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Anatomia felina- gato doméstico

Categoria: Animais Estimação
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Comentários: 2
Anatomia felina- gato doméstico

O gato e o cão, foram os primeiros animais a ser domesticados. Com efeito, já são conhecidos desde há muitos milhares de anos.

Atualmente há cerca de 500 milhões de gatos domésticos em todo o mundo. Este é sem duvida o mais popular animal de estimação e mais amigo do homem, assim como o cão.

Os gatos surgiram do Médio Oriente, descendendo do gato selvagem africano. Surgiram mais concretamento, quando a agricultura se desenvolveu, estando pois associados à maior propagação de ratazanas e outras pragas, que destruíam os cereais.

Os gatos comunicam com o homem através de sons, como ronrons, silvos e miados. De acordo com alguns estudos, revelaram que o ato de afagar um gato estimula a hormona oxitocina, no ser humano, tendo um efeito benéfico de relaxamento e felicidade. O homem neolítico enterrava o homem juntamente com este animal por ser de grande estimação.

Muitos gatos têm uma vida semi selvagem, alimentando-se em lares e caçando para comerem. Por isso, o gato conserva instintos e aptidões de caça dos seus antepassados.É um animal robusto e que obtem a água da carne que ingere ou da água do mar.

Tem características peculiares, como a de poderem ver, apenas com um sexto da luz , caçam ao crespúsculo e a audição é muito apurada. Conseguem apontar as orelhas para a frente e para trás, para localizar os sons. Podem ainda ouvir frequências oito vezes acima dos cães. São capazes de distinguir cores azul e amarelo, verde, embora tenham grande sensibilidade ao vermelho, e com pouca luz a pupila pode dilatar-se, cobrindo quase o olho todo.

Os gatos são extremamente tolerantes com o calor, podendo sobreviver a altas temperaturas, se tiverem água.

Uma das características deste animal é que apresenta intolerãncia à lactose e mata decepando a coluna vertebral no pescoço.

As espécies mais conhecidas são: os persas, angorá turco,considerado um tesouro na Turquia, e o maine coon, uma raça norte-americana, que resulta do cruzamento de gatos selvagens com guaxinins.

Gostam muito de brincar com os seus donos e com objetos do interior da habitação ou jardim. A bola é preferida por excelência, pois rolam-na para um lado e para o outro numa grande brincadeira. Faze companhia e são amigos do seu dono.


Pedro gil Ferreira

Título: Anatomia felina- gato doméstico

Autor: Pedro gil Ferreira (todos os textos)

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Comentários     ( 2 )    recentes

  • SophiaSophia

    16-06-2014 às 17:36:41

    Muito interessante conhecer a anatomia felina. Amei!
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder
  • ALICE

    04-11-2012 às 02:12:12

    OI! Jil..legal os texto dos felinos ,bom saber que podemos ter informaçao abraçoo/

    ¬ Responder

Comentários - Anatomia felina- gato doméstico

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Um caminho para curar o transtorno alimentar

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Tema: Saúde
Um caminho para curar o transtorno alimentar\"Rua
De acordo com um relatório divulgado em novembro de 2014 pelo Comitê Permanente sobre o Status da Mulher, entre 600 mil a um milhão de canadenses cumprem os critérios diagnósticos para um transtorno alimentar em um dado momento. Problemas de saúde mental com ramificações físicas graves, anorexia e bulimia são difíceis de tratar.

Os programas públicos de internação frequentemente não admitem pacientes até que estejam em condição de risco de vida, e muitos respondem mal à abordagem em grupo. As clínicas privadas costumam ter listas de espera épicas e custos altos: um quarto custa de US$ 305 a US$ 360 por dia.


Corinne lutou juntamente com seus pais contra a bulimia e anorexia por mais de cinco anos. Duffy e Terry, pais de Corinne, encontraram uma clínica na Virgínia. Hoje, aos 24 anos, ela é saudável e está cursando mestrado em Colorado. Ela e seus pais acreditam que a abordagem holística, o foco individualizado e a estrutura imersiva de seu tratamento foram fundamentais para sua recuperação.

Eles sabem que tinham acesso a recursos exclusivos. "Tivemos sorte", diz Duffy. "Podíamos pagar por tudo." Mas muitos não podem.
A luta desta família levou-os a refletir sobre o problema nos Estados Unidos. Em 2013, eles fundaram a Water Stone Clinic, um centro privado de transtornos alimentares em Toronto. Eles fazem yoga, terapia de arte e participam na preparação de refeições, construindo habilidades na vida real com uma equipe de apoio empática. Os programas funcionam nos dias da semana das 8h às 14h, e até agora, não tem lista de espera. Porém essa abordagem é onerosa: aproximadamente US$ 650 por dia.

A família criou a Fundação Water Stone - uma instituição de caridade que fornece ajuda a pacientes que não podem pagar o tratamento. Os candidatos são avaliados por dois comitês que tomam uma decisão baseada na necessidade clínica e financeira. David Choo Chong foi o primeiro a se beneficiar da fundação. Ele havia tentado muitos programas, mas nenhum foi bem sucedido. A fundação pagou metade do tratamento. Dois anos depois, Choo Chong, feliz e estável diz "Water Stone me ajudou a encontrar quem eu sou".

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Título:Um caminho para curar o transtorno alimentar

Autor:Roberta Darc(todos os textos)

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