Bem vindo à Rua Direita!
Eu sou a Sophia, a assistente virtual da Rua Direita.
Em que posso ser-lhe útil?

Email

Questão

a carregar
Textos | Produtos                                                    
|
Top 30 | Categorias

Email

Password


Esqueceu a sua password?
Início > Textos > Categoria > Outros > A Erosão Das Praias

A Erosão Das Praias

Categoria: Outros
A Erosão Das Praias

Assim que o mar enrolar toda a areia, irá guardar com ela os segredos do futuro Terreno e deixar no baú de recordações o areal que hoje se conhece, em conjunto com as suas flora e fauna actualmente predominantes. A felicidade* dessa união total tem impacto em toda a estrutura da sociedade, desde o comércio e a indústria, aos serviços (e Turismo, em particular), passando pela morfologia das comunidades e dos seus hábitos de vida.

Contrariar a tendência de reagir. Eis o que é necessário fazer para adaptar a realidade de cada comunidade à erosão das suas praias, bastante notória ao longo da última década. Afectando toda a costa portuguesa, o desaparecimento dos areais precisa com urgência de uma visão prospectiva, capaz de impor uma acção que reduza os prejuízos que a posição reactiva acarreta.

Migrações populacionais, sobretudo as piscícolas e alterações nos seus instrumentos e procedimentos de pesca, bem como mudanças na alimentação humana e ajuste ao nível da indústria (alimentar, construção e de materiais diversos). Morfologia física das localidades, devido às construções que serão necessárias para travar o avanço marítimo e à deslocação das casas de habitação e dos espaços destinados ao comércio ou a serviços, e respectivas infraestruturas como a (re)construção de algumas redes de acesso (rodoviário, pedestre) e de saneamento, por exemplo.

A estrutura e a fisionomia do litoral português sofrerá profundas alterações como consequência da erosão das praias, para além das enumeradas no parágrafo anterior. A maior revolução vai ocorrer ao nível do Turismo, cuja perspectiva de futuro assenta sobre a àgua (abovewater), em complemento ao turismo rural e montanhoso-serrano.

O areal dará lugar a espaços verdes para distenção dos músculos ao sol matinal ou tardio, após um bom mergulho, aliando o prazer à promoção da saúde (tónica da publicidade actual com tendência para se manter durante os próximos tempos).

As praias flutuantes que se avizinham, forradas verde e pontuadas por vasos de hortências coloridas ou de outras flores amigas do sal, poderão ser compostas de vários níveis ou patamares, capazes de permitir o pé e a ausência deste, com a segurança necessária ao bem-estar dos banhos, mergulhos e afins.

Estes areais de relva sintética, característicos do turismo abovewater, equivalem a uma piscina marítima, mais autêntica do que as actualmente ditas de água salgada, e – graças aos seus espaços parcialmente fechados – com a possibilidade de tratamento da poluição que, nos dias de hoje, impedem a marca total da bandeira azul.

Nos patamares mais elevados podem incluir-se espreguiçadeiras abrangidas pela sombra de chapéus de sol ou de palmeiras (sintéticas ou naturais, conforme a gestão aplicada), bem como dependências de comes/bebes e quiosques ou bancas de artigos utilitários, para servir todos os interessados.

Visionismos à parte, haverá certamente uma revolução na forma como experimentamos a época de veraneio. E ela será tanto mais custosa, em termos psico-emocionais, sociais e monetários (entenda-se 1) bolsos de todos os contribuintes portugueses e 2) o estado do Estado português, cujos orçamentos se reflectirão no (des)nível de vida de todos nós), quanto mais tempo se fechar os olhos ao inevitável.

As mudanças deverão começar a ter lugar em breve, quanto mais não seja no papel e no debate público, de modo a concretizar um planeamento prático capaz de dar lugar a algo funcional, isto é, a acções eficazes na antecipação à totalidade da erosão das praias ou, em último caso, no atraso na mesma.

*Trocadilho com o refrão da canção popular: “O mar enrola na areia/Ninguém sabe o que ele diz/Bate na areia e desmaia/Porque se sente feliz”.



Carla Santos

Título: A Erosão Das Praias

Autor: Carla Santos (todos os textos)

Visitas: 0

655 

Comentários - A Erosão Das Praias

voltar ao texto
  • Avatar *     (clique para seleccionar)


  • Nome *

  • Email

    opcional - receberá notificações

  • Mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios


  • Notifique-me de comentários neste texto por email.

