

Comentários - A Vacina Da Varíola

voltar ao texto
  • Avatar *     (clique para seleccionar)


  • Nome *

  • Email

    opcional - receberá notificações

  • Mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios


  • Notifique-me de comentários neste texto por email.

  • Notifique-me de respostas ao meu comentário por email.

Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

Ler próximo texto...

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: DVD Filmes
Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.\"Rua
Este texto irá falar sobre o filme Ex_Machina, nele podem e vão ocorrer Spoillers, então se ainda não viram o filme, vejam e voltem depois para lê-lo.

Impressões iniciais:

Ponto para o filme. Já que pela sinopse baixei a expectativa ao imaginar que era apenas mais um filme de robôs com complexo de Pinóquio, mas evidentemente que é muito mais que isso.

Desde as primeiras cenas é possível perceber que o filme tem algo de especial, pois não vemos uma cena de abertura com nenhuma perseguição, explosão ou ação sem propósito, típica em filmes hollywoodianos.
Mais um ponto, pois no geral o filme prende mais nos diálogos cerebrais do que na história em si, e isso é impressionante para o primeiro filme, como diretor, de Alex Garland (também roteirista do filme). O filme se mostrou eficiente em criar um ambiente de suspense, em um enredo, aparentemente sem vilões ou perigos, que prende o espectador.

Entrando um pouco no enredo, não é difícil imaginar que tem alguma coisa errada com Nathan Bateman (Oscar Isaac), que é o criador do android Ava (Alicia Vikander), pois ele vive isolado, está trabalhando num projeto de Inteligência Artificial secreto e quando o personagem orelha, Caleb Smith (Domhnall Gleeson), é introduzido no seu ambiente, o espectador fica esperando que em algum momento ele (Nathan) se mostrará como vilão. No entanto isso ocorre de uma forma bastante interessante no filme, logo chegaremos nela.

Falando um pouco da estética do filme, ponto para ele de novo, pois evita a grande cidade (comum nos filmes de FC) como foco e se concentra mais na casa de Nathan, que fica nas montanhas cercadas de florestas e bastante isolado. Logo de cara já é possível perceber que a estética foi pensada para ser lembrada, e não apenas um detalhe no filme. A pesar do ambiente ser isolado era preciso demonstras que os personagens estão em um mundo modernizado, por isso o cineasta opta por ousar na arquitetura da casa de Nathan.

A casa é nesses moldes novos onde a construção se mistura com o ambiente envolta. Usando artifícios como espelhos, muitas paredes de vidro, estruturas de madeira e rochas, dando a impressão de camuflagem para a mesma, coisa que os ambientalistas julgam favorável à natureza. Por dentro se pode ver de forma realista como podem ser as smart-house, não tenho certeza se o termo existe, mas cabe nesse exemplo. As paredes internas são cobertas com fibra ótica e trocam de cor, um efeito que além de estético ajuda a criar climas de suspense, pois há momentos onde ocorrem quedas de energia, então fica tudo vermelho e trancado.

O papel de Caleb á ajudar Nathan a testar a IA de AVA, mas com o desenrolar da história Nathan revela que o verdadeiro teste está em saber se Ava é capaz de “usar”, ou “se aproveitar” de Caleb, que se demonstra ser uma pessoa boa.

Caleb é o típico nerd introvertido, programador, sem amigos, sem família e sem namorada. Nathan também representa a evolução do nerd. O nerd nos dias de hoje. Por fora o cara é careca, barbudão com uns traços orientais (traços indianos, pois a Índia também fica no Oriente), bebê bastante e ao mesmo tempo malha e mantém uma dieta saudável pra compensar. E por dentro é um gênio da programação que criou, o google, o BlueBook, que é um sistema de busca muito eficiente.

Destaque para um diálogo sobre o BlueBook, onde Nathan fala para Caleb:
“Sabe, meus concorrentes estavam tão obcecados em sugar e ganhar dinheiro por meio de compras e mídia social. Achavam que ferramenta de pesquisa mapeava O QUE as pessoas pensavam. Mas na verdade eles eram um mapa de COMO as pessoas pensavam”.

Impulso. Resposta. Fluido. Imperfeição. Padronização. Caótico.

A questão filosófica vai além disso esbarrando no conceito de “vontade de potência”, de Nietzche, mas sobre isso não irei falar aqui, pois já há textos muito bons por aí.

Tem outra coisa que o filme me lembrou, que eu não sei se é referência ou se foi ocasional, mas o local onde Ava está presa e a forma como ela fica deitada num divã, e questiona se Caleb a observa por detrás das câmeras, lembra o filme “A pele que habito” de Almodóvar, um outro filme excelente que algum dia falarei por aqui.

Talvez seja uma versão “O endoesqueleto de metal e silicone que habito”, ou “O cérebro positrônico azul que habito”, mesmo assim não podia deixar de citar a cena por que é muito interessante.

Pesquisar mais textos:

Jhon Erik Voese

Título:Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

Autor:Jhon Erik Voese(todos os textos)

Alerta

Tipo alerta:

Mensagem

Conte-nos porque marcou o texto. Essa informação não será publicada.

Deixe o seu comentárioDeixe o seu comentário

Comentários

  • Suassuna 11-09-2015 às 02:03:47

    Gostei do texto, irei conferir o filme.

    ¬ Responder
  • Jhon Erik VoeseJhon Erik Voese

    15-09-2015 às 15:51:02

    Que bom, obrigado! Espero que goste do filme também!

    ¬ Responder

Pesquisar mais textos:

Deixe o seu comentário

  • Nome *

  • email

    opcional - receberá notificações

  • mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios