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D. Sancho I, o Povoador

Categoria: Biografias
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D. Sancho I, o Povoador

Filho do primeiro rei de Portugal, D. Afonso Henriques e de D. Mafalda, D. Sancho I (Martinho) nasceu a 11 de Novembro de 1154, em Coimbra. Não era filho primogénito, mas D. Henrique, o seu irmão, faleceu aos 8 anos. Teve cinco irmãos legítimos: D. Henrique, D. Urraca, D. Mafalda, D. Teresa e D. Sancha, e cinco ilegítimos: D. Fernando Afonso filho de Châmoa Gomes, D. Pedro Afonso, D. Afonso, D. Urraca Afonso e D. Teresa Afonso. Tal como o seu pai, também D. Sancho I foi criado no seio da família de Egas Moniz. Em 1173, as relíquias de São Vicente chegaram a Lisboa e foram colocadas na Sé desta mesma cidade.
Em 1144, casou com D. Dulce de Aragão, filha de Raimundo Berenguer IV de Barcelona e de Petronilha de Aragão. Foi um casamento fértil em filhos (11 filhos). D. Dulce faleceu em 1198. Teve algumas amantes, como D. Maria Pais Ribeira (Ribeirinha), de quem teve seis filhos, e Maria Aires de Fornelos, dois filhos. Conta a História que D. Maria Pais Ribeira teve um papel primordial na vida do monarca. Estes teriam-se conhecido e apaixonado enquanto o rei andava pelo país, e ela teria sido o alvo das cantigas de D. Sancho I:

«No mundo non me sei parelha,
Mentre me foi como me vai,
Cá já moiro por vós – e ai!
Mia senhor branca e vermelha.
Queredes que vos retraia
Quando vos eu vi em saia!
Mau dia me levantei,
Que vos entrou non si feia!
E, mia senhor, de saque di’ai!
Me foi a mi mui mal,
E vós, filha de don Paay
Moniz, e bem vos semelha
D’haver eu por vós guaravaia,
Pois eu, mia senhor, d’alfaia
Nunca de vós houve nem hei
Valia d’ua correa…»

Em a 9 de Dezembro de 1185, D. Sancho I, o Povoador, chegou ao trono português, com a morte de seu pai a 6 de Dezembro deste ano. Tinha 31 anos. Quatro anos depois conquistou Silves, perdendo a cidade pouco tempo depois. O seu cognome advém das muitas cartas de foral que passou à população para povoar terras conquistadas.

De temperamento difícil, D. Sancho I foi excomungado pelo Papa Inocêncio III, mas em 1210, ao ver aproximar-se a morte, decidiu ficar de bem com os membros da Igreja.

Daniela Vicente

Título: D. Sancho I, o Povoador

Autor: Daniela Vicente (todos os textos)

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Cães e Humanos: Amizade por interesses

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Tema: Animais Estimação
Cães e Humanos: Amizade por interesses\"Rua
Não é de hoje que os cães são considerados nossos melhores amigos, porém como toda amizade ela não é totalmente incondicional e livre de interesses, pense bem, você pode discordar a princípio, mas analise a fundo e verá que tenho razão.

Cães convivem conosco a mais de 10mil anos, foi lá atrás na pré história que essa amizade começou, uma das mais duradouras da história. Teorias dizem que essa conexão iniciou pois ambas as espécies precisavam de algo que não possuíam e juntos se completaram.

Em plena era do gelo onde a sobrevivência estava sendo testada a todo vapor, aquele lobo considerado mais corajoso se encontrou com um homem também corajoso e resolveram unir forças, talvez não conscientemente, mas deu certo para ambos, e ali iniciava uma amizade que duraria por milênios.

Nesse estágio da nossa história, corríamos perigo de sobrevivência; faltava comida, segurança e energia ! ... E então percebemos que esses lobos simpáticos poderiam nos dar uma vantagem na corrida contra a morte, afinal eles caçavam muito bem , coisa que tínhamos dificuldade em fazer pela falta de energia naquele momento; então pensamos, eles nos ajudam a caçar, nós dividimos o alimento e em troca eles ganham segurança e afeto, e foi assim que essa amizade nos ajudou a enfrentar todos os percalços do caminho, e hoje evoluímos tanto que não precisamos mais de seus serviços e ainda sim continuam sendo nossos melhores amigos, posso dizer então que realmente é uma amizade verdadeira, que surgiu da dificuldade e interesses mas que não se deixou abalar por nada.

Então, agora quando virmos alguém maltratar esses animais, desdenhar deles dizendo que "não prestam pra nada", "não fazem nada de útil", como a galinha que põe ovos, ou a vaca que dá leite, lembremo-nos o quão útil eles foram na nossa caminhada, não só no quesito físico mas também no emocional, numa época em que as aparências não importavam e nem o QI para se fazer um amigo, bastava ser corajoso o bastante pra ultrapassar barreiras e conhecer mais o outro, do jeito que ele viesse, garanto que vantagens incríveis nascerão dessa amizade, e não pense em vantagens como algo ruim, quando digo penso em a vantagem da gente se sentir o humano mais importante do mundo quando esses seres peludos nos olham nos olhos sem pedir mais nada em troca, damos e recebemos carinho como nunca, uma retribuição silenciosa a quem sempre esteve do nosso lado, no pior e melhor momento.

O maior interesse em uma amizade é que ela dure para sempre, e acho que com os Cães conseguimos isso.

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Lara Lavic

Título:Cães e Humanos: Amizade por interesses

Autor:Lara Lavic(todos os textos)

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