  • Notifique-me de respostas ao meu comentário por email.

Dicas para decorar salas pequenas.

Ler próximo texto...

Tema: Decoração
Dicas para decorar salas pequenas.\"Rua
A realidade das grandes cidades é que a maioria das pessoas mora em espaços pequenos. É fato também que todos desejam ter um ambiente acolhedor e aconchegante para receber amigos. Em contrapartida, na medida em que os espaços encolhem, a quantidade de aparelhos eletrônicos que utilizamos aumenta cada vez mais. Há ainda quem use a sala como home-office.

Nesta busca de inspiração para organizar e incrementar sua sala, encontramos uma série de sites especializados e blogs com muitas, muitas ideias. O conceito de D.I.Y. (do it yourself) que significa "faça você mesmo” nunca esteve tão na moda. É uma alternativa para reduzir gastos com mão de obra e nada melhor do que criar um espaço com um toque todo seu. Inspirações e ideias não faltam. Hoje, de certa forma todos nos sentimos meio decoradores.

Mas planejar a decoração de uma sala pequena exige alguns cuidados para que o ambiente não fique entulhado de móveis, disfuncional ou até mesmo desagradável.

Confira algumas dicas para decorar sua sala com estilo e valorizando seu espaço:
Os espelhos, além da autocontemplação, causam efeitos interessantes. Aplicados, por exemplo, em uma parede inteira pode duplicar a amplitude do ambiente. Pode ser usado também em móveis, tetos, em diversos formatos e valorizar a luminosidade da decoração.

As cores tem poder de causar sensações. Em ambientes com pouco espaço, elas podem colaborar para que a sensação de amplitude possa tanto aumentar quanto diminuir. Para pintar as paredes de sua sala aposte em cores claras. O teto com uma cor mais clara que a das paredes, por exemplo, pode simular uma elevação do teto, já em uma cor mais escura, promoverá uma sensação de rebaixamento do teto.

A escolha e posição dos móveis são um aspecto muito importante. Opte por poucos móveis, nunca de tamanhos exagerados e posicione-os de forma que valorize o espaço. Móveis que misturam poucos materiais, baixos e com linhas retas proporcionam leveza ao ambiente.

Uma solução muito interessante para espaços pequenos é a utilização de prateleiras. Caixas para produtos horto frutícolas reformadas podem se tornar lindas prateleiras. Mas cuidado com a profundidade, para não atrapalhar na disposição de outros móveis e objetos.

Móveis multifuncionais ou móveis inteligentes são excelentes alternativas para uma sala pequena. Um bom exemplo são pufes, que podem ser usados como mesas de centro ou ficarem alojados debaixo de aparadores e quando recebemos visitas podem se transformar em assentos extras. Mesas dobráveis também são uma ótima opção.

Escolher o mesmo piso ou revestimento pode dar a impressão de área maior, de continuidade. Mudanças drásticas de um ambiente para outro pode causar a sensação de divisão e consequentemente fazer parecer menor.

Algumas outras dicas: um sofá retrátil ou reclinável garante muito mais conforto e ocupa o espaço de um sofá simples. Suporte ou painéis móveis para TV possibilitam que ela seja movida na direção desejável. Caso o ambiente tenha escadas, escolher um modelo de escadas vazadas evita divisões e pode se tornar uma peça de destaque na sala. E para as cortinas, escolha tecidos leves, lisas e sem estampas.

De qualquer forma, ouse, não tenha medo de arriscar, crie, não copie, só assim será seu!

Luciana Santos.

Outros textos do autor:
Dicas para decorar salas pequenas.

Pesquisar mais textos:

Luciana Maria dos Santos

Título:Dicas para decorar salas pequenas.

Autor:Luciana Maria Santos(todos os textos)

Alerta

Tipo alerta:

Mensagem

Conte-nos porque marcou o texto. Essa informação não será publicada.

Deixe o seu comentárioDeixe o seu comentário

Comentários

  • Carlos Rubens Neto 16-06-2016 às 16:20:24

    Excelente matéria! Parabéns Luciana ;)

    ¬ Responder

Pesquisar mais textos:

Deixe o seu comentário

  • Nome *

  • email

    opcional - receberá notificações

  • mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios