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Problemas nos travões

Categoria: Automóveis
Comentários: 1
Problemas nos travões

Para maior segurança, os travões precisam estar em pleno funcionamento, são eles os responsáveis pela frenagem de um veículo, sem os travões, seria impossível controlar a aceleração e o veículo dispararia ao ser acionado o mecanismo, sem nenhuma sombra de dúvida, isso acarretaria um verdadeiro desastre que não cabe aqui medir as proporções.

Sempre nos é recomendado, fazer revisão no automóvel e na moto, um veículo funciona por meio de macanismos que sofrem desgastes e corrosão como em qualquer outro, portanto ficar atento a manutenção é necessário e nunca se deve pensar que um veículo precisa apenas de combustível. O assunto é tão sério que os fabricantes de veículos, além da atenção geral que destinam a segurança dos veículos como um todo, os cuidados com os travões são ainda maiores.

No caso de precisar ser feita uma substituição, é importantíssimo que os travões sejam de boa qualidade, tentar economizar com um material inferior pode custar a vida, é o tipo de economia que não cabe sequer pensar.

Na compra de um novo automóvel, mesmo que seu veículo esteja funcionando bem e atendendo suas expectativas, se o fabricante informar e solicitar que os proprietários compareçam a rede autorizada para a verificação ou recall, melhor atender e comparecer o quanto antes.

Os trovões dão o primeiro sinal de que algo não vai bem pelo som, se identificar um som diferente parecido com um ruído, é um indício de que os travões podem estar, ou vir a apresentar defeito, por isso é interessante conhecer bem o seu carro.

Um dos problemas mais comuns dos travões são causados por pastilhas e discos que quando desalinhados comprometem o sistema aumentando a distância da frenagem, quanto maior a velocidade maior a necessidade da precisão do mecanismo, o que quer dizer que é preciso que o veículo trave mais rapidamente.

Não podemos deixar de citar que problemas podem surgir separadamente, podem surgir nos tarvões de tras e no de mão também. Fazer revisão periódica evita sérios acidentes pois o mais comum no sistema é o desgaste sofrido com o tempo, o pedal passa por muito esforço com o calor e a pressão produzida pelo pedal.

Há muitos momentos em que o condutor, não precebe que o veículo sofreu excesso de pressão e gerou maior desgaste nos travões, isso ocorre tanto na estrada como nas vias comuns.

Para não ficar tentando advinhar e se colocar em risco, nada de bancar o mecânico, faça a revisão do seu veículo.



Sílvia Baptista

Título: Problemas nos travões

Autor: Sílvia Baptista (todos os textos)

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • SophiaSophia

    17-06-2014 às 05:42:59

    Adorei o texto sobre os problemas nos travões. Qualquer barulho diferente, deve-se tomar atenção para evitar futuros problemas.
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder

Comentários - Problemas nos travões

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Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

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Tema: DVD Filmes
Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.\"Rua
Este texto irá falar sobre o filme Ex_Machina, nele podem e vão ocorrer Spoillers, então se ainda não viram o filme, vejam e voltem depois para lê-lo.

Impressões iniciais:

Ponto para o filme. Já que pela sinopse baixei a expectativa ao imaginar que era apenas mais um filme de robôs com complexo de Pinóquio, mas evidentemente que é muito mais que isso.

Desde as primeiras cenas é possível perceber que o filme tem algo de especial, pois não vemos uma cena de abertura com nenhuma perseguição, explosão ou ação sem propósito, típica em filmes hollywoodianos.
Mais um ponto, pois no geral o filme prende mais nos diálogos cerebrais do que na história em si, e isso é impressionante para o primeiro filme, como diretor, de Alex Garland (também roteirista do filme). O filme se mostrou eficiente em criar um ambiente de suspense, em um enredo, aparentemente sem vilões ou perigos, que prende o espectador.

