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5 Forças Colaborativas De Borges

Categoria: Empresariais
Visitas: 6
5 Forças Colaborativas De Borges

A competitividade já não é um assunto assustador nestes dias atuais. Os tempos mudaram, o mundo evoluiu e as empresas passaram por mudanças drásticas na visão de seus negócios. Claro, com o intuito sempre de melhorar o serviço e alcançar seus objetivos com maior eficácia, além do crescimento empresarial. Estas 5 forças colaborativas de Borges é justamente para fornecer ferramentas de gestão que serão imprescindíveis para quem deseja sucesso e sucesso contínuo.

1 – Como crescer fornecedores
Independente de quem for o seu fornecedor, o foco central nesta força colaborativa é a PARCERIA. Não mais quem está acima de quem, quem é que manda em quem, mas unicamente em “Como podemos ajudar-nos?” O lance é ajudar seu fornecedor a se desenvolver e, em troca, ele será fiel à sua empresa e oferecer maiores garantias, dentre inúmeros outros benefícios. É a base da troca.

2 – Como nos substituirmos
Os empreendedores perdem bastante tempo preocupando-se com produtos que irão surgir para baixar o nível de suas vendas e serviços. Pura besteira. Que tal mudar a visão e buscar estratégias para que novos produtos, serviços sejam criados para substituir os seus que estão no mercado? Essa é o ponto principal dessa força – criar algo dentro da organização que o substitua sem esperar pelo outro de fora. Genial!!!

3 – Como usar os clientes
Isto se refere em como oferecer aos seus clientes maiores fontes de serviços pelo qual ele possa comprar e divulgar sua empresa para mais e mais pessoas. Quer dizer que você poderá oferecer maiores descontos, serviços melhores como entrega rápida na casa da pessoa, estacionamento gratuito com limpeza, enfim, criar várias estratégias para que o cliente escolha a sua ao invés do concorrente.

4 – Como ajudar empresas
No sentido de como contribuir para a criação de mais empresas e fornecer mais oportunidades de mercado para cada setor de atividade.

5 – Colaborar concorrência
Nesse aspecto será necessário analisar (você e seu concorrente) como poderão colaborar para trazer maiores vantagens em ambas as empresas. E isto pode ser por meio de parcerias comerciais ou, até mesmo, por fusões, que tornam a empresa muito mais competitiva no mercado, aumentando seu poder no mercado e seu impacto.

Bem, essas são as 5 forças colaborativas de Borges que toda empresa poderá colocar como estratégia a fim de aumentar sua influência no mercado e adquira o modelo de planilha e aumente seu rol nos negócios.


Adriana Santos

Título: 5 Forças Colaborativas De Borges

Autor: Adriana Santos (todos os textos)

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Pulp Fiction: 20 anos depois

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Tema: Arte
Pulp Fiction: 20 anos depois\"Rua
Faz hoje 20 anos que estreou um dos mais importantes ícones cinematográficos americanos.

Pulp Fiction é um marco do cinema, que atirou para a ribalta Quentin Tarantino e as suas ideias controversas (ainda poucos tinham visto o brilhante “Cães Danados”).

Repleto de referências ao cinema dos anos 70 e com uma escolha de casting excepcional, Pulp Fiction conquistou o público com um discurso incisivo (os monólogos bíblicos de Samuel L. Jackson são um exemplo disso), uma violência propositadamente mordaz e uma não linearidade na sucessão dos acontecimentos, tudo isto, associado a um ritmo alucinante.

As três narrativas principais entrelaçadas de dois assassinos, um pugilista e um casal, valeram-lhe a nomeação para sete Óscares da Academia, acabando por vencer na categoria de Melhor Argumento Original, ganhando também o Globo de Ouro para Melhor Argumento e a Palma D'Ouro do Festival de Cannes para Melhor Filme.

O elenco era composto por nomes como John Travolta, Samuel L. Jackson, Bruce Willis, Uma Thurman e (porque há um português em cada canto do mundo) Maria de Medeiros.

Para muitos a sua banda sonora continua a constar na lista das melhores de sempre, e na memória cinéfila, ficam eternamente, os passos de dança de Uma Thurman e Travolta.

As personagens pareciam ser feitas à medida de cada actor.
Para John Travolta, até então conhecido pelos musicais “Grease” e “Febre de Sábado à Noite”, dar vida a Vincent Vega foi como um renascer na sua carreira.

Uma Thurman começou por recusar o papel de Mia Wallace, mas Tarantino soube ser persuasivo e leu-lhe o guião ao telefone até ela o aceitar.

Começava ali uma parceria profissional (como é habitual de Tarantino) que voltaria ao topo do sucesso com “Kill Bill”, quase 10 anos depois.

Com um humor negro afiadíssimo, Tarantino provou em 1994 que veio para revolucionar o cinema independente americano e nasceu aí uma inspirada carreira de sucesso, que ainda hoje é politicamente incorrecta, contradizendo-se da restante indústria.

Pulp Fiction é uma obra genial. Uma obra crua e simultaneamente refrescante, que sobreviveu ao tempo e se tornou um clássico.
Pulp Fiction foi uma lição de cinema!

Curiosidade Cinéfila:
pulp fiction ou revista pulp são nomes dados a revistas feitas com papel de baixa qualidade a partir do início de 1900. Essas revistas geralmente eram dedicadas às histórias de fantasia e ficção científica e o termo “pulp fiction” foi usado para descrever histórias de qualidade menor ou absurdas.

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Carla Correia

Título:Pulp Fiction: 20 anos depois

Autor:Carla Correia(todos os textos)

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