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Gravata: amada por uns e odiada po outros

Categoria: Vestuário
Gravata: amada por uns e odiada po outros

Reza a história que a gravata foi criada na corte de Luís XIV, o Rei-Sol: por alturas da guerra dos trinta anos, um grupo de militares da Croácia foi até Paris manifestar o seu apoio aos franceses.

Eles usavam uma tira de pano no pescoço como parte do uniforme. O monarca, tão encantado ficou com este acessório que logo pediu ao seu alfaiate que produzisse lenços à moda croata (croate, em francês), de onde derivou a palavra francesa cravate.

Certo é que, amada por uns e odiada por outros, é o acessório que mais pode dizer sobre um homem e sobre a sua personalidade.

Como qualquer acessório que se preze, também a gravata é sujeita às tendências da moda.

Porém, ainda me parece que continua a imperar o gosto de cada um quando toca a escolher uma gravata para combinar com um fato e uma camisa.

Amores ou ódios à parte, é incontestável que, em todas as cores, lisa, estampada, mais larga ou mais fina, usada com um dos muitos tipos de nós existentes, a gravata permite dar um toque de elegância e de cor a qualquer visual.

É mesmo imprescindível se o desejo é um visual bem cuidado.


Rua Direita

Título: Gravata: amada por uns e odiada po outros

Autor: Rua Direita (todos os textos)

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Superstições Náuticas

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Tema: Barcos
Superstições Náuticas\"Rua
Todos temos as nossas manias e superstições. Não que se trate de comportamentos compulsivos, mas a realidade é que mesmo para quem diz que não liga nenhuma a estas coisas, as superstições acompanham-nos.

Passar por baixo de uma escada, deixar a tesoura, uma porta de um armário ou uma gaveta aberta ou até deixar os sapatos em posição oposta ao correcto, são das superstições mais comuns. As Sextas-feiras 13 também criam alguma confusão a muita gente, mas muitos são os que já festejam e brincam com a data.

Somos assim mesmo, supersticiosos, uns mais do que outros, mas é uma essência que carregamos, mesmo que de forma inconsciente.

Existem no entanto profissões que carregam mitos mais assustadores do que outros, e por exemplos muitos actores não entram em palco sem mandar um “miminho” uns aos outros.

Caso de superstição de marinheiro é dos mais sérios e se julga que se trata só de casos vistos em filmes de piratas, desengane-se. Os marinheiros dos dias de hoje carregam superstições tão carregadas de emoção quanto os de outros tempos.

Umas mais caricatas do que outras, as superstições contam histórias e truques. Por exemplo, contra tempestades, muitos marinheiros colam uma moeda no mastro dos navios.

Tal como fazem os actores, desejar boa sorte a um marinheiro antes de embarcar, também não é boa ideia. Os miminhos dados antes de entrar em palco também servem para o efeito.

Dar um novo nome a um barco é uma péssima ideia para um marinheiro. Dizem que muitos há que não navegam em barcos rebaptizados.

Lembra-se que os piratas de outros tempos utilizavam brincos? Pois isto faz parte de uma superstição. Dizem que os brincos evitam que se afoguem.

Entrar com um pé direito na embarcação é sinal de bons ventos. Tal como acontece com muitos de nós, os marinheiros também não gostam de entrar de pé esquerdo.

Já desde remotos tempos se dia que assobiar traz tempestades. Ora aqui está um mote dos marinheiros, pelo que se assobiar numa embarcação, arrisca-se a ter chatices com o marinheiro.

Verdades ou mentiras, as superstições existem e se manter os seus próprios mitos acalma um marinheiro, então que assim seja. Venham as superstições náuticas que cá estamos para as ouvir.

Já agora uma curiosidade ainda maior. Dizem que se tocar a gola de um marinheiro passará a ter sorte. Será verdade ou foi um marinheiro que inventou?

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Carla Horta

Título:Superstições Náuticas

Autor:Carla Horta(todos os textos)

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Comentários

  • Rua DireitaRua Direita

    17-06-2014 às 06:39:27

    Não acredito em superstições de forma alguma.
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder

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