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Os LEDs na nossa casa? Quando?

Categoria: Decoração
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Os LEDs na nossa casa? Quando?

Será que os LEDS vão substituir as nossas lâmpadas em casa?

Sem dúvida que o LED é a fonte de luz que mais energia poupa – a indústria da sinalética de rua e semáforos poupa quase até 80% – mas aqui há 2 vantagens:
1) Os LEDs são monocromáticos, por isso praticamente toda a luz gerada é usada. Por sua vez a luz branca gerada por uma lâmpada incandescente precisa de ser transmitida através de um filtro de cor. A luz fora da frequência da lente colorida é desperdiçada.
2) Os LEDs são direccionais, por isso quase tolda a luz gerada é emitida para a lente, enquanto que nas lâmpadas incandescentes a luz precisa de ser reflectida para a lente, resultando em perda de eficiência.
Então porque é que não temos LEDs em casa? Porque ao contrário dos bolbos incandescentes, os LEDS de alta potência ainda não podem ser simplesmente atarraxadas na tomada da nossa parede.
Há várias empresas a trabalhar para que tal se consiga o quanto antes: investiram na forma de fixar os LEDs e desenvolver produtos LEDs de retro-fixação. Os grandes obstáculos a ultrapassar são: a gestão térmica da retro-fixação dos LEDs, a complexidade de circuitos de corrente, a óptica em termos de cor e luminosidade e o recipiente do LED, para além da barreira educacional: os consumidores entendem watts, mas não lúmen ou muito menos lux; como se adaptar aos novos sistemas de fixação, compreender as características de iluminação dos LEDs, escolher o melhor ângulo e intensidade mais eficiente e perceber a limitação de temperatura de cor são elementos fundamentais para que a indústria dos LEDs se instale nos nossos lares e assim, ajudar a poupança energética que tanto urge. É uma mera questão de tempo…tempo esse que se esgota para as nossas energias.

Rua Direita

Título: Os LEDs na nossa casa? Quando?

Autor: Rua Direita (todos os textos)

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Um caminho para curar o transtorno alimentar

Tema: Saúde
Um caminho para curar o transtorno alimentar\"Rua
De acordo com um relatório divulgado em novembro de 2014 pelo Comitê Permanente sobre o Status da Mulher, entre 600 mil a um milhão de canadenses cumprem os critérios diagnósticos para um transtorno alimentar em um dado momento. Problemas de saúde mental com ramificações físicas graves, anorexia e bulimia são difíceis de tratar.

Os programas públicos de internação frequentemente não admitem pacientes até que estejam em condição de risco de vida, e muitos respondem mal à abordagem em grupo. As clínicas privadas costumam ter listas de espera épicas e custos altos: um quarto custa de US$ 305 a US$ 360 por dia.


Corinne lutou juntamente com seus pais contra a bulimia e anorexia por mais de cinco anos. Duffy e Terry, pais de Corinne, encontraram uma clínica na Virgínia. Hoje, aos 24 anos, ela é saudável e está cursando mestrado em Colorado. Ela e seus pais acreditam que a abordagem holística, o foco individualizado e a estrutura imersiva de seu tratamento foram fundamentais para sua recuperação.

Eles sabem que tinham acesso a recursos exclusivos. "Tivemos sorte", diz Duffy. "Podíamos pagar por tudo." Mas muitos não podem.
A luta desta família levou-os a refletir sobre o problema nos Estados Unidos. Em 2013, eles fundaram a Water Stone Clinic, um centro privado de transtornos alimentares em Toronto. Eles fazem yoga, terapia de arte e participam na preparação de refeições, construindo habilidades na vida real com uma equipe de apoio empática. Os programas funcionam nos dias da semana das 8h às 14h, e até agora, não tem lista de espera. Porém essa abordagem é onerosa: aproximadamente US$ 650 por dia.

A família criou a Fundação Water Stone - uma instituição de caridade que fornece ajuda a pacientes que não podem pagar o tratamento. Os candidatos são avaliados por dois comitês que tomam uma decisão baseada na necessidade clínica e financeira. David Choo Chong foi o primeiro a se beneficiar da fundação. Ele havia tentado muitos programas, mas nenhum foi bem sucedido. A fundação pagou metade do tratamento. Dois anos depois, Choo Chong, feliz e estável diz "Water Stone me ajudou a encontrar quem eu sou".

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Roberta Darc

Título:Um caminho para curar o transtorno alimentar

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