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Domar os oceanos

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Barcos
Comentários: 1
Domar os oceanos

Atravessar um grande e largo rio, atravessar grandes superfícies de água, descobrir terras desconhecidas e mapear o mundo, nunca teria sido possível sem as embarcações náuticas (barcos).

Desde os primórdios que o ser humano sempre teve a necessidade ou o impulso para descobrir novos locais e para expandir territórios. Provavelmente os primeiros humanos, quando se depararam com os primeiros rios a vencer, construíram pontes, quando se depararam com rios mais largos, construíram jangadas, as jangadas deram lugar a pequenos barcos, e com o evoluir das mentes sociais, surgiu a necessidade de construir melhores e maiores embarcações que tivessem a capacidade de atravessar grandes extensões de água.




Deram-se os Descobrimentos e o mundo começou a tornar-se cada vez mais um sitio maior, cheio de gentes, diferenças, conquistas e riquezas. As portas para outros e misteriosos países e costumes foram abertas. A mente humana expandiu-se ao mesmo tempo que impérios cresceram e caíram. Muito do que hoje temos como certo e como bens do quotidiano vieram e ou foram influencias de um qualquer material ou objeto descoberto num outro qualquer pais ou continente a léguas do sitio onde vivemos.

Agora usamos os barcos não só como forma de atravessar rios e para transportar mercadorias, mas também como forma de lazer e na prática de desporto. Mas qual é o futuro das embarcações concebidas pelo homem?

Há quem à muitos anos tem vindo a especular e a idealizar um futuro em que o homem fará uso dos oceanos para edificar grandes cidades autossustentáveis para combater o aumento populacional que se tem vindo a verificar em terra. Pode-se verificar no video complementar ao texto que já foram várias as hipóteses futuristas apresentadas para resolver alguns destes mesmos problemas populacionais que se poderão vir a apresentar no futuro, sendo muitas delas mesmas soluções para combater o aumento dos níveis de dióxido de carbono na atmosfera do planeta.

É portanto, seguro especular que além de todos os avanços que já podemos contabilizar na evolução dos barcos, podemos esperar por um futuro ainda mais interessante.


Bruno Jorge

Título: Domar os oceanos

Autor: Bruno Jorge (todos os textos)

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • SophiaSophia

    17-06-2014 às 06:31:41

    Lindo uma viagem ao oceano! Penso que é uma das experiências mais marcantes na vida de uma pessoa.
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder

Comentários - Domar os oceanos

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Martelos e marrettas

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Ferramentas
Martelos e marrettas\"Rua
Os martelos e as marretas são, digamos assim, da mesma família. As marretas poderiam apelidar-se de “martelos com cauda”. Elas são bastante mais robustas e mantêm as devidas distâncias: o cabo é maior.

Ambos constituem, na sua génese, amplificadores de força destinados a converter o trabalho mecânico em energia cinética e pressão.

Com origem no latim medieval martellu, o martelo é um instrumento utilizado para “cacetear” objectos, com propósitos vários, pelo que o seu uso perpassa áreas como o Direito, a medicina, a carpintaria, a indústria pesada, a escultura, o desporto, as manifestações culturais, etcétera, variando, naturalmente, de formas, tamanhos e materiais de composição.

A diversidade dos martelos é, realmente, espantosa. O mascoto, por exemplo, é um martelo grande empregue no fabrico de moedas. Com a crise económica que assola o mundo actualmente, já se imaginam os governantes, a par dos banqueiros, de martelo em punho para que não falte nada às populações…

Há também o marrão que, mais do que o “papa-livros” que tira boas notas a tudo, constitui um grande martelo de ferro, adequado para partir pedra. Sempre poupa trabalho à pobre água mole…

O martelo de cozinha serve para amaciar carne. Daquela que se vai preparar, claro está, e não da de quem aparecer no entretanto para nos martelar a paciência…!

Já no âmbito desportivo, o lançamento do martelo representa uma das provas olímpicas, tendo sido recentemente adoptado na modalidade feminina. Imagine-se se, em vez do martelo, se lançasse a marreta… seria, certamente, mesmo sem juiz nem tribunal, a martelada que sentenciaria a sorte, ou melhor, o azar de alguém!

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Título:Martelos e marrettas

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