Entrando um pouco no enredo, não é difícil imaginar que tem alguma coisa errada com Nathan Bateman (Oscar Isaac), que é o criador do android Ava (Alicia Vikander), pois ele vive isolado, está trabalhando num projeto de Inteligência Artificial secreto e quando o personagem orelha, Caleb Smith (Domhnall Gleeson), é introduzido no seu ambiente, o espectador fica esperando que em algum momento ele (Nathan) se mostrará como vilão. No entanto isso ocorre de uma forma bastante interessante no filme, logo chegaremos nela.

Falando um pouco da estética do filme, ponto para ele de novo, pois evita a grande cidade (comum nos filmes de FC) como foco e se concentra mais na casa de Nathan, que fica nas montanhas cercadas de florestas e bastante isolado. Logo de cara já é possível perceber que a estética foi pensada para ser lembrada, e não apenas um detalhe no filme. A pesar do ambiente ser isolado era preciso demonstras que os personagens estão em um mundo modernizado, por isso o cineasta opta por ousar na arquitetura da casa de Nathan.

A casa é nesses moldes novos onde a construção se mistura com o ambiente envolta. Usando artifícios como espelhos, muitas paredes de vidro, estruturas de madeira e rochas, dando a impressão de camuflagem para a mesma, coisa que os ambientalistas julgam favorável à natureza. Por dentro se pode ver de forma realista como podem ser as smart-house, não tenho certeza se o termo existe, mas cabe nesse exemplo. As paredes internas são cobertas com fibra ótica e trocam de cor, um efeito que além de estético ajuda a criar climas de suspense, pois há momentos onde ocorrem quedas de energia, então fica tudo vermelho e trancado.

O papel de Caleb á ajudar Nathan a testar a IA de AVA, mas com o desenrolar da história Nathan revela que o verdadeiro teste está em saber se Ava é capaz de “usar”, ou “se aproveitar” de Caleb, que se demonstra ser uma pessoa boa.

Caleb é o típico nerd introvertido, programador, sem amigos, sem família e sem namorada. Nathan também representa a evolução do nerd. O nerd nos dias de hoje. Por fora o cara é careca, barbudão com uns traços orientais (traços indianos, pois a Índia também fica no Oriente), bebê bastante e ao mesmo tempo malha e mantém uma dieta saudável pra compensar. E por dentro é um gênio da programação que criou, o google, o BlueBook, que é um sistema de busca muito eficiente.

Destaque para um diálogo sobre o BlueBook, onde Nathan fala para Caleb:
“Sabe, meus concorrentes estavam tão obcecados em sugar e ganhar dinheiro por meio de compras e mídia social. Achavam que ferramenta de pesquisa mapeava O QUE as pessoas pensavam. Mas na verdade eles eram um mapa de COMO as pessoas pensavam”.

Impulso. Resposta. Fluido. Imperfeição. Padronização. Caótico.

A questão filosófica vai além disso esbarrando no conceito de “vontade de potência”, de Nietzche, mas sobre isso não irei falar aqui, pois já há textos muito bons por aí.

Tem outra coisa que o filme me lembrou, que eu não sei se é referência ou se foi ocasional, mas o local onde Ava está presa e a forma como ela fica deitada num divã, e questiona se Caleb a observa por detrás das câmeras, lembra o filme “A pele que habito” de Almodóvar, um outro filme excelente que algum dia falarei por aqui.

Talvez seja uma versão “O endoesqueleto de metal e silicone que habito”, ou “O cérebro positrônico azul que habito”, mesmo assim não podia deixar de citar a cena por que é muito interessante.

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Jhon Erik Voese

Título:Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

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Comentários

  • Suassuna 11-09-2015 às 02:03:47

    Gostei do texto, irei conferir o filme.

    ¬ Responder
  • Jhon Erik VoeseJhon Erik Voese

    15-09-2015 às 15:51:02

    Que bom, obrigado! Espero que goste do filme também!

    ¬ Responder

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